Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

no interessantíssimo estudo sobre as escolas com contrato de associação efectuado pela universidade de coimbra e tornado público esta semana, a páginas 350 podemos encontrar o estudo sobre o concelho de arruda dos vinhos e o externato joão alberto faria, referido neste meu texto. o estudo propõe a manutenção do contrato de associação, já que a escola em causa é, como fora referido no meu texto, a única do concelho com valência de 2º, 3º ciclo e secundário, mas a diminuição do número de turmas contratualizadas por se verificar que uma parte considerável dos alunos vem de concelhos bem servidos por escolas públicas. e anota esta estranheza: 'O que parece verificar-se, até porque nenhuma outra situação se coaduna com a situação, é que um número muito significativo de jovens residem noutros municípios, mas apresentam como Encarregados de Educação cidadãos que residem no município de Arruda dos Vinhos' (página 354). e mais esta: 'esta complexidade é agudizada, por um lado, pelo facto de se observar que com cerca de cinco centenas de nascimentos no período correspondente ao ano lectivo presente, observam-se que são cerca de um milhar aqueles que são dados como residentes no próprio Município.'

 

muitas estranhezas, de facto. a merecer decerto, além da proposta redução do número de turmas contratualizadas, uma averiguação mais pormenorizada.

 

(nota: as contas que fiz neste texto basearam-se num estudo demográfico do concelho, encontrado na net; de acordo com o estudo da universidade de coimbra, o número de alunos que frequenta o externato e não reside em arruda dos vinhos é superior a 400, ou seja, um terço da população da escola)

 

114 comentários:
De Ana Matos Pires a 3 de Fevereiro de 2011 às 03:17
Ó Fernanda mas isso interessa lá para alguma coisa!? Que maçadora que tu és, sempre a falar de coisas que não têm nada a ver com a tua profissão e assim


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 10:16

"A análise teve em conta um conjunto de variáveis decisivas para o ordenamento da rede escolar,


nomeadamente, as dinâmicas demográficas e socioeconómicas, o desenvolvimento das redes viárias


locais, a evolução da rede de escolas públicas e das respectivas ofertas educativas, e o alargamento,


para doze anos, da escolaridade obrigatória."

Resumindo, aparentemente a qualidade da oferta educativa existente e o custo para contribuinte não são variáveis decisivas para o ordenamento escolar.
É pena, porque esses são os dois factores essenciais para responder às necessidades dos alunos e aos direitos dos contribuintes.
henrique pereira dos santos
PS Já agora, por que razão confia num Estado para educar se nem a fiscalizar os seus próprios contratos o Estado demonstra competência, pelo menos a julgar pelos seus textos sobre Arruda?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:01
vou dizer isto devagar (ñ posso dizer only once porq já o repeti umas trezentas mil vezes): os contratos d associação celebrados pelo estado com escolas privadas existem para suprir falhas da rede de escola pública. naturalmente, o estudo em causa debruça-se sobre a existência ou não dessas falhas e sobre a necessidade dos contratos, tendo em conta a demografia de cada zona. é simples.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:14
Vou dizer ainda mais devagar: escola pública, como transportes públicos, como saúde pública, como espectáculos públicos, não quer dizer escola estatal. Quer dizer  escola acessível a todos.
Ainda esta semana fui de avião a Vila Real por pouco mais de 100 euros ida e volta. O que só é possível porque o Estado português acha que deve haver uma oferta pública regular de transporte aéreo entre Bragança, Vila Real e Lisboa, razão pela qual fez um concurso público, disponibilizou dois milhões de euros por ano, e com isso criou um contrato de associação com uma empresa privada para garantir a oferta pública de transporte que pretendia que existisse.
Poderia, em alternativa (por exemplo, se não houvesse um operador privado interessado) disponibilizar essa oferta directamente, através de uma companhia estatal ou da própria administração pública.
Não pense que é uma hipótese académica.
Na política de defesa da floresta contra incêndios o Estado português tinha contratos de associação com  privados para o uso de meios aéreos.
Com base em fantasias semelhantes a estas que se ouvem a propósito das escolas, o Estado substitui essa gestão privada de meios aéreos por uma gestão pública, comprando os meios aéreos e gerindo-os.
Resultado?
Em cinco anos o orçamento passou de um valor perto  dos trinta milhões de euros anuais para pouco mais de cem milhões de euros anuais, sem que se notem grandes alterações nos resultados do combate aos fogos no indicador (errado) que é usado para   medir a eficácia do sistema: a área ardida anual.
A gestão privada de bens públicos não é nenhuma mezinha milagrosa e há falhanços gritantes dessa estratégia (os comboios em Inglaterra, o abastecimento de elctricidade na califórnea, para citar dois dos mais conhecidos).
Há gestão pública de boa qualidade.
Por isso o seu comentário é simplesmente irrelevante: a escola pública pode ser gerida directamente pelo Estado ou por privados, é tudo uma questão de avaliar resultados educativos e peso para o contribuinte (inicialmente era ersta a discussão, mas estrategicamente parece que o argumento desapareceu, sabe-se lá porquê, e agora vem o argumento constitucional, onde se procura fazer equivaler público a estatal).
henrique pereira dos santos


De DDR a 4 de Fevereiro de 2011 às 04:43
O caso não é comparável com a da escola estatal. No caso da escola há toda a propaganda socialista a fazer. Isso, para um estatista/socialista vale o seu dinheiro.


De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2011 às 03:19
Atenção, que também podem existir alunos a estudar "à burla" no Infanta Dona Maria, a "melhor escola pública do país", em Coimbra (solução má: expulsar os burlões, diminuindo o número de turmas; solução boa: aumentar o número de turmas até esgotar as salas disponíveis, e este ano havia algumas; espero que pelo menos nisto estejamos de acordo). 

E já agora, uma piada (é só incrivelmente engraçado, não creio que o estudo seja pouco rigoroso, nem há motivos para isso): o coordenador do estudo da U.C.  é o Prof. António Rochette. "António Rochette - geógrafo, professor universitário e ex-vereador, é o novo director do gabinete de estudos da federação de Coimbra do P.S." dizia o jornal "Campeão das Províncias" em 18-11-2010. Será que é o mesmo António Rochette?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:02
a escola infanta d maria não lucra com uma maior afluência d alunos, tá a ver a ideia? ver definição de burla no dicionário pode ajudar.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:35
A burla é dos pais dos alunos. Quer  os do infanta quer os de arruda lucram o mesmo: melhor ensino para os seus filhos.
A menos que o seu problema seja o lucro que, em consequência do seu melhor desempenho e da vontade dos pais, o privado obtém.
Se assim for, quer dizer que a Fernanda se preocupa mais com o lucro resultante da capacidade do privado que com o prejuízo do contribuinte resultante da ineficiência das escolas do Estado (não de todas, que isso fique claro, apenas daquelas que perdem alunos porque há oferta educativa melhor e a preços semelhantes para as famílias e os contribuintes).
O que é uma velha concepção mais associada à esquerda fóssil que à esquerda moderna.
henrique pereira dos santos


De Rui Rodrigues a 12 de Fevereiro de 2011 às 18:01

O mesmo... é bem verdade. Já fez vários estudos em outsorcing para o Ministério. Atenção que este estudo NÃO é da Universidade de Coimbra ! É de um docente da UC e não tem a chancela da instituição. Aliás já se está a ver a isenção do autor...


De helder a 3 de Fevereiro de 2011 às 06:56
"arruda dos vinhos", aparece no GPS ?


De Cam a 3 de Fevereiro de 2011 às 09:37
Ora deixem-me lá ver se percebo, a escola é tão boa que os pais esforçam-se por mandar para lá os filhos, mesmo tendo escolas mais perto. Custa-lhes mais (o estado não paga os transportes nestes casos), mas eles fazem o sacrificio.
neste casos se existisse outra escola o que se devia fazer?
Obviamente na logica socialista, da ex-urss, devia fechar-se a escola privada, simplesmente por ser privada, independentemente de ser mais cara ou mais barata para o estado, e mandar todos os alunos para aquelas escolas que os pais preteriram ao mandar os filhos para esta escola.
É a lei da evolução invertida, em lugar de se promoverem as melhores escolas , aquelas que manifestamente a generalidade dos principais interessados, pais e alunos, preferem, "matam-se" as melhores escolas, para se promoverem as piores, simplesmente porque estas são publicas. Genial, é por isso que os paises comunistas eram a porcaria que eram e foram afastados pelos ventos da história, mas há sempre quem embarque na logica de que o todo-poderoso, esse, o estado, deve ser promovido a todo o custo.


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:05
cam, pode repetir esse mantra as vezes q quiser. o facto é q ao aceitar alunos d fora do concelho e a cobrar por eles a escola está a defraudar o contrato existente c o estado. s isso ainda ñ lh entrou por esta altura do campeonato, é por pura incapacidade d entender o essencial. paciência.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:28
"pura incapacidade d entender o essencial."

Claro. O essencial é manter os alunos dentro do seu concelho.

"aceitar alunos d fora do concelho"
Mas se eles declaram moradas do concelho..
(já sei: considera que  escola deve investigar se os dados fornecidos na inscrição estão correctos, é isso?)


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:39
declaram moradas no concelho, ai é? deve ser por isso q o estudo refere a discrepância entre a residência dos alunos, fora do concelho, e a dos encarregados d educação, q moram no concelho. é o q s chama o rabo d fora. mas, azar, ñ reparou nisso. talvez lh tenha passado a parte d ler o post.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 16:39
Muito bem, façamos uma precisão:

Onde se lê "Mas se eles declaram moradas do concelho.." leia-se "Mas se eles têm encarregados de educação com morada no concelho"..

E vamos um pouco mais à frente: é uma chatice, isto de permitir a escolha do encarregado de educação...


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:49
ah, além d defender o direito dos pais d escolher uma escola para os filhos (a expensas do estado) tb defend o direito dos pais a escolher um encarregado d educação qq, é isso? d preferência um encarregado d educação q resida no concelho onde está a escola onde os pais querem pôr os filhos e onde só podem pôr os filhos d graça se o respectivo encarregado d educação residir no dito concelho. isso é q é liberalismo, hã?


De Luis a 4 de Fevereiro de 2011 às 11:17


Eu não defendo nem deixo de defender, limito-me a salientar que ele existe, se não interpreto mal a legislação em vigor.

P.S - E porquê falar de liberalismo? O que é que o cu tem a ver com as calças ?


De aaaa a 4 de Fevereiro de 2011 às 17:31
A expensas do estado? O estado não tem dinheiro próprio.


De Cam a 3 de Fevereiro de 2011 às 18:45
pois, pois, incapacidade minha... o essencial é o carater publico, entenda-se estatal.
Para além de me chamar de burro (já agora também não a acho propriamente o suprasumo da inteligencia) deixe-me lá ver se entendo, eu sou um bocado lento nestas coisas... as escolas privadas com contratos de associação devem então funcionar como agencias de detetives, para além de escolas?
Devem ter funcionários para irem verificar todas as residencias dos alunos?
Como dizia o Scolari, e o burro sou eu!


De Paulo Silva a 3 de Fevereiro de 2011 às 10:18
Satisfeita agora????
Agora que os alunos não residem no concelho, mas cujos Enc Educação trabalham ou têm residência no concelho vão ter que ir engordar a fatia de custos que as escolas públicas estatais têm nos arredores, a cargo dos contribuintes está claro... ou alguém pensa que nas estatais eles não custam dinheiro????
Parabéns, grande parte desses alunos vão ver o seu percurso pedagógico interrompido e o seu sucesso educativo comprometido por pessoas que pensam como a Sra!!!! Parabéns Governo PS que matas tudo o que quer florescer neste país e pagas vencimentos milionários aos gestores públicos que dão prejuízo (TAP: 420.000 euros mês gestor TAP = 850 pessoas a receber o ordenado mínimo, entre outros)


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:09
ahahahahahah. portanto é normalíssimo have uma grande quantidade d alunos q vivem com os pais fora do concelho mas q, por obra e graça, têm os encarregados d educação a viver no concelho e/ou a trabalhar no concelho. encarregados d educação, assim, aparecidos por encanto. e todos d arruda. nada estranho nisso, pois não? nem cheira a esquema nem nada. e isso tudo, claro, porq a ideia é poupar dinheiro aos contribuintes -- evidentemente, o interesse público é q levou a criar esta fraude; a escola nem lucra nada com cada aluno q capta.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:32

A mim, não cheira a esquema. Tenho 37 anos, e desde sempre me habituei a ter, no Pedro Nunes, colegas que moravam fora da zona geográfica "certa" (Campo de Ourique e Estrela, basicamente). Assim de cabeça, mais de metade da minha turma do 12ºAno pertenceria a outros liceus ...


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:40
sim, e o pedro nunes lucra com cada aluno d fora, ñ é?


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:33
"sim, e o pedro nunes lucra com cada aluno d fora, ñ é?"

My point, precisely...





De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:50
pois, o seu ponto era mm esse -- o d o pdro nunes ser uma escola pública e ñ lucrar mas o externato alberto joão faria lucrar. era, ñ era?


De Luis a 4 de Fevereiro de 2011 às 11:19

Exactamente. Esta realidade ocorre em todo o tipo de escolas, e tem uma causa simples: a limitação da escolha dos pais.


De Miguel Braga a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:07
A Fernanda é jornalista, mas por vezes, em alguns assuntos, parece não ser deste mundo... O «expediente» de encontrar um familiar qualquer residente no sítio para onde se prefere transferir o filho é usado muitas vezes e em inúmeros sítios. Basta que procure um pouco. Mas vou só dar-lhe um exemplo, e depois procure investigá-lo, este e muitos outros: escola S. João do Souto, em Braga. Escola pública situada numa freguesia do centro histórico da cidade de Braga. Freguesia que não deve ter mais de meia dúzia de fogos. Pois a escola funciona com muitas dezenas de alunos. E todos eles «residentes» nesta freguesia... Se for questionar qualquer escola básica vai encontrar «n» de residentes por «conveniência», chamo-lhe eu...


De nuvens de fumo a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:25


De Miguel a 3 de Fevereiro de 2011 às 16:32
Ai é Paulo? O Estado mete dinheiro na TAP? E quanto já agora? Não me venha com tretas de «é muito», quero valores exactos. A não ser que não saiba do que está a falar e tenha inventado isso... será?
Uma dica: a solução para esta questão é o ano de 1997.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 10:42

Esse talvez seja o melhor indicador de que esta é uma das escolas para manter, e se possível com mais turmas....


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:09
o indicador d q a escola incumpre o contrato? sim, sem dúvida, é um óptimo indicador.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:32

Porquê a escola? A escola é subsidiada por algum aluno que declare residir noutro concelho?


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:45
Não, sô "Luis", a escola só é subsidiada pelo zé pagante (que mora em todos os Concelhos).


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 16:41

Não percebeu, de facto a frase era dúbia.

Reformulo:

"Porquê a escola? A escola está a ser subsidiada por conta de algum aluno que declare residir noutro concelho?
"


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:52
o facto d fazer essa pergunta indicia q ñ percebeu nada do q se discute nesta caixa d comentários. parabéns. 


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 11:12
Mais dois pequenos comentários de que me esqueci.
1) Se a Fernanda quiser fazer o mesmo exercício de análise da multiplicação de moradas com escolas públicas, facilmente qualquer pessoa com um mínimo de contacto com o sistema de ensino lhe indicará meia dúzia de escolas públicas que também têm sempre muito mais alunos do que seria expectável pela análise demográfica da sua área de influência (o fenómeno só não adquire maiores proporções porque a escolas não têm autonomia para crescer, como seria natural que acontecesse com as escolas que cometem o perigos crime social de terem capacidade de atrair alunos). Não sei se por serem públicas isso já deixa de a interessar;
2) A haver burla na indicação de moradas erradas, quer no caso que cita, quer nas dezenas de escolas públicas onde o fenómeno se passa, repare que a burla não é das escolas, é dos pais dos alunos (que cometem o perigoso crime social de entenderem que devem poder escolher a escola dos filhos).
henrique pereira dos santos


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:13
sim, henrique. se calhar eu sei um bocadinho + do q digo no post. mas se calhar nem é preciso saber, basta pensar como raio s explica q tantos pais d fora do concelho consigam com tanta facilidade arranjar nomes d pessoas d arruda como encarregados d educação dos seus filhos -- e como será q as coisas decorrem na prática, sendo certo q a figura d encarregado d educação s reveste d alguma responsabilidade. espantoso q a exposição d uma fraude como esta deixe tanta gente 'd bem' indiferente. estou sempre a aprender.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:28
Suponho que a si não preciso de lhe falar do direito dos cidadãos se defenderem da arbitrariedade e da prepotência do Estado.
Não se trata efectivamente de desobediência civil porque para o ser se deveria assumir o desrespeito pela lei iníqua de forma clara, e arcar com as consequências, mas a verdade é que isto está muito mais perto da desobediência civil que da burla.
O que me espanta em si é vê-la a defender o formalismo da lei sem se pronunciar sobre a sua iniquidade, visto que as pessoas mais prejudicadas por esta cisma do Estado serão as que querendo frequentar a escola de Arruda serão impedidas por razões económicas.
Confesso que me faz mais confusão nesta discussão é ver uma parte da esquerda a defender a reprodução social (o tal estudo reconhece que na generalidade a percentagem de alunos com apoio social é semelhante nestas escolas e nas do Estado, derrubando o mito da selecção económica que tem sido repetido à exaustão, não por si, felizmente, mas nos comentários) e defender o Estado contra as pessoas.
henrique pereira dos santos


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:41
genial. desobediência civil. tripla pirueta com mortal empranchado à rectaguarda.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:49
Eu sei que quando lhe faltam argumentos prefere este tipo de saídas.
Mas não tem graça quem quer e a piada é fraquita, o que é pena porque gosto bastante de saídas imaginativas pela esquerda baixa.
A melhor que conheço é a do indivíduo que num dia de chuva, quando havia muitas bichas para o autocarro, vai tentando dar o golpe e ultrapassar toda a gente. Quando finalmente o autocarro chega, dá dois saltos e passa à frente de toda a gente. Perante o coro de protestos, responde com a maior candura: "eu sou só um e vocês são tantos". (história verídica).
Bora lá, Fernanda, com treino e persistência chega a esta genialidade.
henrique pereira dos santos


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:53
d facto, não é possível chegar perto da cena da desobediência civil, henrique. mas isso eu já tinha reconhecido.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 13:12
Depois deste intermezzo humorístico responda-me seriamente a uma pergunta:
admitindo que o custo para o contribuinte é o mesmo, acha razoável que o Estado estabeleça administrativamente um limite para eu procurar uma escola? Se sim, por que razão?
Eu percebo a limitação por razões de gestão, por isso faço a pergunta colocando a condição da igualdade para o contribuinte.
Se não acha razoável esta violência do Estado (violência no sentido da imposição de uma limitação a uma pessoa sem que para isso haja nenhuma razãode interesse público), por que razão não admite que desobedecer a esta lei (iníqua) está mais perto da desobediência civil que da burla?
Já se percebeu que o seu ponto de vista é claro, mas a Fernanda não o quer exprimir: a escola inventou um esquema de moradas que fornece aos pais dos alunos que queiram ter ali os filhos para poder ter mais alunos. Claro que este ponto de vista tem um problema, é discutir por que razão os pais querem ir para ali. E do ponto de vista da defesa do dinheiro dos contribuintes, seria preciso que nós tivéssemos informação sobre o custo para o contribuinte do aluno estar ali ou noutro sítio, coisa que não sabemos.
Mas deixemos de lado este seu ponto de vista, e admita por instantes o meu e, nessa circunstância, explique-me o que distingue isto da desobediência civil? (nem quiz citar  o famoso direito à  indignação que o Soares inventou).
henrique pereira dos santos


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:11
henrique, como lh deveria ser evidente o planeamento da rede d escolas públicas, q o estado tem o dever constitucional d prover, tem d ter em consideração a demografia do território. chama-s a isso, entre outras coisas, gestão. logo, é suposto existirem regras -- as crianças e jovens d 1 determinada área devem frequentar a escola pública dessa mm área. o q aliás em princípio convém à população, a começar pelas crianças e jovens, dessa área. nada s encontrará d + razoável. considerar isso uma imposição 'violenta' é das coisas mais disparatadas com q já m deparei.
depois, a questão da 'igualdade' d custos. o estado investe na construção e qualificação d escolas públicas e na contratação de pessoal para essas escolas no pressuposto de uma frequência ajustada à demografia da zona. s esse investimento é desaproveitado porq o estado paga escolas privadas na mm zona há um desperdício, como é evidente. além disso, é preciso perceber q os custos d funcionamento das escolas públicas existem sempre e q o impacto, nesses custos, da entrada dos alunos q estavam a frequentar 1 escola privada não é necessariamente contabilizado aluno a a aluno, mas depende do número d turmas. logo, essas contas ñ s podem fazer apontando um preço por aluno na escola pública e comparando-o com o preço por aluno efectivamente pago pelo estado no privado.
por fim, e repetindo-m: é claro q qq pessoa pode discordar dos pressupostos da política d educação, da constituição e por decorrência da formulação dos contratos d associação. vejo é com dificuldade q, em face da existência d contratos com regras estabelecidas, s defenda o defraudar e incumprir desses contratos com base nessas discordâncias.é tão simplesmente o mesmo q eu alugar uma casa d q o henrique pereira dos santos é proprietário, assinar o contrato q prevê q eu pague x mensalmente e depois d lá instalada não pagar renda alegando q sou contra o princípio da propriedade privada e portanto ñ reconheço o seu direito a exigir-m renda.  tb s deve poder chamar, no seu léxico pessoal, desobediência civil.


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 15:05
Tenho pena que tnha usado a sua inteligência e capacidade retórica para fugir à questão. Esperaria mais coragem.
A Fernanda sabe que chamei imposição violenta à obrigação de frequentar uma escola e não outra, no pressuposto da igualdade de custos.
E sabe que o que lhe perguntei foi se, nessas circunstâncias, era ou não legítimo uma pessoa revoltar-se contra uma obrigação iníqua.
Mas preferiu refugiar-se no campo seguro da reafirmação do que já disse mil vezes.
Por mim pode considerar o que eu disse como um dos maiores disparates que já ouviu nesta discussão.
Pois eu considero muito mais disparatado a Fernanda achar, sem nenhum dado concreto, que os custos em que o Estado incorre com as opções que está a tomar é uma irrelevância na discussão porque os custos existem sempre (são de geração espontânea, suponho).
Como já lhe disse foram disparates do mesmo tipo que levaram o Estado a criar uma empresa para gerir os meios aéreos que comprou para o combate aos fogos.
O custo do sistema subiu de 30 milhões para 100 milhões e os resultados práticos são essencialmente os mesmos.
henrique pereira dos santos


De DDR a 4 de Fevereiro de 2011 às 05:14
Esta gente saberá como nasce uma escola na Dinamarca ou na Filândia (de que tanto falavam!!!)? E do diferente que é desta grotesta e mastodôntica coisa que defendem?
Não sabem, nem lhes interessa porque, exemplo de pouca escolaridade, defendem o que conhecem ou as mandam defender e que não é senão a velha école publique que a França jacobina usou para tentar erradicar o sentimento religioso e dominar os micro nacionalismos (v.g. Bretanha, impondo o uso do francês em detrimento da língua local)
E aqui querem o mesmo, do velho ateísmo ao novo politicamente correcto e catecismos vários (aquecimento global, etc).
E sabendo isto, o Dr. Henrique Pereira dos Santos faz-lhes o favor de se admirar com a falta de sensibilidade de «gente de esquerda». Até parece que Stalin ou a gente que hoje começa a restringir a liberdade, proibindo livros, etc, é de direita...
Enfim, singularidades de um pais na bancarrota


 


De f. a 4 de Fevereiro de 2011 às 12:04
ddr, desculpe ñ a/o mandar já à merda, estou à espera da ordem.


De Ana Matos Pires a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:57
(qdo era miúda nc sabia se era empranchado ou encarpado, o mortal à rectaguarda)


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 13:03
Pode ser empranchado, quando o corpo vai esticado como uma prancha, ou pode ser encarpado, quando o corpo vai dobrado e com as mãos a tocar nos pés (o que é mais difícil à retaguarda porque o movimento de "encarpar" é contrário ao sentido do movimento do mortal à retaguarda, mas acho que não é impossível).
henrique pereira dos santos


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:48

Nada disso, a Esquerda não defende o Estado (para isso já existe a Extrema-direita), defende apenas o zé pagante contra as pessoas, ou melhor, contra certas pessoas. Como os ladrões, os mauzões e os burlões, entre outros.


De Luis a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:34

Deixe-me adivinhar: é como nos partidos, moram 10 e 20 na mesma morada?


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:49
Sim, mora o Jacinto Leite Capelo Rego com a Maria Gustava dos Prazeres e Morais.


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:32
Não vale muito a pena, é como tentar demonstrar a alguém que estaciona na passadeira que não deveria fazê-lo, mas enfim: indicar uma morada falsa para entrar numa Escola pública diferente da da residência não é uma burla, porque não lesa o Estado. É apenas uma infracção a uma regra, sem consequências legais (apenas administrativas - mudança de Escola). Já quanto à indicação de uma morada falsa para frequentar uma Escola privada, isso lesa o zé pagante. Será que consegue perceber a diferença? Olhe, se vivesse por exemplo na Alemanha, ou nos Estados Unidos, garanto-lhe que já não seria preciso estar aqui a perder tempo explicando-lhe a gravidade suprema de tudo o que se traduz num roubo ao zé pagante, seja ele de quanto for...


De henrique pereira dos santos a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:39
Se vivesse na Alemanha ou nos Estados Unidos a escola dependeria essencialmente da comunidade e não de um ministério central.
É por isso natural que a escola a fechar fosse a que não capta alunos.
henrique pereira dos santos


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 13:07

E o Henrique, é coerentemente a favor da Regionalização em Portugal? Ou só nas Ilhas Adjacentes? Ou nem isso? E sabia que as Escolas Básicas do 1º Ciclo já dependem essencialmente da "comunidade", através das Câmaras Municipais? E que assim, pela mesma lógica, as dos 2º e 3º Ciclos poderiam depender das "comunidades" regionais, dixando apenas o Ensino Superior a dar dores de cabeça a um "ministério central"? Se pensa assim, estamos de acordo. Mas se invoca essa nebulosa noção de "comunidade" sem a traduzir em concreto para a situação portuguesa, ainda para mais pensando que esse conceito de "comunidade" tem o mesmo significado cultural e mental em Portugal que tem num qualquer País anglo-saxónico ou de tradição protestante, não o acompanho nem de perto.


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 15:13
E mais, coerente Henrique: nos E. U. A., se uma qualquer Escola depender mesmo só da "comunidade" e não de um qualquer "ministério central", pois pode ter a certezinha absoluta de que o orçamento federal não mete nela NEM UM CÊNTIMO! Ah? Mas são verdes...


De nuvens de fumo a 3 de Fevereiro de 2011 às 13:07

Na europa livre quem quiser pode ir para a bendita a alemanha.


De Marcelo do Souto Alves a 4 de Fevereiro de 2011 às 13:31
Claro. Há Países onde não se brinca com os dinheirinhos públicos. Ou então essas "brincadeiras" pagam-se mesmo muito caro. O "bom" do Maddoff que o diga (ou como o Boris Becker, que também um dia recebeu uma "simpática" visitinha do fisco alemão). São os Países ditos mais evoluídos. Pois...


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 11:18
Cuidado com as palmas acríticas. O Estudo pode até ser "interessantíssimo" (embora me pareça mais desejável a utilização, caso seja merecida, de outros adjectivos, tais como correctíssimo, ou competentíssimo, para qualificar um Estudo técnico...) e serão, seguramente, necessários muitos mais Estudos, sobre este e outros assuntos - em que o "jurnalismo" nacional explora até à náusea a ignorância da nossa frágil opinião pública -, de modo não só a permitir resolver a contento uma miríade de imbróglios que infestam a Política nacional, como até elevar o nível do debate político.


Mas muito cuidado com a divulgação pública (já para não falar da elaboração...) destes Estudos e com a linguagem usada! Descontando já a evidente inépcia literária de quem escreve (ou transcreve) «até porque nenhuma outra situação se coaduna com a situação, é que (...)», enfim, afirmar a páginas tantas que «esta complexidade é agudizada, por um lado, pelo facto de se observar que com cerca de cinco centenas de nascimentos no período correspondente ao ano lectivo presente, observam-se que são cerca de um milhar aqueles que são dados como residentes no próprio Município» é estar activamente a contribuir (e de que maneira!) para agudizar qualquer tipo de complexidade...


Alô, Universidade de Coimbra?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:15
marcelo, sim, está mal escrito. o importante no caso é perceber o q está escrito. e s tem dúvidas quanto à eficiência da transcrição, vá à fonte: o estudo está acoplado ao artigo do público lincado no post.


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:19
Muito obrigado. Se não fosse também Jornalista, e muito boa, não a maçaria com estes "pormenores"...


De Pedro a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:20
Aparentemente os pais querem muito por os filhos nessa escola de Arruda dos Vinhos. O que é que isso diz da qualidade da gestão dessa escola quando comparada com as alternativas públicas?
Assumindo um custo para o contribuinte semelhante e assumindo um decisor racional, qual a escola que deve passar a ter menos turmas, a preterida ou a preferida pelos pais?
A prática de forjar moradas é responsabilidade da escola ou dos pais? Essa prática existe mais nesta escola do que em outras, públicas ou não, mas que também são especialmente preferidas pelos pais e desde que a selecção dos alunos siga os critérios definidos pelo ministério?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:25
estes pais q puseram os filhos na escola d arruda querem pô-los lá, qq q seja o motivo -- tudo bem, nada contra, é um país livre e um mercado livre, por isso é q há escolas privadas. mas com um pequeno problema: querem fazê-lo ao abrigo d um contrato estatal q prevê q os alunos cuja frequência da escola o estado paga sejam do concelho onde a escola está implantada. os pais d fora do concelho q querem pôr lá os filhos têm d o fazer pagando. é lamentável q haja tanta gente nesta caixa d comentários a defender a fraude. também são a favor do roubo? tipo, eu quero aquele relógio mas como o estado não mo oferece vou palmá-lo?


De Pedro a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:49
De facto acho essa prática condenável, devia ser prevenida e os pais que a fizeram no passado deviam ser penalizados. Sei inclusive que essa prática é muito abrangente no sentido em que muitas escolas públicas por todo o país recebem alunos por essa via desde que sejam preferidas pelos pais. Só não percebo que isso seja motivo para condenar ou penalizar uma escola em particular porque quem faz a fraude são os pais e não a escola, a não ser esteja a sugerir que a fraude está a ser promovida pela própria escola, mas não se referiu a nada no relatório que sugira isso.


De cc a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:53
tipo a outra que era de Paris mas morava em Lisboa? ou era de Lisboa e morava em Paris? e o zé pagante tinha que pagar o aviãozito e coiso e tal? é isso?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 14:59
a 'outra', como lhe chama, ñ apresentou dados falsos. nem procurou lucrar com essa apresentação. mas para q estou eu a perder tempo a tentar esclarecer gente q só quer caluniar e o faz, cobarde e vilmente, sob anonimato?


De cc a 3 de Fevereiro de 2011 às 15:25
a "outra" mora efectivamente em Paris e foi eleita por Lisboa, com direito a aviãozito, claro, está na lei. mas isso a si não lhe mete confusão nenhuma. Agora os malandros de Vila Franca a estudar em Arruda, pá! onde já se viu? bandidos!

 


De Inês a 4 de Fevereiro de 2011 às 02:11
tem q arranjar outro argumento pq enquanto a escola d Arruda utiliza dinheiros do Estado indevidamente, a deputada Inês de Medeiros prescindiu desse "direito a aviãozito". esforce-se para arranjar outro arg pq esse vale zero.


De Helena Costa a 3 de Fevereiro de 2011 às 16:29
Não apresentou dados falsos? E isto:

http://www.scribd.com/doc/29244301/DigC0006 (http://www.scribd.com/doc/29244301/DigC0006)


Soa mesmo a falso, principalmente comparado com este:


http://yfrog.com/5hfcwgj (http://yfrog.com/5hfcwgj)






De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 17:54
helena costa, s chegou a esta altura dos acontecimentos a fazer finca pé na ideia d q a inês apresentou dados falsos talvez quwira fazer companhia às pessoas q a inês processou por terem afirmado isso. quer fazer o favor d mandar a sua morada p recepção da notificação judicial?


De Helena Costa a 3 de Fevereiro de 2011 às 21:40
Ai sim? Não sabia que a Inês lhe tinha passado procuração. Já agora, como correram esses processos? Tiveram algum sucesso?


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 21:56
sou auto-appointed procuradora contra as calúnias e as nojeiras propaladas por irresponsáveis e canalhas (geralmente as 2 coisas) q s entretêm com isso, por decerto falta d vida. quanto aos processos, be still your heart.


De cc a 3 de Fevereiro de 2011 às 22:41
anónimos tipo valupi? é isso? malandros pá!
ou valupi é malandragem e o tipo chama-se ipulav?
o que seria de nós sem a sua benigna presença a descobrir estas coisas mais os maladros de vila franca em arruda. bandidos pá!


De Helena Costa a 4 de Fevereiro de 2011 às 20:14
Conhecendo, como todos conhecemos, o seu estilo contestatário e se esta história das viagens tivesse acontecido com outro deputado, do PSD, por exemplo, de certeza que seria a primeira a, usando as suas palavras, "caluniar" e a "propalar nojeiras".


De Shyznogud a 4 de Fevereiro de 2011 às 16:35
Gostei da "coragem" da Helena Costa, não se coibe de difamar mas assumir as consequências de tal era o assumir.


De Ana Matos Pires a 4 de Fevereiro de 2011 às 16:52
Nada que não fosse de esperar, aliás.


De Ana Matos Pires a 4 de Fevereiro de 2011 às 16:54
O desviar do assunto em discussão, com argumentação rebaxoleira, tb é sintomático e demonstrativo do carácter.


De Helena Costa a 5 de Fevereiro de 2011 às 21:45
Não era má ideia, antes de atacar o carácter de quem não conhece, estar mais atenta e verificar que não fui eu que desviei do assunto em discussão.


De Ana Matos Pires a 6 de Fevereiro de 2011 às 12:03
Manteve e fomentou. O carácter também se expöe nestes pequenos grandes nadas.


De Helena Costa a 5 de Fevereiro de 2011 às 21:49
E parece que não sou a única a não se coibir de difamar. "Canalhas e irresponsáveis". Secalhar , eu também devia pedir a morada da Fernanda Câncio.


De Ana Matos Pires a 6 de Fevereiro de 2011 às 12:03
Resmas deles, é o que para aí não faltam.


De Marcelo do Souto Alves a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:43
«Aparentemente os pais querem muito p[ô]r os filhos nessa escola de Arruda dos Vinhos». Vá lá, que até é só na Arruda, menos mal. Pior seria se quisessem pô-los num Colégio na Suíça - pela qualidade do Ensino, não é? - e o "zé pagante" tivesse que continuar a subsidiar (e a calar!)...


De Honesto Intelectual a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:50
Conclusão: o Orçamento de Estado, através das mãos dos políticos, andaram a tornar mais luzidias muitas barriguinhas ao longo dos anos. E só este governo já vai em mais de cinco.
Acertos de contas que se fazem quando há crises, porque, fora disso, ou há falta de coragem ou então excesso de outra coisa.


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:54
é mesmo isso. q a crise sirva p alguma coisa.


De f. a 3 de Fevereiro de 2011 às 12:56
com uma ressalva, porém: não é exactamente d 'políticos'  ou só d 'políticos' q s trata. quem decide ou decidiu a existência destes contratos foram os chamados 'serviços' -- direcções regionais d educação, etc -- que além disso, s eximiram d inspeccionar e fiscalizar. e resta sabe o q, face a este relatório, farão. sendo q agora a bola passou para a tutela, naturalmente.


De Honesto Intelectual a 3 de Fevereiro de 2011 às 13:44
Pois. Será assim. O que quer dizer: "políticos" e "amiguinhos", mais uns amigos destes.
Agora, não há-de ser fácil e poderão até ser cometidas algumas injustiças, face às expectativas criadas pelos privados.
Daqui para a frente, o mais provável é que os liberais, defensores de menos Estado, continuem a exigir num dia menos Estado, no outro subsídios do Estado. Como sempre, aliás. E tudo continue mais ou menos na mesma.


De Honesto Intelectual a 4 de Fevereiro de 2011 às 12:41
Cara f.
Não é para voltar à vaca pelos vistos ainda quente (basta ler a helenafmatos no Blasfémias, mas já levou), nem para repisar, nem para chatear. Nem tão pouco para criticar a classe política, até porque me considero muito político, embora muito crítico. Também não é com intenção de lhe mostrar um pequeno exemplo que, tenho a certeza, até já leu. É apenas para registo e, já agora, para que veja que eu também li. Mas há muito mais casos que eu bem sei. Com simpatia.

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1775408 (http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1775408)



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