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make a wish

por f., em 22.02.11

'vou dormir', disse ela. 'espero acordar amanhã com menos um filho da puta na terra.'

 

tribunal era melhor. mas se não puder ser, paciência.

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10 comentários

De xico a 22.02.2011 às 08:52

Quem faz negócios com eles não tem moral para falar. E isto dos negócios, inclui-nos a todos. O mínimo que se pode chamar a este tipo de despertar "democrático" das nossas consciênicas, é hipocrisia.

De j a 22.02.2011 às 15:50


Eu sei que não vem a propósito deste seu post, mas deixe-me desabafar, já que fala em filhos da puta, e arranje um cantinho para isto:


 


«…


Avaliação em ca(u)sa própria


Ao longo da minha vida profissional tive que avaliar pessoas quanto ao seu desempenho profissional, tendo procurado sempre fazer a avaliação suportada em critérios objectivos, bem sabendo da dificuldade em conseguir objectividade onde esta, por muito que nos esforcemos, não existe, ou quase nem sempre existe.


Sempre achei que a objectividade deve ter como pressuposto uma discriminação negativa, querendo com isto dizer que, em funções com conteúdos funcionais e categorias iguais, a avaliação só pode ser assente em factos de natureza disciplinar, caso contrário não vejo como avaliar em função de pressupostos de avaliação positiva quando dentro da mesma categoria e conteúdo funcional todos cumprem.


A avaliação só faz sentido em função de objectivos ou de resultados, devendo, também aqui, ser possível conseguir mensurar com objectividade, e apenas fazendo sentido para o caso das chefias, também sabendo que, e também neste caso, a objectividade é… subjectiva. E política. Sempre. E cada vez mais.


A avaliação, não pode, ou não pode apenas, depender do chefe directo, sobretudo quando este, ele próprio, não é avaliado por quem ele avalia. A avaliação não pode depender de critérios que existem só porque têm que existir… critérios. Porque, se os critérios não existem, então, não pode existir avaliação por falta dos tais… critérios.


 


(continua…)



 

De Carlos Capitão a 24.02.2011 às 12:50

Concordo consigo, eu que também me vi obrigado, por dever de ofício, a julgar o desempenho dos meus subordinados.
Mas penso que essa avaliação é fundamental, tanto para apreciar o desempenho do avaliado como o do avaliador. E, para mim, a avaliação que fazia servia mais para excluir do que para premiar, ou seja, procurava mais não fazer injustiças do que fazer justiça, meta esta impossível de atingir a cem por cento, julgo eu.

De j a 22.02.2011 às 15:52

(continuação…)


 


Concluindo que a avaliação tende a ser falaciosa, porque com esta se pretende sobretudo discriminar quem não segue os critérios do chefe. E os critérios existem, em alguns casos, apenas para servir de suporte à avaliação, e não porque o conteúdo funcional que lhe está subjacente faça, em muitos casos, qualquer sentido, porque a função, e daqui o critério, nem sequer fazem sentido existir.


Dou como exemplo um simples funcionário administrativo que sempre teve que fazer uns quaisquer mapas para enviar para o escalão hierárquico superior, seja para efeitos de estatística, de controlo ou de análise. Ou de coisa nenhuma, pois apenas é necessário continuar a fazer e a enviar os mapas porque naqueles está suportado um item do critério de avaliação.


Ou seja, aqueles mapas não fazem qualquer sentido, até porque, as mais das vezes, ninguém os analisa, ou porque, simplesmente, se tornaram redundantes face aos suportes informáticos hoje existentes. Mas, acontece, que é necessário continuar a fazer e a enviar os mapas para avaliar quem os faz.


Mas, pior, é quando o chefe avalia em ca(u)sa própria. E isto também acontece quando no mesmo organismo trabalham o chefe e o seu cônjuge, sabendo eu de casos em que o chefe avalia o seu subordinado, e que também é o seu cônjuge. E com uma avaliação de Muito Bom. Afinal, não fora a circunstância de ser o seu cônjuge. Caso contrário, faria sentido que já se tivessem divorciado.


…»

De Carlos Capitão a 24.02.2011 às 14:41

Concordo consigo, eu que também me vi obrigado, por dever de ofício, a julgar o desempenho dos meus subordinados. Mas penso que essa avaliação é fundamental, tanto para apreciar o desempenho do avaliado como o do avaliador. E, para mim, a avaliação que fazia servia mais para excluir do que para premiar, ou seja, procurava mais não fazer injustiças do que fazer justiça, meta esta impossível de atingir a cem por cento, julgo eu.

De João Branco a 22.02.2011 às 18:07

Haia espera por ele. Para fazer companhia ao Karadzic.

De Marcelo do Souto Alves a 24.02.2011 às 13:12

Sim, era muito bom que esse chacal chegasse a Haia e bem depressa.

Mas o mais certo é já não ir a tempo "de apanhar o avião", tal como aconteceu no Natal de 89 ao famoso bandido romeno, N. Ceausescu, que foi chacinado às mãos do Povo que durante décadas espezinhou e oprimiu.

Há crimes que ultrapassam o próprio conceito de injustiça e que, como tal, se excluem a si próprios de merecer a dignidade e a humanidade da Justiça.

Hitler também não chegou, nem chegaria nunca, a Nuremberga.

E Estaline acabou só, estendido no chão do seu quarto, onde apodreceu durante três dias sem que ninguém ousasse ou, talvez melhor, se interessasse mínimamente por saber como o facínora se finou.

De Arlindo Rubéola a 25.02.2011 às 09:24

Que coincidência! Eu todas as noites me deito com o mesmo desejo, mas em relação à Fernanda Câncio, o ser humano que mais me enoja ao de cima da Terra!

De f. a 25.02.2011 às 12:38

pronto, agora volte aos choques eléctricos.

De Tiago Cabral a 25.02.2011 às 19:14


e mai nada

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