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Religious Left

por Palmira F. Silva, em 20.08.11

No retiro espiritual Fórum Novas Ideias para a Esquerda, que o BE realizará em Setembro para se repensar, vai haver uma sessão dedicada às «Narrativas libertadoras no Corão e na Bíblia». Estou espantada com a falta de uma sessão, não sobre a Torah, que nunca me passou pela cabeça poder ser incluida,  mas sobre, sei lá, os Vedas ou os Sutras.

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11 comentários

De xico a 20.08.2011 às 16:01

Talvez porque os Vedas ou os sutras não tenham significado nem expressão na nossa cultura. Na formação da nossa identidade social e cultural???!!!  O ateísmo provoca cegueira?
Ou é como aqueles new age que descobriram as técnicas da meditação e a ginástica yoga juntamente com o veganismo, esquecendo S. João da Cruz ou Sta Teresa de Ávila, ou os sufistas ibéricos que tanto influenciaram o Sul da península na Idade Média?
Tschh, tschh, tschh. Tinha a Palmira em melhor conta.

De Palmira F. Silva a 20.08.2011 às 16:33

sigh... de qq forma vou esperar pelos resultados dos censos 2011 para ver mas diria que a expressão do Corão em Portugal deve ser comparável à dos Vedas ou dos Sutras.

De xico a 20.08.2011 às 16:04

E já agora. Se vão incluir a Bíblia, seria redundante falar na Torah. Ou não acha?

De Palmira F. Silva a 20.08.2011 às 16:35

Sigh again, percebeu o que quis dizer certo? melhor que no caso de eu ter escrito Tanakh em vez de Torah

De António C. Mendes a 20.08.2011 às 16:41

A sua anti-religiosidade torna-a numa das pessoas mais incrivelmente religiosas que já vi exporem-se como tal.
É muito fácil concluir que a religião (pelos vistos, seja ela qual for, mas uma com paixão desmedida) ocupa, sem dúvida, um papel central na sua vida.
Digo-lho como católico, os meus colegas católicos mais fervorosos (beatada, como gosta de lhes chamar), são aprendizes ao pé de si.
A Palmira é a Matriarca da ateisada.

De Palmira F. Silva a 20.08.2011 às 20:04

E prontus. Mais um católico a salivar pavloviamente em acusações ululantes à minha suposta anti-religiosidade sem se dar ao trabalho de ler o post. sigh, enfim, não há mesmo nada a fazer

De tric a 20.08.2011 às 19:03

o Bloco de Esquerda que abrir aqui em Portugal, uma filial,  da teologia da Libertação...

De António C. Mendes a 20.08.2011 às 20:04

Gaita. Nem ao menos um sigh!!

Má!

De Palmira F. Silva a 20.08.2011 às 20:10

Umzinho :) não o leu ... como não leu o post :)

De Rui Rodrigues a 21.08.2011 às 10:36

Eu já não tinha o BE em grande conta, agora já não o tenho em conta nenhuma.

Interrogo-me no entanto, sobre qual será a lógica de dar rédea solta a um instrumento de controle de massas por parte de um partido de esquerda. A única explicação que encontro, é que esta será uma maneira (tola) de ser diferente do PCP.

Respondendo a algumas provocações acima:

http://www.spiegel.de/international/spiegel/a-777281.html

"Does Secularism Make People More Ethical?

Non-believers are often more educated, more tolerant and know more about God than the pious. A new wave of research is trying to figure out what goes on in the minds of an ever-growing group of people known as the "Nones"."

De xico a 21.08.2011 às 15:34

Caro Rui,
Sou religioso e por isso, crente. Não me julgo acima nem mais ético do que outro qualquer. Se alguma provocação posso dar a entender é simplesmente uma reacção ao tipo de intolerância que o seu comentário alberga.
Todos conhecemos os estudos de que fala. Abundam por aí, cada um mais extravagante que outros.
As pessoas não são melhores ou piores por serem crentes. A intolerância surge sempre de onde menos se espera.
Suponho que quem fez a revolução cultural na China, ou no Cambodja não eram crentes. Isto não é uma provocação, como o seu pseudo inquérito. É um facto.
É natural que quem vá contra um determinado mainstream, como os ateus numa sociedade religiosa, necessita de racionalizar o seu ateísmo e dai se lhes reconheça maior conhecimento e cultura, o que é diferente de serem ou não detentores de verdade.
Nunca se esqueça que o nazismo floresceu na sociedade mais culta e letrada da Europa, e foi na Universidade que obteve os seus maiores apoios.

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