De
Shyznogud a 18 de Setembro de 2011 às 13:16
ao 1m57s início da confissão pública de um crime
De Alexandre Carvalho da Silveira a 18 de Setembro de 2011 às 13:25
Mas palavras para quê? É um "artista" portugues. É o Alberto João himself! E até aposto que ele vai ter outra maoioria absoluta!
De Também quero ! a 18 de Setembro de 2011 às 13:56
É só ver, Oeiras e Gondomar...
Como diz o Val, "O que Jardim hoje disse, que o encobrimento tinha sido uma defesa contra o Governo do PS, já Guilherme Silva tinha anunciado de outra forma há poucos dias: a Madeira recusa-se a respeitar a Lei quando não concorda com ela."
E tal como um anónimo* nos comentários ao Val, tb eu estranho o silêncio do senhor Silva...
"se fosse com os açores, o jeitoso de belém já tinha interrompido um jogo do nacional para debitar umas inanidades sobre o equilíbrio e a configuração de poderes do sistema político previsto na constituição."
De João Carlos a 18 de Setembro de 2011 às 15:33
Eu mais que o silêncio do sr Silva, que já mostrou que dobra a espinha ao Bokassa da Madeira, estranho o silêncio ensurdecedor dos blogs de direita. É, que tirando bocas patetas dos cachimbos de que o Alberto João é na realidade um socialista encoberto, nem piam. Os blasfémios então, desde as 10 da matina de ontem que entraram em período de nojo...
Após meio mundo luso, pelo menos a metade (in)formada e pensante, ter levantado a voz para criticar o esbanjar do €uro alheio por parte do caruncho que parasita uma das insularidades nacionais, estava à espera de receber como reacção, não um mea culpa ou um pedido de perdão, embora ambos merecidos todavia impossíveis de serem proferidos pela boca de quem tanto deve, mas confesso que, idiota, esperava alguma decência. Notem que nem sou muito exigente. Um pesado silêncio, um olhar atrapalhado, um gaguejo... No fundo a admissão de alguma decisão mal tomada.. Mas não.
Nem assunção de culpa nem remorso. Nem sequer o mais elementar reconhecimento do tamanho cagalhão que se defecou e que foi atirado às fussas dos cubanos do contenente.
Nada disso.
Apenas orgulho.
Alberto João Jardim fez uma bela cagada. E está orgulhoso. Está feliz.
Ouvi-o já, interpelando os jornalistas:
«Um brinde aos senhores jornalistas! Que se "devirtam" nas próximas três semanas. Eu de certeza que me vou "devertir"!»
Não bastando o assobiar para o ar de quem se empaturra com o tamanho do ego próprio veio hoje o embaixador das terras madeirenses no contenente, outro iluminado madeirense por sinal, Sr. Guilherme Silva, encher a praça pública de vergonhosas bacoradas a propósito das declarações de António José Seguro e Paulo Portas.
Sobre o primeiro acusou-o de uma ignorância total, de um desrespeito total pela autonomia política regional, pela autonomia partidária, por estar sempre a bufarinhar sobre a retirada da confiança política laranja a AJJ.
Sobre o segundo foi mais longe e abriu totalmente a cavidade bocal, deixando sem pejo sair todo o ódio que parece sentir, na pessoa de Paulo Portas, por todos os continentais invejosos e malfazejos que se atrevem a dizer mal do deus madeirense e da sua cara e mal paga obra.
Sobre Tó Zé nada Seguro pouco há a dizer. Pouco mas ainda há.
Quanto mais tempo o primeiro-ministro demorar a demarcar-se totalmente deste tipo de percevejos trazidos pela maresia que infestam o espectro político nacional, quanto mais protelar medidas para estancar as feridas que a cada dia se rasgam, quanto mais se atrasar na contabilidade de quanto isto vai custar a cada um, mais dá azo a que o Tó Zé encha tanto a boca que qualquer dia começa a ter razão.
A segunda parte do zurro é mais rica. Em mais merda. Mas ainda assim rica em alguma coisa.
Mas será que só a mim me choca que a realidade não exista na cabeça desta gente?
Mas será que ninguém com estatuto político tem cojones para pôr estes bananas na prisão no lugar?
Não há ninguém que pare com este cagadouro diário de aparas de Madeira podre?
Está tudo cego?
Se alguns Madeirenses estão tão ansiosos por defender o que não tem defesa, se estão orgulhosos do seu fuhrer, se se consideram superiores e tanto prezam a sua "autonomia", eh pá, faça-se lá justiça!
Cumpra-se a vontade dos dois lados da barricada.
Tão fácil e todos apoiamos:
Os Madeirenses que paguem a merda que fizeram.
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