Não se percebe de facto o que pretende António Borges, que já foi vice-governador do Banco de Portugal e vice-presidente do PSD e agora dirige o Departamento Europeu do FMI, quando se refere às «surpresas em Portugal» que «foram muito grandes, não só pelo tamanho, mas também pela falta de controlo que revelou». Continuará com o síndrome do sebastianismo em part-time?
Isabel Moreira
Miguel Vale de AlmeidaRogério da Costa Pereira
Rui Herbon
