De fernando antolin a 19 de Dezembro de 2011 às 15:26
Mas a continuidade está assegurada pelo 3º membro da Santíssima Trindade...restará aos norte-coreanos,como dizia o outro, sorrir e acenar...pobre vida.
Toda a gente sabe que Kim Jong Ill era apenas um Marreta que acenava a multidões, assistia a paradas militares e aparecia em fotografias e estátuas em tudo quanto é sítio. Para sobreviver, um regime totalitário precisa do culto da personalidade e de um palerma, geralmente de bigode, que se preste a isso. No caso da Coreia do Norte optaram, e bem, por um boneco de pano, que é mais fácil de manobrar e não morre se o mantiverem longe de traças. Escolheram o Kim Jong Ill como podiam ter escolhido o Fozzie Bear, o Poupas ou o Manjerico dos amigos do Gaspar.
Mais do que um país, a Coreia do Norte é um parque temático dedicado ao livro 1984 e, nesse sentido, o Kim Jong Ill era o seu rato Mickey. A minha teoria é que ele não morreu, apenas ficou tingido de cor-de-rosa depois de alguém ter escolhido o programa errado na máquina de lavar roupa. E, assim, deu uma mensagem de esperança ao povo oprimido da Coreia do Norte, até os Marretas morrem.