quando em 2010/2011 o governo sócrates decretou um corte médio de 5% nos vencimentos dos funcionários públicos que ganhassem mais de 1500 euros, a ter lugar em 2011, o banco de portugal rabeou mas foi obrigado a aplicar o corte. em 2012, porém, com o governo passos, e numa situação que o próprio banco de portugal reputa de muito mais grave ainda que a de 2011, com uma tutela exterior nas contas do estado e uma gravíssima recessão económica, os cortes decretados nos subsídios de férias e natal não são acatados pelo banco.
a administração é a mesma. o que é que mudou? ah pois é. isto enquanto se exige, num mês, a devolução de prestações sociais alegadamente pagas por engano; quando se querem obrigar as pessoas a trabalhar mais meia hora e descer assim ainda mais os seus já depauperados salários; quando se cortam subsídios a todos os funcionários do estado que auferem a partir de miseráveis 600 euros ilíquidos. fortes com os fracos, fracos com os fortes. alguém ponha isto em latim e faça a divisa deste governo. para pôr no pinzinho, junto ao coração.
AGORA no governo, nomeados são mais de 600, impostos subiram, desemprego sobiu e continua a subir, salários, pensões e 13º e 14º foram cortados, IPSS acolhem milhares de novos pobres, benefícios na banca mantêm-se, centros de saúde encerram, taxas moderadoras aumentaram, passes sociais encareceram, fundações e institutos crescem, como o novo Instituto Português da Moda, os tachos para o boys seguem a “bom ritmo”: CGD, EDP, Águas de Portugal, etc!!!
Isabel Moreira
Miguel Vale de AlmeidaRogério da Costa Pereira
Rui Herbon
