agora mesmo, na tvi24, constança cunha e sá fez a pergunta que se impõe: que vão os 'ilustres' pensionistas do banco de portugal, que tanta lição de moral têm dado aos outros, fazer perante a decisão do banco de se furtar ao corte dos subsídios? e, sobretudo, que vai fazer o presidente da república? 'aceita?', questiona a constança.
ora bem: é a grande oportunidade de cavaco tentar provar que não é o que é e que todos sabemos que é. custa-lhe é uns 10 mil euros. o que é barato, baratíssimo, tendo em conta o muito que é preciso esfregar para tanta nódoa.
aceitam-se apostas.
De Tiago C a 13 de Janeiro de 2012 às 21:46
"oportunidade de cavaco tentar provar que não é o que é e que todos sabemos que é"
Quando optou pela reforma por ser de maior valor que o vencimento do cargo de PR, já nada podemos esperar. Nem que prescinda dos dez mil euricos do subsídio.
De Rómulo da Silvaa a 13 de Janeiro de 2012 às 23:57
Não seja injusta com o cavaco. Ele já explicou que tem qua ajudar a mulher que "trabalhou toda a vida e só tem uma reforma de 800 euros"
De Graça Coelho a 14 de Janeiro de 2012 às 01:56
Estes 10 mil euritos vão ser utilizados para levar a Maria à Capadócia que ela gosta tanto.
A marquise também precisa de levar silicone,das ultimas chuvadas meteu água.Há sempre despesas inesperadas.
É mintira ", vai-lhe comprar mais uns presépios que depois ela nem desembrulha e vai ficar surpreendida ao vê-los numa qualquer exposição dos mesmos.
De vítor dias a 14 de Janeiro de 2012 às 12:13
A Fernanda talvez não se dê conta mas procede a uma curiosa inversão de deveres ou responsabilidades.
É o Banco de Portugal e não os seus reformados que tem de declarar que decisões toma a esse respeito.
Eu, se fosse reformado do BP e me tivesse oposto politicamente ao corte imposto aos funcionários públicos, não teria nenhuma obrigação de reclamar que me cortassem também a mim pois, dessa forma, até pareceria que apoiava politicamente a medida.
De
f. a 14 de Janeiro de 2012 às 14:48
caríssimo vitor: percebo q veja o presidente da república como s + não fosse q um reformado do banco d portugal -- afinal, é como tal q s comporta. ñ percebo mm é onde viu a oposição política do pr à medida d corte d subsídios; é q eu por exemplo sei, como o vitor tb saberá, q o pr tinha a obrigação, como ajuramentado guardião do cumprimento da constituição, de enviar para fiscalização preventiva o dito e ñ o fez. e s o não fez foi porq quis q o corte entrasse em vigor sem delongas. e s o quis foi porq acha q é necessário. e s acha q é necessário deve pugnar para q lh seja tb a ele imposto, como reformado, e fazer saber ao pres do banco d portugal q intervirá publicamente para s opor ao privilégio. a ñ ser q queira amealhar, a um tempo, a aparência d oposição política à medida sem os custos de efectivamente a fazer, e os subsídios. chapeau, plos vistos, já q pessoas como o vitor dias engolem.
De vítor dias a 14 de Janeiro de 2012 às 23:08
Caríssima Fernanda, escrevi o que escrevi e como escrevi não por causa do que a Fernanda disse sobre Cavaco mas por ter citado a Constança Cunha e Sá que, por sua vez, tinha falado sim do que vão fazer «os 'ilustres' pensionistas do banco de portugal».
É que eu, embora sem um cisco de procuração ou consulta, conheço pelo menos um reformado do BP que pode ser considerado na lista dos «ilustres» (e já foi citado na 1ª página de um jornal) e que se opôs publicamente e até na televisão ao corte dos subsídios à função pública.
De JgMenos a 14 de Janeiro de 2012 às 13:59
Anda tudo à volta de invejas e falsas moralidades, mas a realidade é outra.
O microcosmos da função pública tem uma só avaliação: ou são menos ou recebem menos. Para a privada, em algumas actividades, é exactamente o mesmo.
Quem sustentava o peditório deixou de dar, e quer o que deu de volta.
Tudo o mais é treta!
Mas passa pela cabeça de alguém que os "trutas" que vão ter os subsídios cortados não vão arranjar maneira de os reaver através de outras vias?
Para os reformados e pensionistas que não tenham cartãozinho vai ser mais difícil, mas para os restantes há tantos expedientes que até me canso de os enumerar.
Será que irão mesmo cortar esses subsídios? Em Portugal, há uma série de instalados, que acham que merecem o valor pecuniário das suas reformas e pensões que auferem. Os outros é que ganham sempre bem, mesmo que ganhem menos do que eles. Até parece um mero silogismos matemático....
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