afinal o presidente só vê neste caso um problema estético.
é que o presidente só está preocupado com o que parece, não com o que é.
só assim se explica a forma como reagiu às perguntas sobre se tenciona aceitar os subsídios, mais exactamente recusando responder. aliás essa recusa de resposta permanece no comunicado que o presidente fez para, supostamente, esclarecer o que quis dizer na não resposta anterior.
esta preocupação do presidente, com o mal que pode parecer ele poder querer ficar com os subsídios quando defendeu a equidade e se insurgiu, falando de iniquidade, em relação ao facto de os trabalhadores do sector público serem onerados com muito mais sacrifícios, para bem da nação, que os outros, é plenamente justificada. parece realmente muito mal. é realmente muito difícil de explicar
tão difícil de explicar que o presidente optou por vitimizar-se, na tentativa de desviar as atenções do que lhe fora perguntado. e fê-lo de modo impensável: retratando-se como uma pessoa com dificuldades, injustiçada depois de uma vida de trabalho; e faltando à verdade.
não há outra forma de qualificar o que o presidente fez quando alegou não saber quanto recebe como pensionista do banco de Portugal, quando omitiu as despesas de representação que recebe – quase três mil euros por mês, 40% do ordenado de presidente – e quando mencionou não receber o ordenado de presidente como se tivesse sido opção sua e não uma imposição legal.
o presidente omitiu o valor da sua pensão do banco de Portugal – que, fazendo contas, concluímos andar à volta dos 8000 euros -- porque sabe muito bem que se o dissesse não poderia fazer-se de coitado. E omitiu receber as despesas de representação pelo mesmo motivo: porque sabe que só esse valor é muito, muitíssimo, em relação ao que recebe a generalidade dos portugueses. E que o facto de os valores q aufere serem tão elevados torna ainda mais difícil explicar a questão dos subsídios.
ora isto é realmente espantoso, por dois motivos: pelo escárnio e pela total insensibilidade que representa em relação a quem efectivamente passa dificuldades, num país em que o ordenado médio é de menos de 800 euros e no qual tudo aumenta brutalmente, mas também por ser possível o presidente achar que esta rábula passaria, que não ia causar a indignação geral.
porque o presidente quis mesmo dizer aquilo que disse. tanto que o repete no comunicado que fez sobre o assunto, e no qual supostamente viria esclarecer o que quis dizer e que teria sido mal interpretado.
“apenas quis ilustrar, com o meu exemplo, que acompanho as situações que chegam ao meu conhecimento de cidadãos que atravessam dificuldades e para as quais tenho chamado a atenção em diversas intervenções públicas.”
cavaco quis portanto ilustrar o exemplo dos cidadãos que atravessam dificuldades com as sua próprias, de pessoa que aufere cerca de 13 mil euros mensais, além de, não despiciendo, ter tudo pago pela presidência? E repete isto ao fim de três dias de indignação e depois da primeira vaia a um presidente da história da democracia portuguesa, por acaso no primeiro aniversário da sua eleição?
é caso para perguntar se, já que o presidente manifestamente não percebe a gravidade do que fez e o que se está a passar, não há assessores de comunicação em Belém que lho façam ver. é que assim não há comentadores pressurosos que lhe valham na desculpabilização. aliás, se há aqui uma metáfora – que é a tese apresentada por antónio capucho e marcelo rebelo de sousa para ajudar cavaco – é o que isto diz sobre o desrespeito do presidente pelos portugueses de quem se afirma provedor.
que efeito isto terá na percepção do presidente pelos portugueses, não sei. afinal, o célebre caso das escutas, o mais grave episódio da democracia portuguesa, acabou por não afectar grandemente a sua imagem. Aliás não o impediu de ser reeleito, mesmo se é o presidente com menos votos da nossa história. talvez isso explique que cavaco ache que pode dizer e fazer tudo. veremos. e já agora veremos também se algum dia teremos direito a saber qual o valor da pensão que o presidente recebe do banco de portugal e a uma resposta sobre a questão dos subsídios. porque o certo é que ainda não sabemos se cavaco decidiu ou não recebê-los. ou seja: estamos onde estávamos a semana passada. a cortina de fumo que o presidente quis erguer está a surtir efeito.
De Luís a 25 de Janeiro de 2012 às 13:15
f., este presidente faz-me vomitar! Não tem classe nenhum, é incompetente, não tem qualquer cultura e é incapaz de alinhar duas palavras numa frase capaz de fazer sentido! Este presidente não me representa, nem quero que me represente!
Faz-me lembrar a grande amiga dele, a MFL, quando abrem a boca raramente sai coisa que se aproveite.
Às vezes dou comigo a pensar se este presidente está efectivamente bem da cabeca. Cada vez que abre a boca, das duas uma:
1. ou não percebemos nada do que disse, ou
2. percebemos e, frequentemente ficamos chocados com o que percebemos, mas aí temos uma série de professores, ajudante, acessores e gente afim que nos vêm explicar o que afinal ele tentou dizer mas, coitado, não conseguiu.
Isto comeca a torner-se ridículo, se não triste.
Quanto à questão das reformas, a f. disse tudo.
De joaozinho cebola a 25 de Janeiro de 2012 às 13:40
nao vai comentar também a vida lauta do seu amigo e ex-primeiro ministro em Paris? A senhora não tem moral para criticar ninguém. Insignificante.
De
Bolota a 26 de Janeiro de 2012 às 00:00
Cebola,
Cala-te, cheiras mal da boca.
De Graça Coelho a 25 de Janeiro de 2012 às 14:43
Os direitos adquiridos de Cavaco Silva, que para ele são inquestionáveis, foram o seu calcanhar de Aquiles.
De Guardiola a 25 de Janeiro de 2012 às 14:51
Jesus! Cada vez mais bonita.
De cr a 25 de Janeiro de 2012 às 15:11
Perfeitamente esclarecedor o seu texto.
O lamentável em tudo isto são os " longos " anos que este homem ainda tem á frente do País.
É tão;
humilhante!
vergonhoso!
revoltante!
Pode ser que sirva de exemplo em quem nele acreditou, eu não acredito nele desde o dia que o ouvi falar pela primeira vez, por isso sou suspeita.
De henrique pereira dos santos a 25 de Janeiro de 2012 às 15:34
Gostava que me explicasse as contas que fez para concluir que a pensão do Banco de Portugal é de 8000 euros (mais ou menos). Eu sei que é um pormenor, mas gostava que me explicasse que por mais voltas que dê não encontro a mínima base para esse valor que tem sido repetido exaustivamente (quase uma semana depois não há um único jornal que me explique quanto recebe o presidente de facto, líquido). É um pormenor, mas gostava de perceber esse pormenor.
De
Shyznogud a 25 de Janeiro de 2012 às 17:53
"É fazer as contas" e extrapolar-se. Sabe-se - a declaração de rendimentos é pública - q em 2010 recebeu 141.519€ de pensões. Se retirarmos, não os 1300 q ele afirmou ir receber da CGA mas um pouco mais, 1400 por exemplo, q multiplicados por 14 meses dão 19.600€€, terá recebido 121 mil e picos da outra pensão. Divida este valor por 14 meses e chegará a 8.600€ http://twitpic.com/8b61lm
De
Shyznogud a 25 de Janeiro de 2012 às 17:54
o português está uma bosta mas percebe-se qb, parece-me
De henrique pereira dos santos a 25 de Janeiro de 2012 às 18:35
Obrigado Maria João. Acho que as contas esquecem uns quantos pormenores. 1300 líquidos não correspondem a 1400 brutos mas a qualquer coisa pouco acima de 2000, penso eu (calculo que o nível de impostos seja elevado, como é natural). Esses 2000 e picos são de 2012, pelo serão qualquer coisa como 85% do que eram em 2010 (houve dois cortes, pelo menos, penso eu). E depois é fazer as contas que fez que acho que dão um bom bocado menos que o valor a que chegou. Que é bruto. Depois é fazer os descontos (duvido que líquido passe muito dos 5000 euros, penso até que não chegará a 5000, mas é isso que gostava de saber em concreto). Continua a ser muito dinheiro, continuam a ser umas declarações idiotas, mas há alguma diferença de grau que eu gostava de saber qual é.
De
f. a 25 de Janeiro de 2012 às 18:56
henrique, tem toda a razão nas suas questões: toda a gente gostaria muito de saber com precisão quanto recebe do banco de portugal o presidente. sucede que, não sei se reparou, ele faz questão em não dizer. e assim obriga-nos a exercícios de adivinhação. por outro lado, o presidente preferiu receber as pensões em vez do salário da função, que somado às despesas de representação passa, em termos ilíquidos, dos nove mil euros (mesmo com os cortes). daí que com certeza tenha feito as contas d forma a receber mais.
De
Shyznogud a 25 de Janeiro de 2012 às 19:06
Nem mais, Fernanda (já agora, Henrique, Cavaco não especificou se os 1300 eram brutos ou líquidos e o q é normal qdo falamos do nosso ordenado - ou do de qqr pessoa -é referir o em valor bruto).
De
Bolota a 26 de Janeiro de 2012 às 00:02
Se Cavaco nem sabe o que disse, como queria que especificasse , fosse o que fosse???
O homem está xoné a Cavaca dá cabo dele
De Helena Pato a 25 de Janeiro de 2012 às 19:11
E já agora, gostaria de perceber por que diabo é que ele, tendo mais anos de descontos do que eu para a CGA, e sendo do E.Superior e eu do Básico (ambos com a mesma idade), tem uma reforma muito inferior à minha. Haverá certamente uma razão mas ninguém dá informação que nos esclareça acerca destes "pormenores"...
De
f. a 26 de Janeiro de 2012 às 01:42
a ser verdade o q diz cavaco -- também estranhei mto esse valor -- parece óbvio q o motivo do valor da pensão só pode prender-se com o facto de ter descontado pouco.
afinal, convém lembrar q cavaco passou 10 dos seus 72 anos (nasceu em julho de 1939) como primeiro ministro (e sete como presidente, mas já depois d reformado) -- não me lembro quanto tempo foi ministro das finanças de sá carneiro, mas provavelmente um ano pelo menos. sobram 61, dos quais podemos retirar 21 para infância, juventude e formação (sendo generosos). sobram 40, dos quais podemos retirar sete de presidência. vamos em 33. como o pr diz q descontou 40 anos para uma coisa e 30 para outra, presume-se que só pode ter acumulado (e mesmo assim percebe-se com dificuldade as contas dos anos de descontos). se acumulou provavelmente não fez muitas horas como professor -- a não ser que não pusesse os pés no banco de portugal, o q é, claro, possível. daí q se recebe pouco só pode ser por sua responsabilidade, até porque quando cavaco se reformou as regras eram mto mais favoráveis q agora.
De Helena Pato a 26 de Janeiro de 2012 às 01:57
Tal qual! É como diz. Provavelmente os 40 anos de descontos para a CGA, a que ele alude, não são correspondentes a vencimento por inteiro. Descontou menos, recebe menos...
Ou isto é tudo um grande mistério... ele meteu os pés pelas mãos, nem se pecebeu por que não sabia quanto recebia de reforma do BdP.
Obrigada, Fernanda.
De
f. a 26 de Janeiro de 2012 às 02:06
ñ tem de agradecer, helena, tb fiquei a matutar nisso e a sua questão deu-m balanço para fazer contas. e ñ percebo sequer como é q cavaco pode ter descontado 40 anos para a cga. pelas contas q fiz, ñ consigo ver onde é q ele foi buscar esses 40 anos para descontar.
De Helena Pato a 26 de Janeiro de 2012 às 02:24
Ele diz que descontou 40 para a CGA como prof universitário e ainda alguns como investigador da Gulbenkian. Só pode ter sido mantendo-se a descontar para a CGA enquanto estava em outras funções - e isso era e ainda é absolutamente legal. O que me espanta, então, é o facto de ter descontado menos do que aquilo que seria "normal" e andar a fazer, todos os meses, as "suas poupanças" - como disse...
Olhe, Fernanda, o senhor não quer esclarecer, por alguma razão será...
Fico-me por aqui, que o futuro há de tornar tudo mais clarinho...
De
f. a 26 de Janeiro de 2012 às 01:58
aliás, estava a ser realmente muito generosa. de acordo com a wikipédia, cavaco formou-se em 1964, com 25 anos. sobram portanto, somando a estes 25 os 11 anos de governo, 36 anos de vida. menos sete de presidência, 29. nesses 29 anos, esteve ainda em inglaterra a fazer um doutoramento, suponho que pelo menos um ano (diria mais). sobram pois 28 anos de descontos como professor e como funcionário do banco de portugal, isto se manteve essas funções até ser eleito.
como comparação, aos 47 anos levo já mais de 23 anos de descontos como jornalista. menos 5 que cavaco.
De henrique pereira dos santos a 25 de Janeiro de 2012 às 19:15
Fernanda, que o presidente não quiz dizer sei eu (do meu ponto de vista, estupidamente). Mas não acredito que os jornalistas noutras matérias aceitem a posição de não fazer contas porque não têm informação oficial. Eu é que não sei as regras de cálculo (em especial dos complementos remuneratórios do BP, que não sei onde se podem ver) mas não tenho dúvidas de que um jornalista empenhado o faria se quisesse (eu cheguei rapidamente a valores aceitáveis de cálculo, e tenho mais que fazer que a minha vida não é isto). É que há uma certa diferença entre dizer que o presidente recebe entre 4500 a 5500 euros (não deve fugir muito deste intervalo) e dizer que recebe 10000, como tem sido insistentemente repetido. Mas obrigado que já percebi que contas fez (que penso que estarão um bocadinho exageradas, mas um dia veremos). Já agora respondo à Maria João: parece-me que cavaco respondeu 1300 líquidos, que é o que faz toda a gente quando diz quanto recebe (e porque lhe é mais favorável por as coisas nesses termos).
De
f. a 26 de Janeiro de 2012 às 02:02
henrique, não tenho andado a fazer esse tipo de investigação, mas quem a faz garante que o banco de portugal não dá informação que permita saber c precisão quanto recebe cavaco. de qq modo, é evidente que é uma bela maquia, motivo pelo qual o presidente não quis dizer quanto -- porq acha q s encobrir o valor pode fazer de desgraçadinho.
De henrique pereira dos santos a 26 de Janeiro de 2012 às 06:41
Fernanda, já tinha ouvido esse argumento do rigor a que não se consegue chegar por parte de pessoas que sabem estar a usar um valor manifestamente errado (ao dizerem que recebe um valor que pelo menos 40% são impostos e que não incorpora 15% de cortes numa parte, que a pensão do BP não deve ter tido cortes). Está bem, abelha. Quanto às suas contas dos anos de descontos fico surpreendido. Cavaco diz que descontou 40 anos para a caixa geral de aposentações, e isso é perfeitamente compatível com o facto de se ter formado com 25 anos, porque durante o tempo em que foi primeiro ministro e etc., também descontou para a CGA. É possível que durante o doutoramento não descontasse (duvido, ele é muito prudente), mas é ainda mais provável que tivesse descontado antes de acabar o curso (durante o tempo de tropa). Portanto o número de anos parece razoável. Também estranhei o valor baixo da pensão, mas ela calcula-se não com toda a carreira contributiva mas com alguns anos da carreira contributiva. Os mais próximos da data da reforma. Provavelmente Cavaco não estaria a tempo inteiro na Universidade, não chegou com certeza ao topo da carreira académica e por aí fora, o que explica o valor da pensão, penso eu. Que cavaco pintou a situação para dar uma de vítima, embora tenha acentuado várias vezes que isso não era mito importante no caso dele porque tinha poupanças, é um facto e normal na forma como ele funciona (ele e portas são os segundos mais demagogos de Portugal, a pouca distância do quarto, louçã e a alguma distância do primeiro, um verdadeiro campeão, o nosso homem em Paris). Que a sua imensa preocupação com ele próprio e a sua superioridade moral à prova de bala (na opinião dele) o tenha cegado ao ponto de não perceber que era uma idiotice colocar-se na situação de desgraçadinho, de acordo. Mas que 4500 a 5500 euros provavelmente não chegam para as despesas dele, é natural. Porque ele tem um trem de vida que conta com rendimentos muito superiores (como teria se não fosse presidente) e ser presidente obriga (é absurdo dizer que tem tudo pago, isso não faz o menor sentido), mesmo tendo em atenção 2900 euros de despesas de representação. É um opção voluntária ser presidente, e portanto só a sua grande falta de mundo lhe permite pensar que pode dizer o que disse. Mas convenhamos que é só isso, nada mais, umas declarações tontas (não são as únicas, não serão as últimas) mas muito menos perigosas, por exemplo, que o "há vida para além do défice" de sampaio. E para mim chega deste assunto que não vale a cera que se tem gasto com ele.
De cr a 26 de Janeiro de 2012 às 14:59
Desculpe Sr.Henrique Pereira dos Santos, mas o assunto vale a cera que se tem gasto com ele sim senhor...se gosta de ser enganado é consigo, eu e muitos mais portugueses não gostamos, ora essa!
Fale por si!
Agora porque o homem é presidente quer cá ver que pode gozar com os pobres?
De Helena Pato a 25 de Janeiro de 2012 às 16:18
Não creio que tenha surtido efeito, que tudo tenha ficado na mesma. Nos cafés, nos restaurantes, nas empresas, nas esplanadas, em tudo o que é espaço público, não se tem falado de outra coisa e ainda se fala mais do que seria normal…. A Comunicação Social e as redes sociais não o têm deixado em paz. Houve, há, uma onda anti-Cavaco “nacional” como não nunca tinha havido. Depois do pretenso esclarecimento ninguém ficou convencido e muita gente terá ficado de boca aberta ao conhecer o grau de “pobreza” de Cavaco Silva estampado nos números dos rendimentos, fornecidos pela CS. No bairro popular onde vivo constato que, mais do que indignadas com as palavras, as pessoas perceberam que ele está a mentir e a tentar ludibriá-las. Há muito quem esteja a pensar, pela primeira vez, que elegeu para a presidência e reconduziu um homem sem carácter…(O povo nem sempre percebe que vai ser enganado, mas normalmente percebe que foi enganado). Este caso algum sono há de ter tirado ao PM, justamente quando a Madeira já andaria a dar-lhe insónias, mas no futuro, será Cavaco Silva quem não irá dormir sem comprimidos... e nós vimos (e continuaremos a ver proximamente) alguns dados clarificados na situação política do Presidente… Acho, sim, que a presidência da República tudo fará para que tudo fique como está.
De Helena Pato a 25 de Janeiro de 2012 às 18:41
Desculpem lá o "negrito" do meu comentário...É que trouxe em copy um comentário que fiz no facebook e limitei-me a introduzir umas alterações - não sabia que ficava com este aspecto!!!!!!!!!!
De
f. a 26 de Janeiro de 2012 às 02:02
ora, helena. todos os males fossem esses.
De matias a 25 de Janeiro de 2012 às 16:27
A estética está na moda.
http://paisinutil.blogspot.com/2012/01/o-querido-lider.html
Ou o manifesto mau gosto.
De Anónimo a 25 de Janeiro de 2012 às 18:55
T.V.I e a sua escola jornalística de perseguição política, está em casa a Fernanda, mas olhe que não é só o Cavaco que se troca todo, ok?
bem...os assessores não piam por causa das escutas, isso já nós sabemos e não vale a pena bater no ceguinho. Para além do problema do ordenado falta na sua análise apontar quanto o casal de Boliqueime declarou o ano passado no IRS em depósitos rentáveis...600 e tal mil não é coisa pequena quando a cara metade só ganha 800€ mensais....´É um patego e está tudo dito.
Comentar post