Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

'No que se refere aos chamados "feriados religiosos", julgo que a Igreja lidou mal com o problema, ao situar-se no plano de reivindicação perante o Estado: dois feriados religiosos face a dois civis. No quadro de boas relações mútuas, a Igreja não pode nem deve colocar--se no plano da igualdade com o Estado, pois são ordens diferentes.'

 

(anselmo borges, hoje no dn)

15 comentários:
De Shyznogud a 4 de Fevereiro de 2012 às 16:52
  De realçar o uso de aspas em "feriados religiosos", cuidado q não têm tido a maioria das pessoas, jornalistas incluídos, que discorre sobre o tema.


De Alexandra Tavares Teles a 4 de Fevereiro de 2012 às 17:21
sempre mto bem


De andre a 4 de Fevereiro de 2012 às 17:35

 Os feriados civis não são feriados do Estado, são feriados da Nação Portuguesa, sejam católicos ou islâmicos ou protestantes ou ateus. Compreendo a atitude da Igreja, nomedamente, do Sr. Cardeal patriarca de Lisboa, na medida em que é o 1º representante e defensor de um Estado estrangeiro e não do povo português, isto é, do Estado do Vaticano e do seu Imperador, o Papa.


De Max a 4 de Fevereiro de 2012 às 18:50
Eu acho que é precisamente na questão dos feriados religiosos que está a resolução desta questão do corte de feriados. Ainda que a questão do dito corte não tivesse sido levantada, e penso que não devia ter sido levantada, não me parece correcto que num estado laico haja feriados religiosos. Sejam esses feriados relativos a que religião forem . No entanto e por respeito à  liberdade de cada um poder professar uma religião, quem quiser assinalar os feriados da sua, que o faça. Compensa trabalhando outro dia. Simples, não é?


De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:27
aquilo q está estabelecido em várias nações é q existe 1 lista d festividades religiosas de várias religões reconhecida pelo estado. nesses dias, os praticantes dessas religiões podem pedir dispensa da escola (e do trabalho, em alguns casos).

sobre essa matéria, ver aqui.


De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:28
o linque ñ funcionou. aqui.


De Pinto a 5 de Fevereiro de 2012 às 07:58
Feriados da Coreia do Norte:

1º de janeiro: Ano Novo.

7, 8 e 9 de fevereiro: Ano Novo Coreano    

15 de abril: Aniversário de Kim Il-Sung

25 de abril: Dia das Forças Armadas              

1º de maio: Dia do Trabalho            

8 de junho: Surinal            

27 de julho: Dia da Vitória

15 de agosto: Dia da Liberação       

9 de Setembro: Independência      

14, 15 e 16 de Setembro: Hangawi

10 de outubro: Fundação de Partido dos Trabalhadores da Coreia       

27 de dezembro: Dia da Constituição



Só feriados da nação. Para a Fernanda é um exemplo a seguir.





De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:12
pinto, importa-se de ir lá fora ver s lá tou a chover? obrigada.


De http://sofcat2010.blogspot.com/ a 5 de Fevereiro de 2012 às 08:51
Titula o jornal "Público" hoje: "Jovens são os que menos se preocupam com as dificuldades dos pobres".


Em que medida isto não está relacionado com o declínio da religiosidade católica entre as camadas mais jovens e urbanas?


De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:13
é, a religiosidade católica é a cura para todos os males, desde tempos imemoriais.


De http://sofcat2010.blogspot.com/ a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:37
Pois. Mas a pergunta que fiz continua sem ser respondida. 


De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:41
será porq a sua pergunta é uma afirmação?


De http://sofcat2010.blogspot.com/ a 5 de Fevereiro de 2012 às 15:56
A pergunta pode ser lida como uma afirmação. Aprecio portanto a sua vontade de não a contradizer. Como dizia o velho monge,a felicidade passa sempre por nunca nos envolvermos em discussões.


De f. a 5 de Fevereiro de 2012 às 16:05
é, eu fujo das discussões como o diabo da cruz. it's a god honest truth. é como a sua pergunta. 


De zacarias a 5 de Março de 2012 às 13:08
mais uma pérola da habitual sabedoria jornalística.
o estatuto legal da Santa Sé é eqivalente ao de um estado, ou seja, o acordo é, para todos os efeitos, de estado a estado, mesmo que a Santa Sé em sí não seja um estado de facto. Confunde-se muitas vezes a Santa Sé com o Vaticano, esse sim é um estado.


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