Sábado, 22 de Novembro de 2008
Vasco M. Barreto

"É possivel... claro que é possivel, olha o caralho, tudo é possivel; é disso, essencialmente, que eu tenho medo: que o razoável perda para o que é possivel".

 

Ao contrário do autor, não me canso de acentuar:  o maradona é o maior. Se consegue estes efeitos a escrever sobre bicicletas, a minha fantasia de blogosfera é que um dia ele tenha um desgosto de amor e resolva fazer disso tema. 

 


12 comentários:
De Shyznogud a 22 de Novembro de 2008 às 19:10
Tens umas fantasias muito bizarras (isto sou eu a conteu um "És horrível, já te disseram?").


De jonasnuts a 22 de Novembro de 2008 às 23:03
Este é um comentário um bocadinho off topic, embora, num post sobre o maradona, seja praticamente impossível ser-se off topic.

Já esvaziaste a caixa de correio? É que ontem vinham devolvidas as mensagens com indicação de que a caixa estava cheia :)


De f. a 22 de Novembro de 2008 às 23:33
sim, esse texto é fantástico e a conclusão genial. acho é que ele queria escrever 'perca' em vez de 'perda'.


De GL a 24 de Novembro de 2008 às 19:20
"acho é que ele queria escrever 'perca' em vez de 'perda'."

Hu?


De Vasco M. Barreto a 22 de Novembro de 2008 às 23:39
Defendo há muitos anos que as citações do maradona devem ser fac-similadas.


De Shyznogud a 23 de Novembro de 2008 às 00:55
Pergunta objectiva só para estragar ambiente: o que te agrada no texto é exclusivamente a forma ou concordas com o que é defendido por ele?


De Vasco M. Barreto a 23 de Novembro de 2008 às 01:27
Geralmente é pela forma, mas quando discordo do conteúdo o efeito ainda é melhor. Neste caso concreto, concordo em absoluto com a opinião expressa no texto - excepto quanto às pernas dele, que me parecem excessivamente grossas e com pouca definição muscular, para não falar nos joelhos pouco idiossincráticos.


De Shyznogud a 23 de Novembro de 2008 às 11:40
Não querendo, para já, tecer comentários às pernas e joelhos alheias, e tendo pouca autoridade moral para me pronunciar sobre a matéria, porque sou uma carrodependente, não sei se é assim tão pacífica a opinião expressa pelo maradona. Dizem-me ciclomaníacos que Lisboa tem, salvo raras excepções bem identificadas, uma topografia perfeitamente compatível com o uso de bicicletas.


De ente lectual a 23 de Novembro de 2008 às 03:48
sim senhor. mas ó vasco m barreto, quando é que se deixa de tretas e ressuscita o Memória inventada?


De Jaime Roriz a 23 de Novembro de 2008 às 08:21
Efectivamente andar de bicicleta em Lisboa, não é uma alternativa aos transportes públicos. Eu faço 10 kms por dia aos fins de semana (mas lá na casa da praia) e aqui em Lx nem consigo fazer o circuito diário Gago Coutinho - Rua de Angola. De bicicleta é impossível para as minhas pernas prestes a fazer 50 anos, mas a pé faço muitas vezes.

Porém, a ideia de ter uma bicicleta em Alcântara e um corredor até Sacavém que me permita fazer esses 20 kms (ida e volta) quando quiser é uma excelente ideia.


De joliveira a 23 de Novembro de 2008 às 17:08
tive uma ideia... aproveitem a embalagem e depois de conseguirem probir as biciletas acabem com os passeios! cada passeio é menos uma faixa de rodagem! o futuro da cidade afigura-se risonho com estas almas a opinar! (assim tipo Bucareste ou melhor ainda)


De Ricardo Santos Pinto a 23 de Novembro de 2008 às 19:02
Acabar com os passeios? Mas pensei que já tinham acabado!
É que, sempre que vejo um passeio, estão lá estacionados carros. Ao lado dos sinais de trânsito, das caixas de electricidade e quejandas, dos semáforos, às vezes dos contentores do lixo e de tudo o mais que se queira lá pôr. E automóveis - sobretudo automóveis.
Peões é que já não se vêem muitos em cima dos passeios.


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