esta opinião pública deixa-se brutalizar por tudo e por nada - literalmente
De
M.Coelho a 28 de Abril de 2009 às 00:32
Não se preocupem .
Toda a gente sabe a diferença entre jornalistas, jornaleiros e vendedores de jornais.
De IBn Erriq a 28 de Abril de 2009 às 21:43
Quem é cada um deles?
De
M.Coelho a 29 de Abril de 2009 às 09:13
Para bom entendedor ...
Sinceramente, eu não gosto nada de comentar aqui, não há nada de nada neste blogue que se possa ler, é tudo de uma arrepiante mediocridade (por vezes acho piada à AMatos Pires e a MJoão Pires refere-se simpaticamente a coisas com interesse).
Mas agora deparo com este post vergonhoso e absurdo e cá volto.
Devia pois ter você vergonha em escrever estas coisas. Por uma razão: ninguém pode criticá-la, ninguém pode censurar as suas decisões, comportamentos, posturas? A FCâncio é tabu? E quem a critica com violência, ou faz deduções sobre as suas decisões, "desce à baixeza"?? O que é isto?
Quem julga a senhora que é? Intocável?? E porque é que não vai para um convento?
O Vidal é giro.
Abomina o jugular, mas vem cá deixar o recadito.
Tá bem, é coerente.
Adorei a sugestão para a Fernanda ingressar num convento: o Camilo chamava a esses apelos "desejos inconfessáveis que ver os adversários na cadeia".
Mas o Camilo não conta.
Conheço a directora das Carmelitas Descalças e, se a Fernanda estiver para aí virada, meto uma cunha, sem luvas ( uma cesta de morangos é quanto basta) e lá vai a moça à sua nova vida, embora corramos o risco imponderável de a Fernanda ficar, com pseudónimo tipo JS, como correspondente clandestina do DN e colunista do Jugular.
Olhe que o seu desafio pode ser um tiro no pé....do seu, claro. Vela lá onde é que se mete. Conselho de amigo.
De Carlos Chaves a 28 de Abril de 2009 às 14:50
Mete uma cunha??!!!
Oferece morangos!!!!
Por vezes neste blog aparecem as tendências do regime que vigora.
Inócuas no inicio, mas.................
MORANGOS com açúcar.
TVI - quer mais pluralismo e tolerância?
Fala em regime, ilustre.
Fala de qual?
O regime FASCISTA que agonizou e matou 48 anos, ou no regime actual, que lhe permite, até, veja lá, usar todos os meios de informação e informação xula ( origem: xula aqui quer dizer proxetena) contra o dito cujo regime sobre o qual o ilustre debita o que lhe vier às cabeças ( falo de duas) para, até, se dar magestaticamente ao luxo de insinuar ou insultar o próprio regime que alguns e algumas consideram totalitário mas pardoxalmente lhe permitem escrever ou falar sem ir em cana.
Quando, bombista, eu cooperei e por acaso liderei a operação de destruição à bomba de uma estátua de Salazar (Moçambique, 12 de Março de 75, Liceu Salazar) e apesar de Abril já ter ocorrido, o meu objectivo e dos companheiros (7) que alinharam, foi dar uma contribuição modesta em nome o regime que pelo menos rejeitavamos.
O fascista.
Depois de Abril, numa colónia assim, foi preciso mto para esclarecer Abril.
As suas equilavências carecem de urgente clarificação em sede prória: a sua consciência livre, não manipulada ( depende si) e REALMENTE LIVRE.
Cumprimentos
De Luis Serpa a 29 de Abril de 2009 às 06:00
Derrubar a estátua do Salazar à bomba no dia 12 de Maio de 1975, Guilherme Pereira, revela uma coragem fora de série. Foi um acto de uma bravura e uma valentia sem comparação. Espero que os livros de história não se esqueçam de si, e do seu contributo para a queda do fassismo.
Eu por acaso estava em Lourenço Marques nessa altura e já não me lembrava de tal prova de resistência. Erro meu. Acho que a partir de hoje, para evitar que tal se repita, devíamos instituir esse sacro dia, 12 de Maio, o "dia do Gulherme". Acrescentando "Pereira", claro, para não confundir com o outro, o verdadeiro.
De Carlos Chaves a 29 de Abril de 2009 às 11:49
Peço desculpa, não sabia que respondia a um bombista.
Esse seu feito foi verdadeiramente heróico.
Muito me admiraria se ainda não tivesse sido condecorado, num qualquer 10 de Junho!!!!!!!!!
P.S.
Verdadeiramente heróico seria se fosse um bombista suicida.
Senhor Carlos Chaves:
Descontando as suas expressões de mau gosto e pior memória, que não comento, sempre o informo que pode ficar descansado quanto a condecorações - já cá moram duas do Estado português e não as pedi.
Uma delas - a medalha de cruz de guerra - nem sequer a recebi pessoalmente, tendo-me o meu pai representado, porque estava internado no Hospital Militar a recuperar de ferimentos muito graves resultantes de uma emboscada em que caímos
( Sabondo, Zona Operacional de Tete, Moçambique), quando eu comandava a companhia de caçadores de Milange.
De Francisco Gonçalves a 30 de Abril de 2009 às 15:46
Senhor Guilherme Pereira,
Desculpe lá, eu sei que não é da minha conta, mas se o senhor, em 1975, ainda se entretinha a derrubar estátuas à lei da bomba, em que fase da sua vida é que comandou a companhia de caçadores de Milange?
De fernando antolin a 30 de Abril de 2009 às 23:14
Pode precisar melhor as datas e qual a sua patente nessa altura ?? Para quem num comentário a outro post se definia como um jovem no 25 de Abril,com que idade esse jovem comandou uma companhia de caçadores e obteve duas condecorações ??
De vitor santos a 28 de Abril de 2009 às 14:17
eh pé , deixa o vinho .
este gajo é nitidamente doido
Adorei o "nitidamente", Rui, nitidamente veio-lhe das entranhas eheh
De
jorge c. a 29 de Abril de 2009 às 11:48
E não veio sozinho!
De
jeronimo a 28 de Abril de 2009 às 00:56
O Crespo ficou tão afectado com a sua patética prestação na entrevista a Pedro Silva Pereira, que agora ficou obcecado com o envolvimento de Sócrates no Freeport. E tornou-se um dos principais paladinos da demente cruzada, como forma de salvar a face. Já é um caso patológico ...
Caro jeronimo,
Subscrevo cada uma das suas palavras!!
"demente cruzada"
Essa designação ainda não tinha ouvido.
Mas tá gira e fazia falta.
De javali a 28 de Abril de 2009 às 19:34
Qual entrevista? Aquela onde o Sr. Ministro fez de vítima ofendida e declarou, no fim, que deu a entrevista por obrigação? Eu acho bem que se ofenda os ministros: têm o direito de saber o que o povo pensa deles. E que fiquem a saber que são repelentes e que ninguém os grama. E deixem de comprar BMWs de trinta mil contos com o nosso dinheiro ou a gente chateia-se a sério. Só é pena que o voto em branco não sirva para reduzir lugares no Parlamento: isso é que era!
De j a 28 de Abril de 2009 às 01:17
Ridículo, de facto, como de pode fazer tal "equivalência".
De Jairo Entrecosto a 28 de Abril de 2009 às 01:37
Haverão "outros elementos que equivalem a uma admissão de culpa do primeiro-ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública"; como a recusa do próprio e de qualquer ministro em ser entrevistado pela TVI no âmbito das notícias do caso Freeport, segundo foi dito por jornalistas e comentadores desse canal.
Se uma pessoa acusa um orgão de comunicação social de não ser isento; poderia pressupor-se, entre outras coisas, que, por exemplo, esse orgão não daria o direito ao contraditório àqueles que eram visados nas suas notícias baseadas em factos. Mas, pelos vistos a TVI deu. E quem recusou o acesso a esse direito, foi o próprio visado nas notícias.
Sentisse-me eu injustamente acusado e perseguido por um jornal; teria toda a vontade do universo em poder ser ouvido por esse jornal e repôr a verdade, na sua própria casa; à vista do público e refutando uma por uma, com factos, as mentiras de que me senti vítima.
A liberdade de livre pensamento e opinião faz com que cada um interprete esta recusa do direito de resposta e do contraditório; como bem entender. Mais ainda, se, sem confrontar directamente e cara a cara quem o primeiro-ministro diz que o insultou, esse mesmo primeiro-ministro colocar em causa, numa entrevista a outro orgão de informação, toda a credibilidade profissional de uma redacção de jornalistas. É uma falta de ética tremenda, já que nesse espaço a matéria de facto ou seja, as notícias dadas pela TVI que o fizeram sentir-se insultado; e os jornalistas que as disponibilizaram; não estão presentes para poderem argumentar tão duras acusações.
A liberdade de pensamento e opinião também permite que cada um relacione a saída de um qualquer comentador de um programa da TVI com a "zanga" que o Primeiro-Ministro tem com a TVI. Há quem veja nisso mais um exemplo de que Sócrates e as pessoas que lhe são próximas não são tolerantes ao contraditório. É uma opinião.
Para sabermos se isso é mesmo verdade( e perder tempo com coisa tão insignificante não faz sentido), teríamos de saber quais foram as verdadeiras razões para a saída dessa comentadora. E aqui, a comentadora só tem de justificar o fim de uma relação profissional privada se lhe apetecer.
É um direito seu!
Não enumerando as razões que a levaram a desapontar-se com o rumo do programa; ( outra vez, um direito seu); possibilita que a liberdade alheia leve cada um a interpretar essa saída e a relacioná-la com o que lhe parecer mais óbvio.( um direito dos outros)
Não vejo como pode ser isso "bater no fundo".
A ausência de justificaçãos sobre as decisões profissionais de cada qual ou de fruição do direito ao contraditório fazem parte das decisões pessoais de cada um.
Mas não podem haver tabus nem vitimizações de quem escolhe ficar calado; chocando-se com o facto de outros interpretarem esse silêncio.
De
a.s. a 28 de Abril de 2009 às 11:36
ERRATA para
Caro Jairo Entrecosto:
Não se aflija que não venho comentar o que escreveu, até porque é razoavelmente incomentável.
É só uma ajudinha.
Começou mal a sua prosa, logo na primeira palavrita:
Onde se lê HAVERÃO deve ler-se HAVERÁ.
Corrija lá isso que só lhe fica bem e, ao menos, não corre o risco de um leitor distraído ter a ousadia de dizer que o Senhor é iliterato ou analfabeto, coisa que
não me passou pela cabeça, deus me livre.
Sempre atencioso, como verifica.
De Jairo Entrecosto a 28 de Abril de 2009 às 12:04
Caro a.s.:
mais valia teres ficado calado, poupavas-te ao rídiculo e aproveitas esse tempo para estudar uma gramática de Língua Portuguesa. Onde conste a conjugação do verbo haver, no futuro, na terceira pessoa do plural, de preferência; já que ainda não tiveste o prazer de a conhecer....
"Haverá" seria se me referisse a um elemento apenas; não foi o caso; disse "outros". Capice?
Se encontrares algum pontapé na gramática vê lá se és mais tolerante. Os analfabetos são vítimas da sociedade; e não é por se ser analfabeto que não se pode opinar.
Pior é um letrado como tu achar um comentário insignificante mas perder tempo a fazer-lhe erratas.
Patético não achas?
É que se achasses o meu comentário com conteúdo; ainda se justificaria que te desses ao trabalho para lhe corrigires a forma. Como ele não te diz nada, muito menos incomoda ou causa comichão; era escusado esse acto filantrópico...
E como poderia eu "afligir-me com a ideia" de puderes comentar algo que eu tenha dito?
Pois se nem te conheço, nem me referi à tua pessoa?
As manias da grandeza são lixadas...
Vive e deixa viver. E se quiseres comentar o post; é lá contigo. Foi só isso que eu fiz. Ainda bem que a direcção que dei à minha liberdade não te revoltou nem coisa parecida.
As melhoras....
De Anónimo a 28 de Abril de 2009 às 13:59
""Haverá" seria se me referisse a um elemento apenas; não foi o caso; disse "outros". Capice?"
e ele a dar-lhe. ó homem, o verbo haver quando está no sentido de existir não se conjuga no plural.
o sr. deveria ter escrito "HAVERÁ outros elementos" e não "HAVERÃO outros elementos".
mas se preferir tem sempre o ciberdúvidas...
http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=23297
De Jairo Entrecosto a 28 de Abril de 2009 às 14:56
Olha outro que descobriu a pólvora. Mas isto agora é sobre as minhas capacidades literárias?
Já reconheci o meu grave e duplo erro lá mais para a frente. Tem calma, eu sei que só por ter escrito "haverão" não mereço respeito ou liberdade de expressão. Ainda asssim, tirando a aula de gramática à magalhães que dei ao a.s., mantenho tudo o que lhe disse. Sobretudo a parte do rídiculo que é eu agora ter de receber erratas por parte de letrados que até desprezam o que eu escrevi, quando não lhes perguntei coisa nenhuma.
Mas estou muito contente, já que dentro da minha insignificância, só "conseguem "marrar" com o que escrevi, por causa da gramática. Deve ser porque em termos de conteúdo estão todos de acordo e cheios de tolerância em relação à minha opinião.
Agora, deixem de "marrar" comigo, de todo.
É melhor para a vossa azia.
Prezado ENTRECOSTO:
Levou a mal as minhas dicas e deve desconfiar que ando por aqui, quando posso, por mera diletância ou militância cívicas.
Tomara que o amigo fosse analfabeto!
Tanto que aprendo com eles.
Há uns anitos, ia propositadamente várias vezes a Beja ouvir o sábio Manel da Fonseca na taberna a conversar com analfabetos.
Nem é o seu caso.
Eu quis meter-me consigo, sans rancunne - discordo do que escreveu, em absoluto, e socorri-me de uma falha léxica sua para o atormentar.
Consegui.
Ainda bem que reagiu.
Mas sob PALAVRA DE HONRA que não o quis diminuir.
E quem sou eu para o fazer?
De artur mendes a 28 de Abril de 2009 às 16:27
Admiro a sua humilde elevação... descer à terra e falar com analfabetos é um gesto que muito o enobrece.. e me .. sensibiliza. Permito -me perguntar-lhe: também lhes corrigia algum erro gramatical... em jeito de provocação.. claro?!!!
Bem haja.
De Nuno Cruz a 29 de Abril de 2009 às 11:13
Escreveu mal "rancune".
De artur mendes a 28 de Abril de 2009 às 16:14
~Caro Jairo
Não perca tempo com os puristas da lingua... por via de regra, sobra-lhes em gramatica o que lhes falta em ideias e argumentos...
O que lhes doi não é trocarem-se os "bes" pelos "ves" .. é dar nome aos "vois" ..e tocar-lhes na "frida"..
cumptos
De Anónimo a 28 de Abril de 2009 às 17:37
não, homem, não é sobre as suas capacidades literárias. mas você foi corrigido e continuava a insistir no erro...
De Jairo Entrecosto a 29 de Abril de 2009 às 07:04
Não continuava nada pá! À hora que tu me respondeste já eu tinha admitido o meu grave pecado e felicitei o a.s. pela vitória nesta causa tão nobre e elevada.
Que parte de "já reconheci o meu grave erro lá para a frente", é que não percebeste?
Uma sugestão: lê todos os comentários antes de te meteres ao barulho. E ler o post que é comentado também é capaz de ser importante para se poder comentá-lo.
Assim, evitas ficar obcecado com tipos que "continuam" a insistir em erros nada relevantes para o que está em discussão.
não te priocupes haverão mais ópurtunidades para perduares a minha ingonorânssia. o meu sonhu é conseguir açacinar o purtugues ao nivel das inissiais e ter uma guarda pretoriana atráz de mim a policiare os errus gramaticais de quem nao goste de mi. deve ser muinto fiche ter lambe-botas mesquinhos e incoerentes......
De javali a 28 de Abril de 2009 às 19:38
Além de ignorante é antipático. Está no blogue certo. Deixe-se estar. Espero que durma confortável no tapete aos pés da cama.
De
a.s. a 28 de Abril de 2009 às 15:56
Já tou melhorzinho amigo Entrecosto:
( chiça, desculpe, mas ainda hj aviei um desses na brasa e tava uma delícia...)
Eu não falei em pontapés na gramática, os seus, aliás muito usados por ilustres colegas meus.
Há uma diferença: o seu foi de livre indirecto e fora àrea, o dos meus ilustres "colegas", e são muitos os protogonistas e pontapés,
são livres directos da marca de grande penalidade, com o guarda-rêdes a defender à figura todas essas tentativas de golo.
Tá a ver a coisa, assim contada em linguagem de futebolês?
Fique bem.
Em Paz com a sua consciência, se puder e tiver tempo.
De rutra a 28 de Abril de 2009 às 16:52
Só "pra" te chatear.. pá: "guarda -rêdes" não leva o chapeuzinho no "e" .. foi um frango...
De Jairo Entrecosto a 28 de Abril de 2009 às 17:07
Senhor Guilherme Pereira que não conheço de lado nenhum. Não lhe perguntei ou o acusei de coisa alguma. Aliás, só estava a fazer-me à pega em virtude dos marranços de um tipo que dá pelo nome de a.ss e de outro que se denominou por "anónimo".
Fiquei sem perceber se o senhor Guilherme Pereira assume que anda por aqui a fazer-se passar por "Anónimo" ou "A.C". Não lhe ficou bem, da próxima vez que quiser brincar, dê a cara que costuma dar sempre.
Eu não sei escrever mas o post não é sobre isso. Espero que tenham percebido que só dei a minha opinião. Longe de mim querer ensinar o senhor Guilherme Pereira ou dialogar até com o senhor Guilherme Pereira ( por isso não me dirigi ao mesmo). Mas também não quero ser perseguido por escrever mal. Se alguns podem meter as maiusculas nas gaveta, deixem-me dizer "Haverão outros" à vontade. Se facilitar a tolerância, vejam-no como um recurso estilistico da minha autoria.
este "reparo" é de muito baixo nível, MESMO!!!! E demonstra que quem o fez, saberá conjugar o verbo haver mas tem muita falta de princípios!!!!
e isto não tem nada a ver com a matéria do post - que me é completamente indiferente. tem a ver com ética - pura e simples.
eu, a si, não a queria certamente nem para professora de português das minhas filhas
De Luís a 28 de Abril de 2009 às 14:25
E ela a dar-lhe também! O mulher, não se diz "isto não tem nada a ver com a matéria do post", mas "isto não tem nada que ver com a matéria do post". Esta foi só para rir, não leve a mal, mas não consegui resistir.
meu caro luís, por acaso - veja só - até conhecia a regra; enganei-me tão-só com o embalo da escrita. mas reparo que o senhor tb. é muito didáctico. ou já será sem "c"?
De Luís a 28 de Abril de 2009 às 18:04
Quem não se engana? Só quem não arrisca...E os que não arriscam são os cobardes!
De
a.s. a 28 de Abril de 2009 às 18:38
E faz muito bem.
Este professor eventual das suas filhas acabaria com o Paulo Pedroso acusado de pedofilia e preso no Parlamento por um juíz desvairado - cito a drª Leonor Beleza (PSD) ontem no Pros e Contras.
Claro que não interessa nada que o Pedroso tenha sido inocentado pela Justiça, ou a que a mesma, acolitada pela Felícia Cabrona, desculpe, Cabrita, tenha esparramado o nome de outro pedófilo chamado Herman José na primeira página do Expresso, como recebendo em casa ( somos vizinhos, sabe?) carrinhas da Casa Pia com putos para o Herman papar à ceia - o meu puto andava por lá, na mesma piscina, vou perguntar-lhe hoje se não foi sodomizado pelo medíocre humorista.
Que tal umas avés marias?
não faço ideia do que fala, não vejo televisão há uns anitos; o que vi foi, tb. há uns anitos, o "Justiça para Todos". Quanto à Drª Leonor Beleza, suponho que esteja a falar daquela senhora que mandou comprar sangue mais barato que afinal estava marado e depois houve uns desgraçados que morreram por causa da economia doméstica...
(esclareço que as "ave-marias" não fazem parte da minha formação - mas repito: o senhor saberá conjugar o verbo haver, já quanto ao resto...)
De
f. a 29 de Abril de 2009 às 12:42
ana cristina (julgo q serás aquela que conheci, embora não possa estar certa), não sabia que o processo contra leonor beleza tinha provado isso q contas. ando muito mal informada.
olá fernanda!
não sabia que o processo contra leonor beleza tinha provado isso q contas
nem isso nem o contrário, não foi? porque, se bem me lembro, acabou tudo em prescrição, à semelhança dos mortos que tb já tinham prescrito, como é da natureza lá deles
(mas como tu tb. posso andar mal informada...)
Não se deve falar do que se ignora, muito menos para difamar.
Fernanda: o processo contra a Leonor Beleza, defendida pelo advogado Proença de Carvalho, foi arquivado por prescrição.
A questão que, na altura, se colocava era a do dolo - até o Mário Soares veio à liça a defender a L.Beleza, de resto testemunha arrolada por ela.
O facto é houve 133 mortes e há 39 sobreviventes a viver em condições dramáticas, por conta do sangue marado comprado à Austria.
Por muito menos se demitiu o Jorge Coelho, quando ocorreu a tragédia de Entre-os-Rios, com a qual ele nada tinha a ver - assumiu a RESPONSABILIDADE POLÍTICA pelo caso e demitiu-se.
De
f. a 29 de Abril de 2009 às 18:08
guilherme, que eu saiba -- e é o q está no processo, sobre o qual escrevi -- nunca ficou sequer provado q o produto da plasmapharm estivesse infectado. as análises efectuadas não concluíram nesse sentido. o facto de haver hemofílicos infectados que usaram esse lote, que foi todo para o hospital de são josé, não significa que tenham sido infectados por esse lote. até porque no país todo houve muitos hemofílicos infectados que nunca sequer chegaram perto do lote em causa. pelo que me parece que afirmar que 'o sangue estava marado' e que leonor beleza é responsável por mortes é ir muito além do que a prudência e, já agora, a decência recomendam.
fernanda, como o processo prescreveu não percebo bem essa parte do "nunca ficou sequer provado"
guilherme, obrigada por me ter reavivado a memória
leonardo constipado, as melhores!
De
f. a 29 de Abril de 2009 às 18:40
ana cristina, independentemente de um processo prescrever ou não, as análises efectuadas a um determinado produto ou dão positivo ou dão negativo ou indeterminado. esse facto -- o resultado das análises -- não costuma ser decidido em tribunal. percebes agora?
Despacho da decisão instrutória do caso do sangue contaminado com o vírus da sida
O juiz Carlos Lobo podia ter recorrido à prisão preventiva
A agência noticiosa Lusa teve ontem acesso ao despacho de decisão instrutória do juiz Carlos Lobo - o mesmo que tem a seu cargo o processo dos «skins» - sobre o caso do sangue contaminado. O juiz explica porque não recorreu à prisão preventiva que a lei prevê e dá a conhecer as linhas de força da defesa da ex-ministra Leonor Beleza durante o debate instrutório.
Os dez arguidos do caso de sangue alegadamente contaminado com sida e ministrado a hemofílicos poderiam estar sob prisão preventiva desde sexta-feira, não fosse o «bom comportamento» demonstrado durante o processo de instrução.
O despacho de decisão instrutória divulgado sexta-feira e ao qual a Lusa ontem teve acesso, considera que os dez arguidos, entre os quais a ex-ministra da Saúde Leonor Beleza, cometeram, em co-autoria, um crime de propagação de doença contagiosa punível em sete anos e seis meses de prisão.
De acordo com o mesmo documento, o crime pelo qual os arguidos foram pronunciados, porque punido com pena de sete anos e seis meses de prisão, «permite por força do que consagra o artigo 202 nº 1, alínea «a», do Código de Processo Penal, a aplicação imediata de prisão preventiva».
Mas, acrescenta, «todos os arguidos têm comparecido aos termos do processo, sendo que têm residências fixas e definidas e que sempre que necessitam, temporariamente, ausentar-se das mesmas, não só o comunicam ao Tribunal como solicitam autorização para tal».
«Está, assim, completamente afastado o perigo de fuga», refere a decisão instrutória, determinando que os arguidos se mantenham em liberdade a aguardar ulteriores termos do processo.
Sexta-feira, Leonor Beleza, Maria dos Prazeres (ex-secretária-geral da Saúde), Pedro Franco (ex-director do Instituto Nacional de Sangue) e sete co-arguidos ficaram a saber, ao ouvir o despacho de decisão instrutória, que terão que se sentar na barra do tribunal.
O despacho conclui que todos os arguidos envolvidos no processo de sangue contaminado com o vírus da sida, entre os quais Leonor Beleza, «sabiam que os concentrados de Factor VIII eram produtos de alto risco para a transmissão da sida».
Confirmação das acusações
Relativamente à ex-ministra, o despacho considera que «já em 1985, ao tempo, como ministra da Saúde, Leonor Beleza «estava especialmente alertada por recomendações e apelos insistentes e vários a nível internacional e nacional para o sério perigo da propagação da sida, na população hemofílica, pela administração de Factor VIII».
«Na verdade, já em 1985, o «World Hemophilia Aids Center», de Los Angeles, publicava dados sobre Portugal que não podiam ser desconhecidos da ministra da Saúde, designadamente, que Portugal era o país da Europa em que se tinha detectado o maior número de casos de sida em hemofílicos, o terceiro a nível mundial» -- adianta.
«Em Janeiro e Fevereiro de 1986, teve conhecimento de que havia um despacho do ministro da Saúde da Áustria proibindo a comercialização dos cinco lotes de produtos derivados do plasma, fabricados pelo Laboratório Plasmapharm Sera, por conterem substâncias e vírus gravemente prejudiciais à saúde» -- refere o despacho.
«E tinha também conhecimento de que os produtos daquele laboratório não eram administrados aos hemofílicos austríacos, devido à sua falta de qualidade. Conhecimento que lhe foi dado, em primeiro lugar, pelo Director do Instituto Nacional de Sangue e, logo depois, pelos representantes das firmas «Augusto Paiva dos Santos, Lda», «V. Hugo Cordeiro» e «Frederico Bonnet» -- esclarece o juiz Carlos Lobo.
«A arguida não ordenou a anulação, nem sequer a suspensão da adjudicação de Factor VIII daquela marca, adjudicação que fora efectuada por poderes, por si delegados, para o concurso 15/86», «nem impediu que a arguida Rosa Teixeira Pinto procedesse, em 07/04/86, à celebração do contrato de aquisição de Factor VIII com a «Aviquímica», refere o mesmo texto.
(continua)
A decisão instrutória indica ainda que Leonor Beleza «não contactou, como devia e lhe competia, qualquer autoridade sanitária oficial internacional ou austríaca, nomeadamente, o próprio ministro da Saúde daquele país, no sentido de obter informação sobre o controlo que era feito, oficialmente, ao laboratório Plasmapharm, relativamente à feitura de testes para pesquisas de anti-corpos contra o vírus da sida».
Insistência em 1986
«Mais tarde, em Maio de 1986 -- adianta -- teve conhecimento de que, apesar do seu despacho 12/86, continuavam a entrar em Portugal, por via dos concursos públicos centralizados no Ministério da Saúde, e a ser administrados nos hospitais portugueses, lotes de Factor VIII, sem qualquer certificado oficial das autoridades sanitárias dos países de origem dos laboratórios produtores».
Carlos Lobo refere que Leonor Beleza sabia que os lotes de Factor VIII «não eram testados para o vírus da sida, no laboratório do Instituto Nacional de Sangue, como cautelarmente se impunha».
«Sendo-lhe pedido pela APH (Associação Portuguesa dos Hemofílicos), que fossem realizadas as referidas análises, para evitar o risco de contaminação desses testes, nem indagou o motivo porque os mesmos não estavam a ser efectuados», adianta o despacho do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.
E a decisão instrutória acusa a ex-ministra de, «apesar de saber da gravidade da situação, mandar remeter o expediente, dois meses depois, e sem qualquer despacho, à secretária-geral do Ministério da Saúde».
Segundo o despacho, em Setembro de 1986, foi informada de que se «mantinha a mesma situação e que o lote de Factor VIII número 810536, da Plasmapharm, estava a ser administrado aos doentes hemofílicos, sem qualquer consideração pela vida deles e dos seus familiares».
«Uma vez que o mesmo não tinha sido testado pelas autoridades portuguesas e não tinha qualquer certificado oficial das autoridades sanitárias da Áustria, garantindo a sua inocuidade, em infracção ao despacho 12/86, a arguida, mais uma vez, não ordenou a retirada do Factor VIII do Plasmapharm, nem a realização de análises do mesmo», acrescenta o mesmo despacho de Carlos Lobo.
«Por fim, em 10 de Dezembro de 1986, quando tomou conhecimento de que o lote 810536 em consumo nos Hospitais Civis de Lisboa, analisado num laboratório estatal e idóneo da Áustria, pelo método Elisa, demonstrara conter anti-corpos contra o HTLV III/HIV e que esse resultado positivo fora confirmado pelo teste adequado, o Western-Blot, e apesar de lhe ser solicitado que ordenasse a imediata retirada desse lote nos hospitais, Leonor Beleza não deu ordens nesse sentido», acusa.
O juiz considerou que Beleza permitiu «que aquele produto contaminado continuasse em utilização e a ser administrado aos doentes hemofílicos que recebiam tratamento nos Serviços Farmacêuticos e de Sangue dos HCL».
Despacho sem cumprimento
«Até 16 de Janeiro de 1987, data em que ordenou a retirada dos Serviços de todas as embalagens de Factor VIII que não obedecessem ao ponto 4.1 do seu despacho 12/86, chamando a atenção especial para o lote 810536 do laboratório Plasmapharm Sera, que «devia ser incluído nas embalagens a eliminar», a arguida não deu qualquer ordem ou instrução nesse sentido», refere o despacho de Carlos Lobo.
Por fim -- adianta -- Leonor Beleza permitiu que este seu despacho de 16 de Janeiro de 1987, quanto à ordenada retirada dos «stocks» de Factor VIII não analisados laboratorialmente e designadamente quanto às embalagens do lote 810536, apenas fosse cumprido em 24 de Fevereiro de 1987, apesar de saber desde 10 de Dezembro de 1986 que o mesmo estava contaminado com sida».
A ex-ministra Leonor Beleza afirma, contudo, que «não tinha conhecimento dos vários e inúmeros actos de adjudicação que eram diariamente praticados pelas instituições de saúde».
A afirmação de Leonor Beleza, que, após a acusação do Ministério Público (MP), em Dezembro de 1994, requereu -- à semelhança do que fizeram os restantes dez arguidos -- a instrução do processo do MP no intuito de questionar o despacho, consta da decisão instrutória da responsabilidade do juiz Carlos Lobo.
(continua...)
A defesa da ex-ministra
De acordo com o despacho de 29 de Setembro de 1995, Leonor Beleza requereu a instrução da acusação do MP, alegando que tomou posse do cargo de ministra da Saúde em Novembro de 1985, e que todo o processo relacionado com o lote 810536 da Plasmapharm ocorreu durante a fase inicial do exercício das funções.
Leonor Beleza alegou que «ao ministro da Saúde cabe definir e conduzir a política da Saúde, bem como dirigir a sua execução», e acrescentou que «nenhum ministro tem, nem pode ter, conhecimento pessoal e imediato de todas as cartas, telefonemas, contactou ou todas as solicitações que cheguem ao seu gabinete».
A arguida alegou ainda, segundo o despacho de decisão instrutória, não ter conhecimento «dos vários e inúmeros actos de adjudicação que eram diariamente praticados pelas instituições de saúde».
Leonor Beleza «sempre seguiu, sem hesitar, as sugestões e propostas que lhe advinham do Grupo de Trabalho da Sida, o qual tinha contactos, e bons, com a Associação Portuguesa dos Hemofílicos», segundo o mesmo despacho, citando a ex-ministra.
A ex-ministra alegou que «não acompanhou, nem no fim de 1985, nem no decurso do ano de 1986, os processos de concurso para a compra de concentrado de Factor VIII, e seguramente não acompanhou o que é objecto do presente processo».
Beleza alega ainda não ter «nenhuma recordação de ter assinado ou conhecido o despacho de 5 de Agosto de 1986, e do telex de 12 de Dezembro de 1986, alegando que teve apenas conhecimento em 19 Dezembro de 1986, pois esteve ausente do país entre 13 de 18 de Dezembro».
No requerimento da instrução do processo, Beleza afirma que «a 10 de Dezembro o produto em questão já estava consumido» e que «não está demonstrada, ainda que minimamente, a infecciosidade do produto em causa» e «nada há que demonstre ter actuado com dolo».
Lusa
Eis o que encanita: se «o produto em questão já estava consumido» e ««não está demonstrada, ainda que minimamente, a infecciosidade do produto em causa», que análises são essas de que falas se já não havia produto?
Mas o que me encanita ainda mais é isto: afinal, de que terão morrido os doentes? e será que morreram mesmo?
De
f. a 29 de Abril de 2009 às 22:29
comecemos pelo que te encanita:
1. foi efectuada uma análise de pcr (um método que procura o próprio vírus e não os anticorpos, como o elisa e o western blot, que são testes que funcionam em pessoas, ou seja, em sangue mas que não têm, dizem os cientistas, fiabilidade para um produto como o factor VIII) a uma amostra do produto e essa análise deu ou negativo ou indeterminado (as opiniões e relatos diferem).
2. o facto de terem morrido hemofílicos infectados com o vírus da sida e de entre esses hemofílicos haver vários que usaram o factor viii da plasmapharm não significa que tenham sido infectados com esse lote. como decerto imaginarás, os hemofílicos em causa foram tratados com muitos outros lotes e até, em alguns casos, com crioprecipitado feitos em portugal a partir de plasma português. não tendo sido testados para o hiv antes de terem usado o lote em causa, não é possível nunca provar que foram infectados com esse lote. até porque, infelizmente, mesmo que esse lote estivesse infectado, o mais certo é que estivessem infectados antes, já que os testes para vírus da sida só surgiram em 1985/86, e as técnicas de inactivação dos produtos eram nada ou muito pouco eficazes.
3. tudo o que acabei de dizer não significa que leonor beleza, o ministério e os técnicos envolvidos não tenham sido negligentes ou faltado ao dever de cuidado -- não tendo havido jugamento, podemos apenas ter opiniões sobre o assunto. mas acusar beleza e ou outros de terem sido responsáveis, com dolo, pela morte de várias pessoas por, como disseste, quererem poupar dinheiro é no mínimo um abuso e no máximo uma calúnia, já que nada disso foi provado.
4. usar um despacho de pronúncia/acusação como constitiundo uma espécie de rol de matéria provada é não só perigoso como de uma enorme ingenuidade. caso não saibas, a acusação é assim a modos de uma hipótese. se não precisasse de ser provada, não havia tribunais nem julgamentos. se calhar parece-te bem. a mim e à constituição portuguesa (e a todas as de países que se podem chamar estados de direito) não.
Fernanda:
Leste (-me) mal ou esxpliquei-me mal.
1.
Indiquei factos: a prescrição do processo, que francamente mal compreendo porque a Leonor Beleza o ganharia justamente pela matéria que consta no processo, e apenas o compreendo por uma objectiva manobra dilatória que, assim, a deixou sem hipótese de se defender do que foi escrito anos a fio;
2.
Quando referi DOLO não lhe apontei o dedo, pelo contrário: indiquei inclusivamente o nome de uma das testemunhas que arrolou, o Mário Soares, porque manifestamente considero, tal como inúmeros juristas por exemplo, que essa qualificação pelo MP é monstruosa; e não sou rigorosamente nda dado a fazer manchates com base em acusações do MP, muito menos a emitir juízos;
3.
Factos: houve mortos, ainda há vítimas vivas, porventura deixei-me convocar por esse facto chocante. E, já agora, convém referir que a Ministra foi antecipadamente avisada pela associação dos hemofílicos para a entrada em Portugal daquele plasma;
4.
Quando referi o caso do Jorge Coelho e da demissão dele por causa de Entre os Rios, estava justamente a emitir uma opinião pessoal, aí sim uma opinião - Leonor Beleza, não lhe sendo eventualmente assacáveis responsabilidades de outro tipo, tinha pelo menos a responsabilidade política ao mais alto nível, pelo que deveria ter-se demitido.
... até porque devia ter ficado calada.
e não faço ideia de quem é o comentário, nem de quem é o comentário que comenta
De ana a 28 de Abril de 2009 às 01:39
Mais um que quer ser mártir da liberdade...O homem está cada vez mais imbecil, mudo de canal assim que o apanho. Dá vómitos.
De Carlos Chaves a 28 de Abril de 2009 às 03:46
Vai haver processo?
Olhe que é capaz de ser melhor.
De
Levy a 28 de Abril de 2009 às 03:50
E por que é que saiu do programa? Costumo ver o "a torto e a direito", e pareceu-me falta de elegância da TVI (ou sua) não dar uma explicação, nem que fosse mínima , para a saída da Fernanda.
A ausência de explicações, depois leva a afirmações destas do Mário Crespo...
O senhor Levy anda mal informado: li algures uma declaração da Fernanda afirmando qualquer coisa parecida como ter saído do programa porque o mesmo não estava a resultar. Estranhei muito, devo dizer-lhe, que a Fernanda tenha sequer admitido a hipótese de colaborar naquele canal, embora compreenda que dá um gozo do caraças podermos dizer na pocilga que os porcos são mesmo porcos - pouco asseados.
Quanto à saída da FErnanda ( alívio!) quem a contratou é que poderia ter explicado, mas não deveria se entre as partes houve um acordo nesse sentido, o que não acho mal, porque que não estou a
ver a Fernanda enrolada em (mais) novelas, nas quais se não incluem, OBVIAMENTE, os folhetins sobre a vida privada dela ou as reacções públicas ao que a Fernanda escreve e diz, ou às causas em que se envolve - nesse particular a Fernanda sabe bem que quem anda à chuva molha-se.
De Francisco Gonçalves a 28 de Abril de 2009 às 14:30
Qual a razão que leva o senhor Guilherme Pereira a responder aos recados que são enviados à jornalista Fernanda Câncio?
Caros Francisco Gonçalves e Artur Mendes:
Ambos me questionaram sobre “qual a razão que leva o senhor Guilherme Pereira a responder aos recados que são enviados à jornalista Fernanda Câncio?”, ou “que mal lhe pergunte: é V.Excia advogado de defesa da Drª f.? se não é... parece!” e a ambos respondo por manifesto aperto no tempo.
Resposta: obviamente que não, obviamente que não sou advogado:as minhas profissões constam do meu blogue.
Dito isto: quando se desencadeia uma polémica com vários intervenientes, entre os quais por exemplo a Fernanda, é natural que os interlocutores entre si troquem argumentos, opiniões ou factos. E é também natural que podem resultar situações de consonância ou discordância sobre o que cada um (a) de nós escreve.
Se comento o que alguém comenta à Fernanda, facto que ocorre com ela mas não só, e se os meus comentários eventualmente coincidem com o que pensa a Fernanda, normalíssimo, não acham? Poderia ser o contrário.
Mas, se bem repararem, a esmagadora maioria das vezes em que parece que saio em defesa dela, não é parecer é ser mesmo – refiro-me especialmente ao caso Freeport e à sujeira com que os media
( excepções mto poucas) nos contemplam na tentativa de assassinato de carácter do PM, ou ainda sobre as enormidades que se escrevem ( aqui também) sobre a delirante incompatibilidade entre o exercício do jornalismo pela Fernanda e assuntos da sua vida privada.
Soube hoje, aliás, que a Fernanda demandou a CCPJ relativamente a jornalistas que a tratam como a “namorada de”. Pois bem: DESDE SEMPRE escrevi, aqui mas sobretudo não aqui, que muito me intrigava que em ambos os casos ( Freeport e vida privada da Fernanda) não tenha essa instância e outras
( Sindicato dos Jornalistas e ERC) agido por sua própria iniciativa para esclarecer e travar ( porque não?) esse delírio tenebroso feito opinião publicada à pala da carteira profissional. Espero tê-los esclarecido.
De Francisco Gonçalves a 30 de Abril de 2009 às 14:59
Senhor Guilherme Pereira,
Também eu acho que a vida privada de Fernanda Câncio não é para aqui chamada. Na parte que me toca, não me suscita qualquer interesse. Ao invés, leio com muito interesse o que ela escreve e, não raras vezes, tomo o atrevimento de comentar.
Reparo que a jornalista, cada vez que acha adequado, não se escusa a intervir, respondendo ao que julga ser passível de tal e quando não o faz é, exactamente, porque decide ser essa a melhor opção, pelo que a intervenção sistemática do senhor Guilherme surpreende-me, mas sem ser uma coisa aflitiva. Dada a sua explicação para o caso, assunto encerrado.
Mas há uma outra coisa que, aproveitando o ensejo, gostaria de lhe dizer.
Relativamente ao caso que envolveu a Drª Leonor Beleza, o senhor escreveu que “… O facto é [que] houve 133 mortes e há 39 sobreviventes a viver em condições dramáticas, por conta do sangue marado comprado à Áustria…"
Se reparar bem, a conclusão que produz é, essencialmente, especulativa, susceptível de atentar contra o bom nome da visada e fundamentada em “intuições”, o que leva a que a própria Fernanda Câncio admita que “afirmar que o sangue estava marado e que leonor beleza é responsável por mortes é ir muito além do que a prudência e, já agora, a decência recomendam”.
Reconheço que tenho muita dificuldade em encontrar alguma diferença entre a sua tese especulativa e outras que vão passando na TVI, relativas ao "Freeport" e que o senhor qualifica do piorio!
Caro Francisco Gonçalves:
Fico satisfeito por tê-lo esclarecido.
Sobre a Leonor Beleza, sugiro que leia o que escrevi à Fernanda sobre a interpretação do que escrevi.
Verificará que me atribui afirmações que não fiz.
Sobre a minha adesão ao jornalismo pornográfico do jornal da Guedes, deve andar distraído, desculpe.
Aqui e muito mais fora daqui, já escrevi milhões de caracteres com os quais manifestei as minhas indignação ( profissional) e repulsa ( pessoal) sobre aquele escarro das 6.feiras à noite na TVI.
De javali a 28 de Abril de 2009 às 19:41
[...] ter saído do programa porque o mesmo não estava a resultar.
Ai a D. Fernanda foi lá para trocar ideias ou obter um resultado? Que resultado tem um programa daqueles? Está a ver o filme não está?
De artur mendes a 29 de Abril de 2009 às 18:36
Excelêntissimo Senhor
Guilherme Pereira
Que mal lhe pergunte: é V.Excia advogado de defesa da Drª f.? .Se não é... parece!
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Será que Vexa. com a narrativa heróica da bomba deflagrada no mármore frio..estilhaçando as "fuças" do ditador... não se está a bater se por uma "medalhita" no 10 de Junho... ou quiçá uma canonização?
Não me leve a mal... é só para espevitar!
De Luís a 30 de Abril de 2009 às 07:08
Que mal lhe pergunte, mas quem á a Dra. f.?
De Clara França Martins a 28 de Abril de 2009 às 09:11
O CRESPO É UM HABILIDOSO!
O CRESPO VESTE-SE MAL!
O CRESPO É CRESPO!
O CRESPO É MÁRIO!
MORRA O CRESPO, MORRA! PIM!
O CRESPO É UM CIGANÃO!
NÃO É PRECISO DISFARÇAR-SE P'RA SE SER SALTEADOR, BASTA ESCREVER COMO O CRESPO!
BASTA NÃO TER ESCRÚPULOS NEM MORAIS, NEM ARTÍSTICOS, NEM HUMANOS! BASTA ANDAR COM AS MODAS, COM AS POLÍTICAS E COM AS OPINIÕES!
BASTA USAR O TAL SORRISINHO, BASTA SER MUITO DELICADO E OLHOS MEIGOS! BASTA SER JUDAS! BASTA SER CRESPO!
MORRA O CRESPO, MORRA! PIM!
O CRESPO NASCEU PARA PROVAR QUE NEM TODOS OS QUE ESCREVEM SABEM ESCREVER!
O CRESPO É UM SONETO DELE PRÓPRIO!
O CRESPO EM GÉNIO NUNCA CHEGA A PÓLVORA SECA E EM TALENTO É PIM-PAM-PUM!
O CRESPO NÚ É HORROROSO!
O CRESPO CHEIRA MAL DA BOCA!
MORRA O CRESPO, MORRA! PIM!
O CRESPO É O ESCÁRNIO DA CONSCIÊNCIA!
SE O CRESPO É PORTUGUÊS EU QUERO SER ESPANHOLA!
O CRESPO É A META DA DECADÊNCIA MENTAL!
AINDA HÁ QUEM NÃO CÓRE QUANDO DIZ ADMIRAR O CRESPO!
AINDA HÁ QUEM LHE ESTENDA A MÃO!
AINDA HÁ QUEM DUVIDE DE QUE O CRESPO NÃO VALE NADA, E QUE NEM É INTELIGENTE NEM DECENTE, NEM ZERO!
Chiça!...a Clara deu-lhe gaz.
Ilustre senhora: não estrague versos, sugiro eu, a zangar-se com quem não merece senão o nosso nojo.
Faz mal à pele e aos humores e ainda por cima envelhece-nos mal.
:)
De A.Almeida a 1 de Maio de 2009 às 17:19
Será que este comentário não é de uma baixeza incrível?
No, entanto, foi publicado , o que acho muito bem.
Só é pena que F. Câncio, utilize dois pesos e duas medidas!
De
f. a 2 de Maio de 2009 às 02:11
a almeida, desculpe, só agora dei por si aqui a dizer isto. homem, acho mal que destrate assim o grande almada negreiros, de baixeza para baixo. mas enfim. não temos de gostar todos do mesmo.
De Jairo Entrecosto a 2 de Maio de 2009 às 09:09
Senhora f., lamento que dê guarida a discursos radicais e ofensivos à honra das pessoas; aquilo que acusa outros de fazerem contra si.
É preferível correr o risco de ser interpretado e duramente criticado pelo que se disse frontalmente e assinando com o próprio punho um texto genuíno; do que permitir que outros venham em nossa defesa com discursos irracionalmente medonhos.
Se o facto de ter permitido a publicação de tal Manifesto Anti-Crespo neste seu espaço, poderia passar despercebido; já não acontece isso, quando resolve ironizar dizendo que quem foi maltratado com tais palavras foi o plagiado Negreiros. Isso corresponde a uma cumplicidade com que disse tais barbaridade.
Não se precisava de demarcar dos disparates; mas associando-se a eles, diz tudo sobre os seus critérios; desde que sujem o nome de quem não gosta, tudo é permitido.
Cobarde foi também aquele que se escondeu no Manifesto Anti-Dantas para que a forma da narrativa e alguns rendilhados disfarçassem a estupidez e irracionalidade que realmente vai na sua alminha:
"MORRA O CRESPO, MORRA! "
Substituam Crespo por outro nome que vos seja próximo ou pelo vosso. Talvez só olhando para o vosso umbigo consigam perceber a gravidade de se deixaram publicar coisas destas.
"O CRESPO É UM CIGANÃO!"
Aqui não existia nenhuma intenção de ofensa, pois não?
Se existiu, foi politicamente incorrecta.
Estando publicado num espaço de policias do politicamente correcto....
"NÃO É PRECISO DISFARÇAR-SE P'RA SE SER SALTEADOR, BASTA ESCREVER COMO O CRESPO!
BASTA NÃO TER ESCRÚPULOS NEM MORAIS!"
Para quem gosta de ir ao dicionário buscar definições por sinónimos, para sustentar argumentações falaciosas, admiro-me que não saiba o que é um
salteador. Subscreve que Mário Crespo é um ladrão?
"MORRA O CRESPO, MORRA! "
Outra vez?!! Só se morre uma vez.
"O CRESPO NÚ É HORROROSO!"
Para quem se abespinhou por se criticarem as vestes de Moura Guedes; defendendo mais uma vez o politicamente correcto; tenho a fazer uma pergunta:
Se eu criticar as vestes ou o aspecto físico de alguém no meio de um plágio de Almada Negreiros, isso deixa de ser inadmissível e torna-se de bom gosto?
"O CRESPO CHEIRA MAL DA BOCA!"
Ok, a vida pessoal e intíma dos jornalistas não diz respeito a mais alguém que não os próprios. Concordo!
E se ataques pessoais são terríveis, quando são de mau gosto metem nojo!
Mas se eu atacar uma crónica da Câncio pela suposição que faça do odor do seu olfacto?
Tenho a sua bênção desde que o faça plagiando Almeida Negreiros?
"MORRA O CRESPO, MORRA! PIM!"
Desejar três morte a alguém?!
É substituir o nome de Crespo por outro para terem a noção do nível a que desceram. Pode ser que retornem à superfície...
"O CRESPO É O ESCÁRNIO DA CONSCIÊNCIA!
O CRESPO É A META DA DECADÊNCIA MENTAL!"
Subscreve isto, FRONTALMENTE; senhora f.?
Finalizando, quem é que pretende enganar com esse desportivismo ( pudera, não foi a si que a visaram); e referências ao Negreiros?
Quer fazer-me crer que não defenderia o senhor Dantas se fosse jornalista aquando da publicação do manifesto de Almada Negreiros?
Quer dizer, eu até acredito. Se não gostasse do Dantas ou ele não tivesse concordado consigo em determinado assunto; provavelmente estaria por tudo e mais alguma coisa...
De futuro passarei a comentar os posts deste blog plagiando Bocage, com pequenas alterações ao nível dos nomes, que serão alterados de acordo com os meus critérios da liberdade de ofender gratuitamente os outros.
Que acham? Seria de bom gosto, não seria?
Shame on you!!!
De A.Almeida a 2 de Maio de 2009 às 10:20
Apenas quero agradecer o ter lido meu comentário!
Quanto a opiniões, umas vezes coincidem, outras não!
Não somos obrigados a gostar todos do amarelo, ou melhor do "ROSA"!
Cump.
De Maria a 4 de Maio de 2009 às 14:44
GENIAL. O Almada Negreiros à sua beira é ABAIXO DE ZERO DO CRESPO sei lá quantos sinais menos de menos. O CRESPO é abaixo de c......PUM!!!!!
De Maria a 4 de Maio de 2009 às 15:12
Esqueci-me de dizer: GENIAL é para o manifesto ANTI CRESPO. PUM!!!, e claro, genial, é a CLARA, PIM, PAM PUMPUM!!!!
De catarina a 4 de Maio de 2009 às 16:08
Clara????? Qual Clara????? Eu obrigo-me a adorar uma irritante chamada Clara porque está na lei e na norma ter de gostar dela porque não nos resta outra hipótese. Agora, qual Clara? Sejamos claros por favor para não nos andarmos a empatar uns aos outros, plize.
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