Sábado, 23 de Maio de 2009
ANF termina venda de informação de receitas
Corte. A Associação Nacional das Farmácias (ANF) roeu a corda à IMS Health, consultora que trabalha para a indústria farmacêutica, ao terminar com o acordo através do qual vendia à multinacional informação de receitas médicas. Juntas tinham lançado o projecto XPonent, um sistema que entrou em funcionamento em Janeiro de 2008 e que permitia cruzar os dados dos medicamentos prescritos com a informação constante numa tabela (propriedade da IMS) onde figura o número da cédula profissional do médico e a sua especialidade.
(Expresso de 23/5/2009, pág.26, com sublinhados meus)
O meu número de cédula profissional, que consta das minhas vinhetas, é um dado pessoal que está, portanto, ao abrigo da protecção de dados, verdade? Assim sendo, qualquer negócio que implique o uso dos meus dados pessoais terá que ter o meu consentimento. Ora dá-se o caso que ninguém me perguntou nada. Vou querer ver esta situação esclarecida.
De
jorge c. a 23 de Maio de 2009 às 14:17
O que vossa excelência quer sei eu! É ir ali para o Adamastor fumar droga com a desculpa que vai à ANF. Cambada de drogados! Eu já vos topei! Na volta ainda passa ali pelo adamastorzinho e compra uma super bock de litro e meio, para depois se pôr ali a tarde toda a derreter ao sol e a tocar viola! Vá mas é trabalhar em vez de se estar a queixar à sombra!
É tão, tão esperto, não pára de me impressionar.
De fernando antolin a 23 de Maio de 2009 às 20:43
"Mana", o Jorge está um fofinho de ironia !!
À pessoa que assinou ???: apaguei, indevidamente, o seu comentário, peço-lhe desculpa, se quiser voltar a enviá-lo faça o favor.
De
jorge c. a 23 de Maio de 2009 às 16:29
O efeito das drogas a manifestar-se aqui em todo o seu esplendor!
De catarina a 23 de Maio de 2009 às 18:37
nitidamente, são um casal de hábito. são casados, quem diria. passam a vida a fazer conscursos de bocas a ver quem ganha e ficam satisfeitos apenas com isto. é o suficiente.
falta no entanto, o calafrio que é bom, seja lá o que fôr que isto queira dizer...."vale o que vale", i.é, Nothing
*cara do sapo cardeal a piscar o olho e corado, tudo ao mesmo tempo santo deus nosso senhor jizas craiste*
De ??? a 23 de Maio de 2009 às 20:41
Acontece, eu perdoo. Vamos ver se consigo reproduzir:
A Ana é a Bela Adormecida que foi despertada agora? Como acha que os laboratórios controlam, há anos, se as ofertas de "congressos", máquinas fotográficas e até garrafões de vinho, fazem efeito?
Acha que se limitavam a dar e depois viam os resultados de vendas a nível nacional? Ou há muito verificam médico a médico?
Não, não acordei agora, a questão que coloco é a legitimidade da comercialização "formal" de um dado pessoal.
De PJS a 24 de Maio de 2009 às 20:42
Comercialização de um dado pessoal seu?
Negociou a sua margem comercial com esses crapulas?
De Vasco Coelho a 23 de Maio de 2009 às 17:21
Nos EUA já não é novidade. Vide Physician Data Restriction Program aqui http://www.ama-assn.org/ama/pub/about-ama/physician-data-resources/ama-database-licensing/amas-physician-data-restriction-program.shtml
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