Os 28 falam do plano de investimentos do governo como se Portugal só tivesse um problema de contas públicas e endividamento externo. Tudo o resto - os baixíssimos níveis de investimento público, o desemprego, o output gap, a aparente falta de vontade dos privados em investir - é desvalorizado ou marginalizado, como se fossem problemas sem qualquer relação com o investimento público. No fundo, os 28 pedem cautela, prudência, e dizem que devemos parar para reflectir. Convinha que tivessem reflectido sobre tudo e não nos apresentassem uma visão truncada e redutora sobre a realidade.

online