Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Contrariamente ao que o texto acima [o artigo do público sobre a inclusão de um apêndice de vocabulário numa prova de português]faz supor, trata-se, não da prova de Português do 12º ano (639), mas sim da prova de Português para alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo (239), na qual a inclusão de vocabulário é essencial. O aludido conto de Sophia de Mello Breyner Andresen está inserido numa colecção, Contos Exemplares, de leitura obrigatória, de acordo com o programa que corresponde à prova 239.

 

Já começa a ser habitual: a cruzada do Público contra o estado da educação em Portugal, faz-se, se necessário, apesar da realidade. Assim é fácil.

 

(ler também a Shyza no Womenageatrois)


2 comentários:
De Shyznogud a 23 de Junho de 2009 às 12:03
A propósito da tal cruzada que referes foi muito curioso e ilustrativo o desconhecimento q JMF evidenciou ontem, no Twitter, sobre os resultados dos alunos portugueses no PISA. Aconselho um passeio até à sua conta twitteriana.


De David Fernandes a 23 de Junho de 2009 às 13:05
Era o que faltava, o GAVE agora assumir uma calinada qualquer!! O GAVE rula.

Eu é que ainda não percebi metade, ou mais; ajudem-me, por favor.

1-A tal prova é afinal de que ano?? Ou "alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo" DEFINE o ano de escolaridade?

2-Se é do 12º (ou até do 9º), não é suposto o aluno, mesmo com aquele grau de deficiência, conhecer aquelas palavras?

3-O que é que a deficiência auditiva tem que ver com conhecimento de vocabulário?

4-Se o livro era de leitura obrigatória, não era suposto aquelas palavras (e já agora o resto do livro) ser conhecido e estudado durante as aulas?

5-o GAVE não sabe que "Os três reis do oriente" é um dos "Contos exemplares"?!?!?

Bem haja o GAVE e valha-nos o anjo da guarda.


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