Segunda-feira, 05.07.10
Rogério da Costa Pereira

O que é que leva um fulano a ser deste ou daquele clube? As influências ou  o facto de as querer negar, um primeiro jogo que vimos, a cor da camisola, um animal favorito, um jogador, um treinador, a localização, a história, os gostos que não se discutem, a ponderação dos sentires proporcionados pelos cinco sentidos. Tudo e nada. Não faço ideia qual destes factores me fez ser do Sporting, assim como desconheço que raio de coisa se nos pega de tal forma que nos  impede de deixar de ser dum clube, quando, passados todos estes anos, reconhecemos que em nada nos identificamos com as pessoas que o formam ou que o vêm formando, com o percurso que seguem. No meu caso, tenho feito um esforço sério para deixar de me interessar por esse moedora cerebral que é o Sporting, gerido não sei bem por quem nem para quê. Olhando para os resultados — e não falo de bolas que entram na baliza ou param no poste —, parece-me evidente que estão deveras empenhados num objectivo. Embora ainda não tenha identificado completamente esse propósito, parece-me evidente que estão a conseguir realizá-lo. O Sporting vai no caminho que lhe escolheram, que, definitivamente, não é o meu, nada tem a ver comigo. Como uma amizade que se larga porque afinal nunca existiu, como uma mulher que se deixa porque nada tem a ver connosco, ou um familiar que se passa a ignorar porque o sangue não é tudo e os caprichos da fortuna nada podem, assim não é na bola. Mas o mais estranho nisto tudo é que todas aquelas outras coisas que atrás referi são notoriamente mais importantes do que o raio da bola na baliza, empurrada por gajos vestidos com uma camisola que, vá-se lá saber a razão, se nos entranhou. Nem sequer ligo muito ao futebol — e ainda que assim não fosse — e anuiria sem pensar duas vezes — numa daquelas distracções infantis que se nos colocam — na extinção do raio do clube em troca da salvação uma amizade, de uma mulher, de um familiar, da vida de alguém que não conheço (daquelas que se perdem todos os dias sem sequer nos darem notícia). As coisas sem valor facial têm um valor deveras estranho. Neste raciocínio que aqui vou traçando enquanto escrevo, acabo por concluir que na verdade não fui eu que escolhi o Sporting e só pode ter sido o Sporting que me escolheu a mim. O que me aborrece ainda mais, pois sinto-me parasitado. Concluo igualmente que não lhe quero o suficiente para o deixar. Que não me sinto suficientemente magoado com nada do que dali venha e essa é a razão para não o largar. Em suma, é coisa com pouca importância para me fazer gastar energias daquelas que se devem reservar para as coisas realmente importantes da vida. Ainda assim, e já consciente do tipo de maleita que me atenta, gostava muito de carregar no botão que me permitisse desligar de um conjunto de pessoas que não me interessam — já fiz isso noutras circunstâncias com outro tipo de coisas, e fico pasmado pela dificuldade que tenho para o fazer neste caso. Se a equipa de futebol do Sporting trocasse de traje com a do Porto, de emblema, de campo de cidade, de dirigentes, eu continuaria a ser do Sporting? Estranho, muito estranho. No entanto, já termino, é coisa que me interessa pouco. Só me chateia não perceber algo que tem a ver com as minhas entranhas.


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Quarta-feira, 05.05.10
Rogério da Costa Pereira

Realiza-se hoje (finalmente), às 20.30, o merecido jogo de homenagem a Iordanov. É o jogo de homenagem mais estranho de sempre, ou não tivesse quem homenageia sido obrigado a realizá-lo. Atitudes como estam marcam negativamente o Sporting e representam a sua exacta negação. O Sporting — O Sporting! — indepentendemente das razões jurídicas que lhe pudessem assistir, não se recusaria a prestar homenagem a um dos seus jogadores mais queridos e carismáticos. Por falar em jogadores queridos e carismáticos, Acosta também vai estar presente. Os gatinhos que por agora lá andam a arranhar estofos que aproveitem para aprender alguma coisa.


Domingo, 21.03.10
Rogério da Costa Pereira

Diz Costinha (já vai sendo tempo de arranjares outro nome): «Nem sei se o Izmailov está em Portugal».

a) Se não sabes, devias saber (pagam-te para isso);

b) Se, apesar disso, continuas a não saber, não devias publicitá-lo essa ignorância só diz de ti, não do jogador cuja ausência nos fez ser eliminados por uma equipa medíocre onde o rapaz-simão dá pontapés na bola;

c) Um apelo sentido: pára de te vestir assim (não coloco a imagem para não dar cabo da estética do blogue; fato xadrez? colete xadrez? fato e colete? gravata preta? Também vais para Alvalade de caleche?).


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Quarta-feira, 10.02.10
Rogério da Costa Pereira

Confesso que ontem deixei de ver o jogo quando o João Pereira resolveu arrancar o Ramires pela raiz. Fui, de resto, tão rápido a mudar de canal que nem sequer vi o primeiro golo do benfica. O que se está a passar no Sporting é algo que está para além da minha compreensão (falha minha, certamente). Tudo se me afigura inconcebível. Não entendo o treinador, não entendo aquele senhor com ar de cotonete, não entendo — mas admiro a eficácia — como é possível ter-se dado cabo de mais de 100 anos em poucos meses. Não entendo as contratações (com excepção da do jardineiro de ontem, que é um belo jogador), não entendo o guarda-redes, não entendo o lateral esquerdo, não entendo a cor das cadeiras, não entendo a relva, não entendo porque raio insistem os adversários em tratar-nos tão mal, quando o que nós precisamos é de um pouco de carinho e compreensão. De resto, este post, mais que uma lágrima, é um aviso: o próximo gajo (ou gaja, ouviste Maria João? Maaaaaaariiiiiaa…) que me tentar pedir satisfações a propósito do que está a acontecer no Sporting ou me interpelar a propósito do jogo de ontem, leva pela medida do Ramires. Já estive a ensaiar os carrinhos e acabei de ceifar um daqueles tipos amordaçados que não se calam de tão amordaçados que andam. Assim sendo, vejam lá a vossa vida.


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Rogério da Costa Pereira

Avisa-me só do dia em que vais publicar a coisa, ok?


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Sábado, 16.01.10

Embora não tenha percebido aqueles tremeliques finais, já estou a preparar o meu enxovalho público. A verdade é que o Sporting, longe de ser esplendoroso, joga como não jogava há anos. A receita do Carvalhal, então, é deveras surpreendente: a aposta no Adrien que provocou uma série de movimentações e deslocações no campo, do campo para o banco e vice-versa deu-nos um banco do catano. E até o Grimi aprendeu a jogar à bola. O teu Vuk é que não há maneira. E, claro, Lied2son foi mesmo operado no sítio certo.


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Domingo, 10.01.10
Rogério da Costa Pereira

Pedi ao Rato (acederam, mas a minha conta vai ressentir-se) autorização para te dizer que estou prontinho para fazer uma religião à volta do Zé Manel e do Zé Pereira. Venham, pois, os crucifixos. Vamos reformular a coisa: a Taça e a final da Liga Europa. Está bem assim? Um violino já me chega e nunca o Pacheco vai ser tão adorado. Que digo?, meio violino e tens a aposta ganha - os zés serão a minha lua e o meu sol.


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Sábado, 12.12.09
Rogério da Costa Pereira

Mãos à obra!


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Quinta-feira, 03.12.09
Rogério da Costa Pereira

Hoje é o dia que marca o fim da nossa subserviência à hora certa, aos quartos de horas, às meias horas. Hoje, o Sporting joga às oito e cinco.


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Sábado, 07.11.09
Rogério da Costa Pereira

Bento foi-se. Um gajo habitua-se e, confesso, não imagino o Sporting sem Paulo Bento. Não imagino um Sporting a jogar à bola. Não vislumbro como raio será possível eu voltar a conseguir ver um jogo de futebol. Bento, que é um teimoso - o que não é necessariamente uma qualidade -, foi, nos últimos 4 anos, o presidente, o director desportivo, o roupeiro e o treinador do Sporting. Foi também uma espécie de porteiro sobrancelhudo de discoteca - uma guida gorda. E deu no que deu. Não foram 4 meses a mais, como ele disse, foi a incapacidade de perceber que o Sporting - e o Sporting sou eu - estava farto dele. Foi a incapacidade de perceber que a solução tinha o nome dele, sim, mas com o prefixo (qualificativo, neste caso) "ex" atrás da ocupação. Futebol é foda, mas ir para a cama com este Sporting era algo como mandar uma queca num buraco dum tijolo. Vivi os 18 anos do jejum com muitas equipas medíocres, mas onde a paixão imperava. Cada jogador que vinha, por mais torto de pernas que fosse, era sempre portador do nome que o meu filho haveria de ter. Tudo isto se perdeu. Hoje, o Sporting é uma coisa asséptica - e a malta quer é micróbios -, branca, higienizada. Não há risco de se ficar doente. O problema é que o Sporting, para o ser, tem de ser uma doença crónica.

Hoje, o presidente disse que vai expulsar o sócio noventa e tal mil, o que me preocupa. Juro que o meu filho não andou metido na contestação, a não ser que dizer "Sporting é caca" seja terrorismo. Mas uma coisa é inegável, paixão não falta ali - ainda que com muita parvoíce pelo meio. Mais uma coisinha: o Barbosa foi o meu melhor jogador do mundo - eu amava aquele gajo -, mas o tipo percebe tanto de futebol sem bola como eu de lagares de azeite.

Dito isto, venha o André Villas Boas e vamos a eles.

Ameaça não velada: Se a opção for o Cajuda, o Machado, o Manuel José, o Co não sei quê ou qualquer outra coisa do género, juro que praticarei o terror telepático.


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Sábado, 26.09.09

Não há para aí a porra dum treinador que seja capaz de pôr o Pereirinha (raio de nominho) a jogar a defesa direito e de recambiar o Abel para o Braga? E de mandar o Miguel Veloso para a 2ª divisão inglesa? E de embarcar o Polga para o Brasileirence-vou-ali-e-não-volto? E aquele novo? - o espanhol velho -, não há quem o queira? E tu, Paulo Bento: nos Emirados pagam bem, apanhas lá belos jogadores - isso de terem quase 50 anos é coisa de somenos (deixam-se castigar e tudo). Vais ver que te vais dar bem. Vai-te embora, porra! Agora nós, Pedro Barbosa. Foste quase o melhor do mundo. Devo-te as obras de arte de me deste à borla. Mas como director desportivo és - como hei-de dizer? - menos bom. Não tens jeito. És mui manso. Não te mandava embora, que tenho memória, mas era gajo para te convencer daquilo que já sabes: nasceste para jogar à bola. Que tal uma escolinha de futebol? A Pedro Barbosa tem tudo para dar certo. Basta dares aos putos a receita dos teus famosos croissants (juro que isto é um elogio).


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Quarta-feira, 05.08.09
Rogério da Costa Pereira


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Sábado, 18.04.09
Rogério da Costa Pereira


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Segunda-feira, 23.03.09

Antes de mais, peço desculpa à Fernanda por me intrometer no pelouro que, por voto de braço no ar, decidimos que neste blogue passaria a ser ocupado exclusivamente por ela – refiro-me, claro, ao do futebol.

Depois, à laia de declaração de interesses, convém dizer que sou sportinguista. E daqueles que não se importa de ver o clube ganhar pela vantagem mínima, mesmo que o golo seja marcado pelo árbitro, em fora de jogo e 10 minutos depois de esgotados os descontos (e, se necessário for, empunhando uma latinha de gás pimenta, para afugentar os defesas contrários mais intrometidos).

Dito isto, vamos aos factos.

O Sporting perdeu uma final por causa de um erro crasso de um árbitro. Lucílio Baptista, o árbitro em questão, de forma mais clara do que a que lhe seria  exigida, foi à televisão assumir o erro. Se pensava acalmar os ânimos dos exaltados, mal andou. Exaltaram-se ainda mais, os exaltados. Que o irradiem, diz este, que o empalhem e o levem para o museu do Sporting, vocifera aquele.

E tudo porque não pediu desculpa ao Sporting! Say what? Ó alminhas, e o rabinho limpo com água de rosas? Quantas vezes já viram um árbitro assumir um erro da forma como este o fez? O mais próximo foi mesmo o Jorge Coroado, quando admitiu publicamente uma azia que o afrontou depois de um Chaves - Sporting. Lucílio não pediu desculpa, é certo, nem tinha de o fazer. Não sabendo desenhar, o que às vezes facilita as coisas, vou explicar devagarinho. Se Lucílio Baptista pedisse desculpa, para além de estar a invadir território alheio, estava a tirar a taça ao Benfica, que a ganhou legitimamente em campo, e a colocá-la na terra de ninguém. Legitimamente?, perguntarão. Claro que sim, que o futebol também é feito disto, de erros crassos, melhor, o futebol só é feito disto: de homens que se enganam – árbitros que julgam mal os lances, defesas que dão pontapés no ar, médios que passam a bola ao adversário, avançados que atiram a bola ao poste. Feito de auto-golos, de equipas que em cinco pénaltis falham três. E até de treinadores que se enganam quase sempre - embora esses pareçam ser de uma espécie mais rara. Assim que verifiquei a influência que a grande penalidade mal assinalada teve no resultado do jogo, cumpri o meu papel de dama ofendida - e por aqui fiz um post onde exibi as fotos do malvisto lance e do meu novo herói, perito no lançamento, ao melhor estilo enfiem-na no cu, da medalha.

A verdade é que hoje, e por causa daquele invulgar assumir de erro, nenhum benfiquista se me dirigiu - houve mesmo um, posso jurá-lo, que baixou os olhos à minha passagem. Para a estória fica a taça na montra benfiquista, mas que todos sabemos ser nossa – sem o ser! (não me esqueci do “legitimamente”, esta coisa do futebol é que é ciência complicada). Fica o erro de um homem que merece todo o respeito pelo que ontem fez e pela clareza (e coragem!) com que veio assumir que errou.

E, melhor que tudo, fica-me o mel do mel de sabor a fel na boca dos vencedores – nós sabemos que eles sabem que nós sabemos que eles sabem. É mais que suficiente, e vale pela taça, o gozo que me dá imaginar a cara dos benfiquistas, daqui a muitos muitos anos, a responder à pergunta que titula este post. Exibam-na em condições, portanto, e por certo o vosso museu contará com um inusitado aumento de visitas idas do lado de cá da segunda circular.


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Domingo, 22.03.09
Rogério da Costa Pereira


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Quinta-feira, 12.03.09
Rogério da Costa Pereira

Começa a ser música de elevador ouvir dizer que o Sporting tem uma das melhores de escolas de formação da Europa. Pessoal e institucionalmente, não concordo. O principal problema do Sporting está precisamente na formação. Os casos avolumam-se de ano para ano. Os jogadores das escolas chegam à equipa principal, dão dois toques a direito na bola, salta-lhes uma primeira página de jornal em cima e ei-los a anunciar ao mundo que querem zarpar e que o clube não lhes pode cortar as pernas (outros, imagino, temem pelo cabelo).

Lembro-me de aqui há uns anos o então recém-empossado presidente, Dias da Cunha, vindo de outras paragens e habituado a defender outras damas, ter, por tropeço de língua, dito Entreposto em vez de Sporting. Não podia tal engano ter sido mais premonitório. É que hoje o Sporting não passa disso mesmo: um entreposto, um mero depósito de jogadores, onde estes permitem que os deixem estar certo tempo, antes de arranjarem teta mais suculenta.

Quando anunciam que a equipa do Sporting vai jogar com seis ou sete jogadores da cantera, logo imagino que alguém armou uma equipa com seis ou sete fraldosos ainda a cheirar a leite e que ainda por cima parecem dispostos a ir terminar o desmamo noutras paragens. Daí o problema do clube ser a formação, ou a falta dela. Alguém que acabou de vir do Cascalheira FC, onde esteve emprestado pelo Sporting, chega à equipa principal e tem como referências miúdos um ou dois anos mais velhos - longe vão os tempos onde estes putos baixavam os olhos e tratavam por senhor os jogadores mais velhos. Ainda para mais o Sporting paga o preço de estes putos de hoje serem realmente bons de bola – para chegarem àquele patamar deixaram para trás centenas de outros que almejavam igual destino. Ou seja, não só têm poucas referências internas, como não aceitam conselhos dos poucos que lhos podiam dar – ora se eles são já o produto final de uma rigorosa selecção.

Estes os factos, portanto.

Ler o resto )

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Terça-feira, 10.03.09
Rogério da Costa Pereira

Mais calmo, e com mais calma, vos falarei de que como deixámos voltámos a de ser 13 à mesa.

 

Este dedico-o a outra causa - exactamente a que me tira a calma. Tenho 36 anos de vida e 103 de Sportinguista. Daqui a 100 anos restarão os 12:1 de hoje - não os campeonatos que entretanto se ganharem, efémeros símbolos de conquistas que mudam de braços no ano seguinte.

Do que hoje aconteceu jamais me esquecerei. Jamais se esquecerão. Esta foi para além da memória dos homens. Assim sendo, estou certo, qualquer homem saberá o que fazer perante o eventual contributo de leão que tenha dado para a concretização de tamanha ignomínia.

Paulo Bento não será excepção.


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Sexta-feira, 05.12.08
Rogério da Costa Pereira

Foi necessária uma sondagem para o Paulo Bento voltar a chamar o Simon e, mais que tudo, voltar a chamar-lhe Simon. O resultado foi o que se viu. Um dia o treinador perceberá que há jogadores e jogadores, e que uns não precisam de rédea curta - precisam apenas de jogar!

 


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Sábado, 15.11.08
Rogério da Costa Pereira

Não terá havido muitas equipas que, no mesmo ano, ganharam em Alvalade e nas Antas. Boa sorte aos bebés de Matosinhos e espero que, ao menos, tenham contribuído para acabar com este erro de casting que é o Paulo Bento (por vergonha, não cheguei a comentar as tristes declarações do indivíduo acerca da arbitragem do jogo para a Taça com o Porto).

 


sinto-me sportinguista, mais que nunca!
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