Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

jugular

Eu e os meus botões

Não deixo de me espantar com a filha da putice - felizmente, eu acho.

Estamos conversados.

Teresa Caeiro, uma das pessoas que mais vezes é a cara do CDS nas temáticas da Saúde, não distingue demagogia política de metodologia científica. Estamos conversados, de facto.

O Papa é parvo

Que se ache egoísta é lá com ele, mas nada lhe dá o direito de generalizar.

Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

"tradição", o novo significado de nartel

Passos Coelho disse que “a oncologia não [é] uma área em que, por tradição, a oferta privada se tenha vindo a organizar”. Por "tradição" o tanas, senhor PM. Mas acha que é tudo estúpido? 

Que coisa desonesta, Joana Barata Lopes.

A propósito de co-adopção e adopção por casais do mesmo sexo «Joana Barata Lopes garante que nunca sentiu pressão e só uma vez se sentiu hostilizada: “Quando fui à Ilga em representação da Aliança Portugal, a um debate sobre a evolução dos direitos LGBTI, fui atacada porque disse que me sentia bem ali. Não pelas pessoas que estavam na assistência, mas por representantes de outros partidos. Foi um momento esotérico.”», disse ao jornal i.

 

Não é verdade, ninguém atacou a Joana por ter dito que "se sentia bem ali", antes porque, e cito-me num post que então escrevi sobre o sucedido, "tentou defender o indefensável, tentou "safar" a candidatura da Aliança Portugal no que a estes temas diz respeito, referindo sentir-se "extremamente confortável" nesse papel. A política não é, não pode ser, uma venda de banha da cobra e, a menos que esteja profundamente clivada no seu funcionamento pessoal, a Joana não pode estar "confortável" - e muito menos "extremamente" - na defesa de um colectivo que, por exemplo, votou no Parlamento Europeu contra o Relatório Estrela (relembro que foi esse o sentido de voto de todos os deputados do PSD e do CDS com excepção de Paulo Rangel... que estava ausente). Ser lobo e vestir a pele de cordeiro não dá bom resultado, não chega armarmo-nos ao "moderninho" para se conseguir passar uma falsa mensagem, uma acção de pré-campanha deve ser informativa da posição dos organismos políticos que se irão apresentar a sufrágio e não uma acção de demagogia pré-eleitoral."

 

Ps: A adjectivação usada para classificar a coisa é deliciosa. De "esotérico" é que o momento não teve mesmo nada, se alguma coisa o marcou foi a irritação que se apoderou da Joana e que, pelos vistos, ainda não sublimou.

Palavras para quê, são uns "artistas" portugueses

Pedro Passos Coelho diz que os dados do INE sobre o risco de pobreza são tanga e Paulo Macedo diz que os gajos da OCDE se baralharam todos no relatório onde referem, entre outras coisas, que o governo cortou na Saúde o dobro do que negociou com a troika. Aposto que se pedissem um comentário ao matemático Nuno Crato responderia "só génios somos quinze, nunca se esqueçam, por isso as contas que valem são as do senhor Primeiro Ministro e do senhor Ministro da Saúde".

Se nas próximas horas não morrer mais nenhuma...

Janeiro termina com três mulheres mortas em contexto de crimes de violência doméstica.

Leituras de uma insónia terminal (ou matinal, como preferirem)

"E Catarina Martins: será que sabe a diferença que existe entre uma mulher que sonha e uma mulher de sonho?", pergunta o Serrão nesta sua crónica de opinião. Aposto que a Catarina sabe e que também sabe a diferença entre um homem de sonho e um porquito vestidito, o nome do meio do Manuel Serrão como prova a imagem junta.

Capturar serrão.PNG

 

É o que lhes resta...