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Não perceber a crise

"Ora a maioria das empresas, sobretudo PME, padece sobretudo de problemas de liquidez/tesouraria, que têm levado milhares a fechar as portas. Sócrates não percebeu isto. Passou-lhe ao lado o essencial desta crise. Nada fez para aliviar a pressão fiscal sobre as empresas. Manteve, por exemplo, o PEC e as regras de cobrança do IVA, não aceitando as propostas da oposição. Por exemplo, das 20 medidas para as PME propostas pelo PSD, quase nada foi aproveitado"

 

É óbvio que o sufoco financeiro das empresas é um problema. Mas está longe, muito longe de ser o principal problema desta crise. Acreditando naquilo que defende o Paulo Marcelo, a solução adequada passaria por resolver problemas de tesouraria das PME's; e estas, suponho, depois, tratariam do resto. É uma leitura possível desta crise. Mas não me parece de todo correcta, pois o Paulo não diz o que fariam as empresas com esse dinheiro. No contexto actual, uma coisa parece ser certa: as empresas não estão dispostas a investir e poupariam tudo ou quase tudo o que lhes fosse dado. Ou seja, o "combate à crise" é um bem público e que requer sobretudo por investimento..público. Num contexto de armadilha da liquidez — que é o nosso — a única entidade que parece disposta a invvestir é o estado e não as empresas, pelo que não se entende em que medida é que solucionar problemas de tesouraria é a grande solução para o nosso problema. Enfim, mistérios.

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