Contingências: o efeito Sarah Palin
Um estudo das inúmeras sondagens realizadas no âmbito das eleições presidenciais norte-americanas indica que não foi a crise financeira, «guerras» culturais ou afins que propiciaram os resultados esmagadores de Barack Obama. A escolha de Sarah Palin como candidata a vice-presidente no ticket republicano tirou quaisquer hipóteses de vitória a McCain. De facto, a partir do momento em que as ...er... idiossincrasias (cognitivas, éticas e religiosas) da senhora começaram a ser conhecidas, as sondagens de McCain reflectiam quasi exclusivamente o grau (baixo) de aprovação de Palin pelo eleitorado. Numa altura em que se repetem os momentos Sarah Palin na política nacional, o artigo termina com uma lucubração auspiciosa (para mim, claro):
«Even so, bringing Sarah Palin to the foreground allows us to consider factors that attending only to fundamentals forces us to neglect: rhetoric, perceptions of candidates’ fitness for office, and the contingency of things.»

