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jugular

8 comentários

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    Shyznogud 30.01.2010

    Não a escreveu mas foi como se tivesse escrito, porque isto "Serão realmente livres as mulheres que usam o véu? Serão realmente mulheres que tomam a pílula, vão  para casa e põem os maridos a lavar a louça, que os metem em tribunal quando eles as violentam? Mulheres que têm relações sexuais antes ou até «ao lado» do matrimónio? E, se assim é, porque será que sentem necessidade de usar a burca?" (q foi mesmo escrito por ele) é o retrato do q é para ele uma mulher livre, certo? Faz-me um bocadinho de impressão q pessoas q andam sempre a pregar contra a imposição de moral por parte de outros acabem por fazer o mesmo. Enfim...Posso ter muitos defeitos mas da mm forma q não quero q me imponham morais ou comportamentos a mim tb. não me dou o direito de o fazer aos outros.
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    Ricardo Alves 30.01.2010

    Pois, Maria João. Nem eu escrevi a frase que me atribuiu, nem disse, em parte alguma, o que é, para mim, «uma mulher livre». Mas de si já não espero lealdade no debate. Nem educação. A minha vontade é mandá-la para onde me mandou no post da «f.».
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    Shyznogud 30.01.2010

    Está a fazer confusão Ricardo (mais uma), não o mandei para parte nenhuma no post da Fernanda, ora confira lá. Mas não se coiíba de o fazer mm se eu não o fiz antes, não sou vidrinhos e mantenho q o q o Ricardo fez foi dizer q qm não correspondesse aos seus "critérios" não era uma mulher livre.  Assuma de vez que anda numa cruzada anti-religiosa (a q tem todo o direito) mas, como ouvi alguém dizer noutro sítio, não misture liberdade e defesa das mulheres nela.
    Já agora convido-o a ler um pequeno post q sintetiza tão bem uma série de coisas:

    http://segundalingua.blogspot.com/2010/01/guerra-dos-veus.html
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    Ricardo Alves 30.01.2010

    Concordo totalmente com o segundo parágrafo desse texto:

    «Construímos toda uma simbologia baseada na burqa mas ela assenta em grande parte no seu uso obrigatório e na punição violenta das infractoras. Lá no fundo a maior repulsa é essa. Convém não esquecer

    É essa repulsa que gostaria de ver na Jugular. Mas é evidente que cada um, ou uma, tem os sentimentos que tem.
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    Shyznogud 30.01.2010

    O q a autora está a dizer é q repulsa é a obrigação e não o símbolo, Ricardo. Obrigação que ela, citando a feminista egípcia, equivale a proibição. Já agora trago para aqui a pergunta q o Daniel Oliveira faz no Arrastão "A questão é saber, digo agora eu, se para lutar contra um símbolo de subjugação da mulher estamos dispostos a subjugar a sua vontade. Se para combater o símbolo repetimos o que ele simboliza."
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    Maria N. 31.01.2010

    É isso mesmo que quis dizer, Maria João. Repugna-me o que a burca simboliza, evidentemente, mas a questão era sobre a proibição do símbolo versus a obrigatoriedade. Em ambos os casos os direitos da mulher são diminuídos.

    Isto gera alguma confusão porque se parte deste princípio: se a burca simboliza a eliminação dos direitos humanos delas, a sua proibição significa a restituição desses direitos, logo vamos negar-lhes um direito para tornar possível essa restituição. Mas os símbolos não são o mesmo que aquilo que simbolizam.

    Proibir elimina a obrigatoriedade de a usar mas não elimina a opressão exercida sobre a mulher, a menos que acreditemos que sem ela o opressor deixa de oprimir. Os casamentos forçados de mulheres sem burca dizem o contrário, assim como a retirada de raparigas de famílias integristas das escolas públicas francesas que passaram a frequentar escolas confessionais, ou a aprender em casa através do ensino à distância, quando o hijab foi proibido nas escolas.

    É necessário entender que em ambientes opressores, o véu permite às mulheres a negociação da sua liberdade (sair à rua, estudar, trabalhar, etc.,), o que explica a razão de algumas lhe atribuírem valor no seu percurso para a emancipação. A questão da proibição do véu não pode ser tratada como se não tivesse consequências negativas para algumas destas mulheres, ainda que para outras seja positiva.
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    Shyznogud 31.01.2010

    Obrigada por ter vindo aqui explicitar o seu texto. A mim pareceu-me muito claro, mesmo sem necessitar conhecê-la, mas alguns tiveram óbvias dificuldades, como se prova acima.
    Aproveito, já agora, para subscrever todo o seu comentário.
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