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Da Demagogia e da coerência

O Pedro faz um link para aqui, elogiando o texto de Tiago Mendes. Neste, o Tiago acusa o João Galamba de incoerência, ao criticar o "caso Mário Crespo" e ao vir agora - quando haveria de ser? -, e bem, reconhecer que é preciso que se faça luz sobre o assunto do momento que envolve José Sócrates e que o mesmo se esclareça.

Critica o facto de João Galamba não ter alinhado com os doutrinadores da "asfixia democrática" e de agora vir dizer estas coisas, o malandro.

De facto, a demagogia não conhece limites.

Reconhecer que à luz do que foi divulgado de forma repudiante pelo Sol deve ser esclarecido não implica aderir à tese da "asfixia democrática".

Admitir, como eu também admito, que se justifica, por exemplo, uma comissão de inquérito, não significa que se entenda que Mário Crespo tem razão num outro caso, o da construção de uma tese a partir de uma conversa de ouvir dizer, uma coisa do tipo "diz que disse", o que nos levaria a um ambiente que me recorda a Stasi, com medo de falarmos à vontade num restaurante. Penso que Vasco Pulido Valente não gosta de Sócrates e que quando bocejou perante o caso Mário Crespo não estava sob coacção.

Esta demagogia tenta descredibilizar o outro; condicinar o discurso alheio.

Com que então achas que isto tem relevância política? Com que então achas que se justifica uma comissão de inquérito? Então tens de de pensar também que Mário Crespo tem razão, que há asfixia democrática em Portugal, que não se pode falar, que estamos todos amordaçados.

Francamente.

Um pedido, rapaziada defensora da independência dos órgãos de comunicação social e da liberdade de expressão, um pequeno pedido, doutrinadores da "asfixia democrática": podem falar-me um pouco, por exemplo, do que se passa na Madeira? Assim, de passagem, já que o assunto é a coerência...

 

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