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8 comentários

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    Palmira F. Silva 21.06.2010

    (...) Artigo 288.º (Limites materiais da revisão)

    As leis de revisão constitucional terão de respeitar:

    a) A independência nacional e a unidade do Estado; b) A forma republicana de governo;
    c) A separação das Igrejas do Estado;
    d) Os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos;
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    Marco 21.06.2010

    Lá está, querem rever o ponto que limita a revisão.

    Os constitucionalistas que fizeram o artigo 288º esqueceram-se de incluir: e) este próprio artigo. :)

    Agora estou sem tempo, mais logo, se se propiciar, venho debitar mais umas postas de pescada sobre o assunto (conquanto o nuvens traga os paus de dinamite prometidos)...
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    Carlos Fernandes 21.06.2010


     Comentário 3a excepção à regra , aqui vai ele...

      Então pelos vistos temos que gramar um regime imposto sem escolha, não é D. Palmira...
     Eu até sou republicano, agora permita.se.me escolher e votar este regime, e sob o prisma democrático, é então factual e objectivamente muito mais democrática a IIa Republica, que foi referendada pelo povo em 1933.
     Pode censurar isto à vontade Prof. Palmira, mas este post demonstra bem que a Sra. no fundo é uma grande fascista e antidemocrata!
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    Ricardo Alves 22.06.2010

    A Constituição actual foi debatida e votada por uma Assembleia eleita com a participação de 91% dos recenseados - um recorde de participação que nunca mais se repetiu, e que dificilmente encontra paralelo em países sem voto obrigatório. Os monárquicos concorreram com partido próprio, e tiveram 0.57% do total - não elegendo um único dos 250 deputados. Isto diz tudo sobre qualquer comparação com a «legitimidade» eleitoral do regime plebiscitado em 1933, que o Carlos Fernandes, tão lesto a chamar «fascistas» e «antidemocráticos» aos outros, acha «factual e objectivamente muito mais democrático».

    Como diz outro comentador: na ausência de real apoio popular, os monárquicos voltaram-se para o «entrismo». Alguns até se dizem republicanos.
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    Visconde de Vila Nenhures 22.06.2010

    Meu Caro Ricardo:

    Queira desculpar se de algum modo ofendi esse modelo de virtudes que foi a "progressista" constituição de 1976... Aquela que apregoava que caminhávamos para o socialismo (quando os desgraçados que o tinham tentavam sair dele...), que falava da apropriação dos meios de produção e restringia a iniciativa privada... Sem esquecer esse proletário Orgão de Soberania: o Conselho da Revolução (espécie de "rendimento mínimo" topo de gama da altura; i.e. também alimentava uma cambada de inúteis)  

    Ahhh que saudades desses tempos do PREC...

    E sabe, meu caro Rodrigo, o PPM ou qualquer outro partido Monarquico não representa nem 1% dos Monarquicos Portugueses; estes estavam e estão divididos pelos diversos partidos.

    Mais ainda, em 1976 era mais importante o voto útil que impedisse que Portugal se tornásse a "República Popular Socialista e Progressista de Portugal" liderada pelo "Querido-Líder" Cunhal. Ter Rei ou não era secundário..., era necessário sobreviver...


    Saudações Marxistas Leninistas Gonçalvistas
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    Ricardo Alves 22.06.2010

    Senhor «Visconde de Vila Nenhures»/Carlos Fernandes(*),
    concordo consigo: em 1974-76, a «questão» monárquica era irrelevante. Aliás, já o é praticamente desde 1949, senão antes. E mais, agradeço-lhe a honestidade de assumir o «entrismo» monárquico nos partidos do «arco da governação».

    Quanto ao Rodrigo, não sei quem seja.

    (*) Parto do princípio de que se trata da mesma pessoa, dada a continuidade que assume na discussão («desculpe se ofendi...»).
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    Visconde de Vila Nenhures 22.06.2010

    Caríssimo Ricardo:
     
    Em nada me ofende confundindo-me com o Senhor Carlos Fernandes, mas não somos a mesma pessoa.
     
    Quanto á relevância da questão Monarquica: bem, para mim e outros como eu ela mantém-se com tanta acuidade como no malfadado dia 5 de Outubro: nunca perdeu a importância.
     
    No que toca aquilo a que o meu bom amigo chama de "entrismo", confesso-lhe que não compreendo o seu espanto..., será assim tão estranho que os Monarquicos façam as suas escolhas políticas de forma livre? crê verdadeiramente que o número de Monarquicos Portugueses se cinge ao PPM????
     
    Como dizia esse grande democrata(?) infelizmente(?????) já desaparecido:
     
     "Olhe que não, olhe que não"....
     
    Saudações Entristas, Bloco-Centralistas e "Paulinho-das-Feiristas"
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