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jugular

Uh?

U.S. banks getting more than $163 billion from the Treasury Department for new lending are on pace to pay more than half of that sum to their shareholders, with government permission.

 Como refere a Slate:

The WP reports that the 33 banks signed up to benefit from billions in bailout dollars from the Treasury Department are continuing to pay dividends to shareholders, even though the money is supposed to be for loans. While foreign banks are typically required to suspend quarterly dividend payments before repaying government investments and the U.S. government required Chrysler to do so in a 1979 bailout, the Treasury says such a condition would have discouraged banks from participating in its program.

Rogue lunatics

 

Um dos momentos mais «rogue» da candidata que nas suas últimas homilias se esqueceu de McCain não foi comentado (ainda) por Jon Stewart: o momento em que aos microfones de uma rádio conservadora Sarah Palin se queixou que os seus direitos estavam a ser atropelados pelos jornalistas que classificavam de campanha negativa os seus ataques mentirosos e insanes a Barack Obama. O momento zen de total ignorância da Constituição pode ser apreciado no link seguinte.

Rastejar no esterco

Não custa perceber que a praxe académica tivesse sido inventada. Não é sequer preciso consumir documentários da National Geographic sobre as provas de entrada dos adolescentes de tribos africanas na vida adulta para nos darmos conta da importância social dos rituais de iniciação. A Confraria do Vinho do Porto organiza as suas entronizações com grande pompa, tal como entre os maçons do Grande Oriente Lusitano a iniciação de um profano no grau de aprendiz é uma passagem das trevas à luz feita sob o símbolo do triângulo e creio que ao som de Mozart. Eu próprio, ateu convicto, esqueci entretanto a minha primeira confissão mas recordo a primeira hóstia – e é uma pena esta hegemonia do paladar sobre o remorso não ser uma constante da vida..

Ver mais... )

O saloio de New Haven

A pouco mais de 48 horas do Dia D das eleições americanas, fui ver o W. Foi acaso, não foi propositado. Mas não podia ter escolhido melhor altura. Porque a sensação do "virar de página" não podia ter sido maior. O filme surpreendeu-me, e pela positiva. A obra não tem nada de polémico, não é um zurzir nas costas do presidente em últimos dias de desempenho, não é um "bater no ceguinho". Na verdade, tudo o que por ali desfila era conhecido há muito. Mas faz impressão vê-lo assim, composto, de enfiada, como um enredo cinematográfico. A desorientação com o 11 de Setembro, a leviandade da invasão do Iraque, os cordelinhos puxados pelos personagens de segundo plano, nomeadamente Dick Cheney (um magnífico Richard Dreyfuss), a completa falta de responsabilidade. No meio, um filho-segundo desdenhado pelo pai e marcado pela sua sombra.

 

san diego mayor, i kiss your feet (enquanto enxugo as lágrimas -- estão avisados, é um weeper)

 

 

(com agradecimento ao rui tavares, o nosso homem na windy city, que deu a notícia)

adenda: como não estou a ouvir fungar nesta caixa de comentários, vou explicar. este senhor no vídeo é

jerry sanders, no segundo mandato como mayor de san diego (califórnia)

, republicano e até este discurso apoiante da proposta de banir o casamento das pessoas do mesmo sexo. mas jerry sanders, que foi polícia 26 anos -- e durante 6 chefe da polícia da cidade --, tem uma filha lésbica e reconhece que não conseguia encará-la enquanto defendia a teoria do 'separate but equal' que justifica a recusa do nome 'casamento' para a união civil entre pessoas do mesmo sexo (aquela que faz manuela ferreira leite dizer 'chame-se-lhe uma coisa qualquer, só não se chame casamento'). entre lágrimas, sanders garante que não vê qualquer motivo para negar a dignidade do nome casamento ao compromisso entre duas pessoas do mesmo sexo , e que esse compromisso vale para ele tanto como o que assumiu com a mulher -- que está ao lado durante o discurso. vejam, vale a pena.

Privatizações descabidas

Estou surpreendido com a sabedoria económico-financeira do Ricardo Costa. Ele também deve estar, aliás.

Não brinco: acabo de ouvi-lo dizer que, nas actuais condições, as privatizações da ANA, da REN e da participação que o Estado mantém na Petrogal não faz sentido nenhum.

Tem razão, evidentemente, só se estranhando que nenhum dos economistas que regularmente opinam nos media tivesse antes vindo a público dizer isto.

Eis as três principais razões para não privatizar:

1. Seria um péssimo negócio para o Estado vender empresas na baixa

2. Os privados teriam dificuldades em conseguir financiamento para as comprar

3. Nos casos em que se encontram programados grandes investimentos de expansão, o Estado está em condições de conseguir taxas de juro muito mais favoráveis do que os privados

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