Valeu o cigarrinho do tipo pós-coito
O episódio de hoje dos Contemporâneos, com a besuntadela de cristianismo do Chato, foi orgástico.
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O episódio de hoje dos Contemporâneos, com a besuntadela de cristianismo do Chato, foi orgástico.
Devo estar especialmente burra porque não consigo encontrar a proposta de declaração de que se fala (e que a Palmira já por aqui tinha referido há uns dias). Estou a falar da que levou a (mais) uma belíssima e mui oportuna e humana oposição vinda do Vaticano, com origem em França, e que pretende que a Assembleia das Nações Unidas faça passar um texto em que se proponha o fim da criminalização da homossexualidade. Pelo que vi escrito no El País é um texto com 13 parágrafos e aquele que está a causar engulhos ao Vaticano é muuuuito, muuuito ofensivo, já que «(...) se pide a los países que tomen "las medidas necesarias, administrativas y legislativas, para garantizar que la orientación sexual y la identidad de género no sean bajo ninguna circunstancia causa de sanción penal, en particular ejecución, arresto o detención"». Como não me canso de defender, nada como ir às fontes...Palmira, minha deusa da "linkagem", serás que és tu que me vais tirar da aflição descobrindo-me o texto original da bendita declaração?
Já não bastava a esquizofrenia, agora também a paranóia burocrática ajuda a pôr «Docentes à beira de um ataque de nervos». Num arroubo de brio, a ASAE resolveu ver se é cumprida à letra, ou antes, ao solvente, uma legislação velha de quase 16 anos, o decreto lei 15/93 de 22 de Janeiro de 1993 ( e as suas dez posteriores alterações) que se destina a evitar o «Tráfico Ilícito de Estupefacientes e de Substâncias Psicotrópicas».
“Um, dois, três, já cá estamos outra vez” era, segundo o Público, "um dos slogans que se podiam ouvir da boca dos cerca de 60 professores que já se começaram a concentrar em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, em protestos contra o modelo de avaliação".
Morreu Odetta Holmes, a voz dos movimentos em defesa dos direitos civis dos anos sessenta que influenciou marcadamente ícones como Joan Baez, Bob Dylan ou Janis Joplin.
Odetta foi uma figura emblemática da luta contra a discriminação racial, que marcou com o seu «Oh, Freedom» aquele dia de Agosto de 1963 em que o «I Have a Dream» de Martin Luther King ecoou para as 250 mil pessoas que se manifestavam em Washington.
A cantora de 77 anos morreu seu cumprir o seu sonho: cantar na tomada de posse do primeiro presidente negro dos Estados Unidos mas, como referiu o seu representante Doug Yeager ,« A sua voz não morrerá nunca».
irrita-me sobremaneira a poetização da tragédia, sobretudo quando a poesia é má (já que que uma parte substancial da poesia se alimenta da tragédia e todos já incorremos nesse pecado). de cada vez que vejo/oiço aquela atrasadice mental da auto-promoção da sic notícias que faz quadras com a morte do puto palestiniano (ia apostar que tinha sido o puto a morrer, mas a sic diz que foi o pai) e mais uma série de desgraças mais o 'quarto poder' dá-me uma fúria. se calhar sou eu que tenho mau feitio -- e tenho.
afiram aqui:
adenda: confirma-se, claro, que quem morreu ali foi a criança. (obrigada, jonas)
(clicar na imagem para ler melhor)
Quase 24 h depois de ter visto esta pérola pela primeira vez (e de a ter postado no outro lado) continuo speachless. Aiii, e que difícil é resistir a piadinhas sobre sociólogos...
Regulamento de multas que terá sido encontrado num pavilhão desportivo nas Caldas da Rainha. Está-me a parecer que o Benfica precisa explicar-se (e o que serão actos homossexuais?)...
Rogério da Costa Pereira
Rui Herbon
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The times they are a-changin’. Como sempre …
De facto vivemos tempos curiosos, onde supostament...
De acordo, muito bem escrito.
Temos de perguntar porque as autocracias estão ...
aaaaaaaaaaaaAcho que para o bem ou para o mal o po...