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jugular

Brincar aos políticos

Pinho era uma demissão adiada: podia ser excelente a vender Portugal, mas como político sempre foi um desastre. Não há muito mais para dizer sobre o caso Manuel Pinho: a cena no parlamento foi inadmissível (e algo infantil) e Sócrates fez bem em demiti-lo. Ponto final parágrafo. Não vou perder muito tempo com a hermeneutica da coisa. Esse papel cabe à oposição, para quem este acontecimento é um sintoma prenhe de significados políticos. Pois que capitalizem e chafurdem à vontade. Abriu a época de entertainment político, e aposto que o João Gonçalves vai escrever o post (a trivela) mais brilhante do compeonato. É uma estratégia potencialmente ganhadora, e pode ser que resulte. Para além do fogo de artifício que aí vem, uma coisa parece-me evidente: o caso Pinho é útil porque permite esconder o deserto de ideias que reina no PSD. Já sabíamos que o PSD não era imensas coisas; agora também sabemos que não é o Pinho. Porreiro, pá. Eu, se fosse do PSD, continuava a explorar o filão. Sempre se vai evitando o óbvio.

 

(Dir-me-ão: cada um faz o seu papel, e eu — que não quero que Ferreira Leite governe Portugal — faço o meu. Num certo sentido até é verdade, pois isto também é um jogo e a malta limita-se a representar a sua personagem. Mas isto não é só um jogo. Ou melhor, não devia ser)

inaceitável

o dn narra situações em que vítimas de violência doméstica recebem um adiantamento do estado por conta de indemnizações que lhes são devidas pelos agressores e o dinheiro, transferido para as suas contas individuais, é 'passado' pelos bancos para contas conjuntas que tenham com os agressores para mitigar dívidas. esta coisa de os bancos 'mexerem' no dinheiro das pessoas assim sem mais nem menos deixa-me perplexa. não há leis contra isso? desde quando é que uma conta individual e uma conta conjunta são a mesma coisa?

A ler

Uma boa parte dos políticos portugueses não têm um mínimo de vergonha na cara como também não têm a noção do ridículo, enquanto em todos os países que conheço estão mais preocupados em discutir e apoiar soluções para sair da crise ou, pelo menos, reduzir os seus efeitos nefastos, por cá não só não escondem o desejo de ver agravarem-se os problemas económicos como condenam todo e qualquer um que se lembre de ser optimista.

A Assembleia da República chegou ao ridículo de chamar o ministro das Finanças para o condenar por ter-se manifestado optimista, depois de dois meses com o ambiente de conjuntura positivo Teixeira dos Santos lembrou-se de estar optimista quanto ao fim da crise. Caiu o Carmo e a Trindade, ao invés de um discurso optimista o ministro deveria dizer aos agentes económicos para fecharem as portas e deixarem de consumir porque o fim da crise não está à vista.

 

O Jumento

shame on you, sapo adsl

há semanas -- meses, na verdade -- que noto uma desaceleração da velocidade na minha net. há alturas em que o acesso é interrompido de 5 em 5 minutos, e outras em que levo séculos a abrir uma página. quando me queixei disso aqui em maio, um leitor falou-me deste site, no qual é possível medir a velocidade real das ligações. fiz o teste na altura e voltei a fazê-lo hoje. em 28 de maio, era 1.64 mbps. hoje era 1,27. na minha factura, a velocidade contratada é de 8mbps. já liguei éne vezes para o atendimento -- apenas para me ser confirmado que não estou a receber a velocidade contratada. o que é giro é que o valor que pago mensalmente é sempre o mesmo. os reguladores servem exactamente para quê? e os contratos, já agora? é para enfeitar?

À atenção do jornal Público

Com mais ou menos atenção - dependendo do tempo que disponho - tento acompanhar tudo o que os restantes jugulentos vão escrevendo por aqui. Ao ler o Público de hoje encontrei referência a um texto que tinha a certeza que não era da autoria de nenhum de nós. Escarafunchei o blog inteiro até que percebi o que tinha acontecido.

 

Se já é muito discutível a opção que fazem, na vossa secção dedicada à blogosfera ,de não referir autorias dos posts que selecionam mas, apenas, o blog onde os encontraram (questão particularmente relevante no caso de blogs colectivos), é absolutamente absurdo que façam passar comentários por posts. A ninguém passaria pela cabeça transcrever um comentário a um artigo do Público fazendo-o passar pelo próprio artigo, não é verdade?

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