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jugular

Do twitter

Antes de sair para jantar espreitei no meu twitter e dei com um micro-diálogo que me fez ficar entre o incrédula e o divertida. Como nenhum dos intervenientes -  que foram Paulo Gorjão e o deputado comunista António Filipe - tem a conta "ferrolhada" não cometerei nenhuma inconfidência trazendo para aqui as 3 "falas" que presenciei (não sei se a conversa continuou porque ainda não voltei lá) e que copiei:

 

António Filipe - Coligações com Ana Gomes só se for em Bruxelas ou Estrasburgo. Em Sintra, como vereadora, poucas vezes vai pôr os pés.

 

Paulo Gorjão - Olhe que a sua camarada Ilda Figueiredo consegue estar em Bruxelas e em Gaia.

 

António Filipe - Mas já demonstrou que consegue.

 

Sinto-me particularmente à vontade para, no mínimo, afirmar que António Filipe perdeu uma bela ocasião para ficar calado porque, ao contrário da grande maioria das pessoas com quem falei sobre o assunto, não me chocam nada candidaturas duplas. Já duplicidade na apreciação das mesmas acho lamentável.

Dois posts do José Neves

Dois excelentes posts do José Neves no Cinco Dias. Com pessoas como ele, e textos como os seus, pode-se dialogar, rebater, debater, pensar e crescer. Não há muitas pessoas assim na nossa esquerda. Muito do que ele diz pode aplicar-se a qualquer partido político e qualquer tentativa de ora separar, ora unir, pensamento crítico, movimento social, e acção política de tipo partidário e/ou parlamentar. Qualquer coisa que eu vejo como intrinsecamente irresolúvel e que se faz fazendo, sem receio de chegar às conclusões (e às desilusões) que a nossa consciência imponha em momentos mais críticos. É claro que na área do PS tudo se torna mais complexo - pela escala, pela abrangência, pela representação de identidades sociais muitos diversas e até contraditórias, pela governação. Com pessoas como o José Neves (ou como o Daniel Oliveira ou o Rui Tavares) não só vou precisar, como vou querer manter um diálogo começado nas aulas que ele refere no post. Aulas essas que são o meu mais verdadeiro lugar de pertença, antes e depois do cumprimento do eventual "serviço cívico" de deputado.

Post com dedicatória

Pois, pois, é isso e cuspir na sopa. Ler o Pedro Adão Silva talvez ajude, eis um excerto que roubei ao Hugo Mendes:

 

«quanto maior é a naturalização do papel da família, menor é a tendência para as políticas públicas investirem no apoio à família. Foi o historial de responsabilização da família como rede de apoio que fez com que, ao longo de décadas, os países da Europa do Sul tenham negligenciado esta área. Por estranho que possa parecer, a invocação da família ajudou Portugal a ficar numa das piores situações em termos de natalidade. É, por isso, importante que a retórica sobre a família seja substituída por políticas que, de facto, a apoiem.»

A minha primeira palavra alemã

Quando entrei para o 7º ano escolhi alemão como segunda língua (ir-me-ia acompanhar durante 5 anos, até ao fim do 11º) mas o meu primeiro contacto consciente com o alemão aconteceu através de uma colecção de 3 BD que havia lá por casa com o título Blitzkrieg. Hoje lembrei-me desses 3 livros (de quem seriam e onde estarão?).

Ainda a Irlanda e a blasfémia

Sobre a nova lei da blasfémia irlandesa, algumas perguntas muito certeiras no Guardian:

 

«Who exactly was Ireland's minister for justice trying to placate with his insistence that new defamation legislation should contain a controversial prohibition on blasphemy?

The churches? Or a rightwing religious pressure group? No one else would have the slightest interest in pushing through the amendment to the Defamation Act 2009. So what got into the minister?

It is extraordinary that while there is a real need in Ireland for legislation on abortion, assisted human reproduction and stem-cell research, no time for this can be found. But time was found for an amendment that is widely seen as a retrograde step.»

Pág. 23/23

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