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jugular

até que enfim que há quem denuncie estas poucas vergonhas

'A pretexto da crise e da racionalização dos recursos, as Direcções Regionais de Educação vão procurar encher as escolas estatais e apenas as sobras irão para as escolas privadas, fazendo emergir novamente o estigma da supletividade. Pobre ensino privado que continua a aguentar esta injustiça e prepotência. Esquece-se o Estado que, contrariamente ao estipulado na Lei de Bases, em 1986, continuou a construir escolas em zonas abrangidas por escolas privadas, esbanjando dinheiros públicos. Esquece-se o Estado que subtilmente foi requalificando nos últimos 4 anos centenas de escolas, ampliando a sua lotação, sem necessidade.'

 

Jorge Cotovio,

Secretário Geral da Associação Portuguesa de Escolas Católicas (APEC), aqui.

 

(sublinhados meus)

6 comentários

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    Ana Matos Pires 30.01.2011

    Sobre a chamada da ADSE à colação sugiro-lhe, para poupar tempo, que leia a cx de comentários deste outro post, já essa do cunhado médico e da receita não percebo o seu ponto, mas se quiser  fazer o favor de explicar ficarei agradecida (sobre receituário relembro que, de acordo com as últimas indicações, depois de Março só as receitas electrónicas serão comparticipadas)
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    Anónimo 31.01.2011

    O meu ponto é: defende que o custo dos medicamentos (ou análises, ecografias, etc.) só deve ter comparticipação do Estado no caso de serem receitados pelo meu médico de família, automaticamente atribuído pelo Estado em função do meu domicílio (ou, mas só numa urgência, pelo hospital público mais próximo)?

    (e abusando da sua boa vontade: "receita electrónica" significa que é isso mesmo que vai acontecer a partir de Março?)
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    Ana Matos Pires 31.01.2011

    Vejo que já deixou cair o exemplo da ADSE como paralelo para o caso das escolas com contrato de associação.

    Vamos então ao seu ponto, que agora percebi, e que tb não é um bom paralelo com o caso em discussão.

    Antes de mais, a comparticipação de medicamentos e  de exames subsidiários de diagnóstico (ESD) não obedece aos mesmos princípios - os ESD não são receitados, são requisitados, e só são comparticipados quando requisitados por um médico a cumprir serviço no âmbito do SNS (no caso de um hospital da área de residência pode não ser exclusivamente na urgência mas em qualquer consulta da especialidade em regime ambulatório), - enquanto médica, um ESD por mim requisitado no meu consultório não tem qq comparticipação (estou a falar de beneficiários do SNS).

    De qualquer modo julgo que o paralelo não é com o receituário mas com a consulta em si, paga na integra pelo doente que escolhe o médico privado e da qual a receita é parte integrante. Respondendo à sua pergunta, concordo e parece-me justo que o receituário prescrito em contexto privado seja comparticipado pela simples razão de que o que é um acto médico é a prescrição, não a obtenção física do medicamento, com o qual o médico privado não vai obter qq mais valia. Não é por acaso que a política do medicamento, tão falada nos últimos tempos, é um terreno próprio do MS, separado da prestação de cuidados de saúde - esses sim o paralelo possível com as actividades escolares. Relembro, a este propósito, que no SNS nem o doente escolhe o médico nem o médico escolhe o doente, ao contrário do que acontece no regime privado.

    "Receita electrónica" significa um maior controlo na compra e venda de medicamentos.
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    Anónimo 31.01.2011

    Em primeiro lugar, obrigado pela sua resposta.

    Não "deixei cair" o exemplo da ADSE, fui ao link e vi que não é uma entusiasta da ADSE. Isso é coerente com a sua opinião sobre os contratos de associação, e sendo assim não tenho nada a dizer.

    Em relação à comparticipação do Estado nos medicamentos prescritos numa consulta privada, que defende (sublinhando que não há mais valia para o médico), penso que há um paralelo com os contratos de associação com escolas que pertencem a instituições sem fins lucrativos: há a possibilidade de escolha do médico (e já agora da farmácia, que até vai ter um pequeno lucro), para a qual o Estado contribui com dinheiro.
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    Ana Matos Pires 31.01.2011

    Não resisto: tire o cavalinho da chuva, mesmo ainda havendo muita coisa a fazer, sem partir o bico ao lápis não encontra paralelo na Saúde com esta coisa dos contratos de associação nas Escolas.
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