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jugular

Entretanto pelas bandas do governo que não sabemos bem se o é

Estávamos em Janeiro de 2011, a contestação dos colégios à anunciada redução do financiamento dos Contratos de Associação atingia o rubro. Múltiplas iniciativas aconteciam enquanto decorria a campanha eleitoral para as presidenciais e Cavaco , se bem se lembram, louvava a juventude que fazia ouvir as suas reivindicações. Avancemos uns meses e estamos de novo em campanha eleitoral, desta vez para as legislativas. Apelos do Movimento S.O.S. Educação surgiam todos os dias, um dos mais conhecido dos quais terá sido a distribuição deste panfleto.

 

Avancemos de novo e lembremos qual foi uma das primeiras medidas deste governo. Revogou a Portaria 1324-/1010 de 29 de Dezembro, que contemplava a redução para os 80.080€ através da Portaria nº 277/2011 de 13 de Outubro, que estabeleceu o valor de 85.288€ por turma (contrariando inclusivamente o tal do memorando que tudo tem justificado). Leia-se, a este respeito, "a austeridade seletiva" da Mariana, escrito em 13,10.2011).

 

Para acabar esta história, ontem soube-se que, e cito o Sol,"O ministro Nuno Crato acordou com os colégios com contrato de associação – escolas privadas que fazem parte da rede pública de ensino – um corte de 5% no valor do financiamento por turma. Mas mantém o número de escolas e turmas financiadas pelo Estado no privado.

 

Graças ao acordo alcançado, o Estado vai passar a pagar 81.023 euros por cada turma em colégios com contrato de associação, alcançando uma poupança de 4264,4 euros por ano por turma."

Curiosamente não se ouviu um piozito que fosse de quem tanto barulho fez em 2010 e 2011. Terá este silêncio alguma coisa a ver com a frase que sublinho? É que, se bem se lembram, há um relatório da Universidade de Coimbra de Fevereiro de 2011, entretanto convenientemente esquecido, que recomendava a resolução de alguns desses contratos por haver várias escolas com direito a contrato de associação em zonas, e cito,"em que a oferta da rede pública se apresenta como manifestamente suficiente"

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