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Comunicado da Apordoc (lido na sessão abertura Doclisboa 13)

O comunicado lido aqui, é este:

 

Em 2012, perante o impasse na aprovação da nova lei do cinema, falámos de um ano zero. Perguntámo-nos como continuar.
Houve quem o conseguisse mas houve quem, simplesmente, não tenha resistido.

Este ano, quando finalmente a lei foi discutida, aprovada e homologada, um novo dado apareceu: os operadores de televisão por subscrição não querem pagar as suas contribuições num desafio directo à lei, às ideias de equidade e justiça que subjazem a qualquer estado de direito. Perante tal, o Primeiro Ministro mantém-se em silêncio, o Presidente da República nada diz.

Como pode um governo fazer depender uma política cultural do cumprimento de uma lei por parte de privados?

Como se pode pôr em causa um sector fundamental para a prática democrática, para a construção de mecanismos de cidadania e de participação na vida pública?

Como podem governantes legitimamente eleitos tratar este problema como sectorial, e não como um problema de carácter nacional, que toca a sua própria legitimidade enquanto principais decisores e detentores de mecanismos de gestão da coisa pública?

O cinema português está em perigo, não só quanto à sua produção, mas quanto à sua preservação e divulgação.

A Apordoc, enquanto associação que defende, promove e divulga o cinema português declara-se atenta, afirmando uma intenção clara de lutar, junto com os seus associados e aqueles que defendem a cultura e as artes. Esta é uma luta para que tanto o poder económico como o poder político honrem os seus compromissos e obrigações. Em nome de uma cinematografia que sempre honrou e honrará o país que lhes deu os lugares que, apesar de tudo, ocupam.


Apordoc – Associação Pelo Documentário

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