Actuais responsáveis pelo "arquivo morto" do 5 dias:
Publiquei o primeiro post no 5 dias no dia 20 de Março de 2008 e o último no dia 15 de Outubro do mesmo ano. Após a publicação do meu último post, foi-me retirada a possibilidade de aceder aos meus posts - de os editar, de os apagar, de mexer naquilo que é meu (e só meu). Não transmiti a ninguém os meus direitos autorais - nem na sua vertente patrimonial, nem, mesmo porque inalienável, na sua vertente moral, designadamente no que concerne à respectiva paternidade e à garantia da sua genuinidade e integridade. Embora despiciendo, e porque dos comentários aos posts do Paulo Pinto vejo que haja quem considere isso relevante, sempre direi que fui, apenas, convidado para, em forma de post, publicar algumas das minhas ideias no 5 dias. Nunca acedi a fazê-lo sob quaisquer condições, designadamente a colaborar numa obra colectiva ou algo semelhante; nem tampouco qualquer licença de utilização estava, salvo erro, visível (o que agora acontece) no rodapé do blogue em causa - e se estava jamais fui consultado sobre os fins que a mesma pretendia assegurar. Publiquei ali os meus posts sob o mesmo pressuposto em que o faria num blogue individual. Não é razoável que indivíduos como o guionista Nuno Almeida e o pantomineiro Carlos Vidal, e mais vinte pessoas (estou certo que muito respeitáveis, mas em quem nunca pus os olhos), tenham acesso aos meus posts, quando eu não tenho essa prerrogativa. Assim sendo, e também porque entendo que a genuinidade e integridade dos meus posts não está assegurada, dou-vos até à próxima quinta-feira para apagar todos os meus posts e remover o meu nome da página principal do 5 dias. Para já, isto ainda é um simples pedido. Entendo o vosso problema, sei que imaginam que a seguir ao meu pedido, e ao do Paulo, outros virão, e que receiam que o arquivo do vosso patusco blogue fique reduzido à essência do que, hoje por hoje, o dito blogue representa. Mas esse é problema vosso, não meu. Uma última coisa, a treta da história que não se apaga não passa disso: uma treta. Desde logo porque o apagar de posts não equivale ao apagar da história, sendo certo, pelo contrário, que esse apagar de posts fará parte da história que vocês fizeram por merecer. Nunca pensei que tivéssemos que chegar a este ponto, mas não deixo de não me espantar.

