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jugular

Há muito, muito tempo... em Junho de 2011*

Inspirado neste post da Shyz, e, tal como o post da Shyz, parece que não se aplica à Madeira. Isto é, rejeita pôr em causa a confiança política, apesar das batotas, em AJJ.

 

Entretanto, AJJ, quiçá com medo da multa de 25 mil euros em que incorre por ter feito batota  com as contas, prometeu acabar com as "cavalarias" altas, a partir de agora, assegura, não há mais «coisas muito caras». Mas nada diz sobre as menos caras. Por exemplo, e se, até porque já não deve haver cantinho na ilha sem igrejas ou centros paroquiais pagos pelo bolso dos contenentais, é pouco provável que continuem as cavalarias altas destinadas a «enriquecer e aumentar o património religioso edificado na Região Autónoma da Madeira»,  2,6 milhões de euros só na construção da igreja inaugurada esta semana, as «menos caras», como a beneficiação do caminho que conduz à nova igreja da Atouguia ou o arranjo da capela da Nazaré, lançadas anteontem na base de contratos públicos, continuam business as usual...

O bailinho da Madeira- contas simples

Diz a nota final do comunicado conjunto do INE e do Banco de Portugal sobre as dívidas escondidas da Madeira que ambas as entidades, "consideram grave a omissão de informação e não têm conhecimento de casos similares".

 

Em causa, estão 1113 milhões de euros de dívida escondida entre 2008 e 2010 relacionada com acordos entre o governo regional da Madeira e empresas de construção. Se considerarmos o buraco de  €568 milhões deste ano cuja descoberta, ou antes, palhaçadatanto indignou AJJ, no total o buraco escondido da Madeira ascende a quase 1.7 mil milhões de euros.

 

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