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jugular

epílogo

Aqui vai a identificação das 11 músicas que me fazem chorar para quem, de algum modo, se interessou:

1. Carlos Paredes, "valsa".

2. Beethoven, 7ª Sinfonia, 2º andamento.

3. Adriano Correia de Oliveira, "exílio".

4. L'Arpegiatta, "A che piu l'arco tendere" (de Stefano Landi).

5. Danças Ocultas, "escalada".

6. Lila Downs, "la martiniana".

7. Amélia Muge e Júlio Pereira, "nana, nana, meu menino".

8. Schubert, Trio nº 2 para Piano, Violino e Violoncelo, op. 100, 2º andamento.

9. Mafalda Arnauth, "até logo, meu amor".

10. Mazzy Star, "into dust".

11. John Williams, "exultati justi".

a sexta

Lamento, dor e esperança de quem vai partir, cantados por uma voz a que não é possível ficar indiferente. O texto é do poeta mexicano Andrés Henestrosa, alegadamente dedicado à mãe: a música sobrevive e resiste à morte, "não me chores, porque se chorares, eu sofrerei; pelo contrário, se cantares, eu viverei e nunca morrerei".

a quarta

A música enquanto expressão máxima, delicada e profunda, do amor, envolvendo emoções, sentimentos e afetos. Esta é um diálogo entre um homem e uma mulher: ele declara-se apaixonado e lamenta a juventude perdida; ela hesita e responde, numa falsa firmeza que lhe basta o olhar. Mas acaba por ceder: "condannomi, perdonomi, fra speme e fra timor, ma pur tutto abandonomi nelle tue mani, Amor" (condeno-me, perdoo-me, entre a esperança e o medo, mas coloco-me totalmente nas tuas mãos, Cupido).

a terceira

Esta rivalizou com a "menina dos olhos tristes"; mas preferi uma canção simples de coragem e de esperança em vez de um luto. Uma voz ímpar, única, a mais tocante voz masculina que conheço. Um canto de uma época que não vivi, mas que interpreto através da música: o sufoco, o aperto, o exílio, o desalento e a esperança. "Venho dizer-vos que não tenho medo", mensagem adequada a uma época de regresso de medos que se pensavam exorcizados para sempre.

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